A campanha Bonelli Brasil é também uma homenagem aos quadrinistas brasileiros que trabalha(ra)m para Sergio Bonelli Editore: Jô Oliveira, Wilson Vieira, Pedro Mauro e Ibraim Roberson. Por este motivo, além do combo principal de O Homem de Canudos, reunimos aqui também produções de Pedro Mauro e todos os combos são com FRETE GRÁTIS.
Esta é uma parceria entre a Confraria Bonelli, a Editora Trem Fantasma e o selo editorial Lorobuono Fumetti, que tem como objetivo divulgação, promoção e publicação de quadrinhos italianos (fumetti) no Brasil.
ATENÇÃO: Como comentamos inicialmente todos os combos dessa campanha estão com FRETE GRÁTIS e você pode fazer livremente quantos apoios quiser. De todo modo, se preferir, pode fazer uma lista com os itens de seu interesse e faremos um combo exclusivo para você. Caso seja esta sua opção, por favor, envie um e-mail para lbfumetti@gmail.com.
Este projeto viabiliza finalmente a publicação de O Homem de Canudos no Brasil. A história é a primeira participação de quadrinistas brasileiros na Sergio Bonelli Editore e também, até hoje, o único quadrinho Bonelli com equipe criativa 100% nacional: Wanderley Diniz no argumento e roteiro e o mestre Jô Oliveira nos desenhos e cores.

A publicação é baseada na edição 24 da coleção Un Uomo un’Avventura, publicada na Itália pela Edizioni Cepim, atual Sergio Bonelli Editore, em outubro de 1979.

A coleção italiana Un Uomo un’Avventura (Um homem e um aventura) foi publicada originalmente entre novembro de 1976 e novembro de 1980 pela Edizioni Cepim. Idealizada por Sergio Bonelli, com a curadoria de Dezio Canzio, o título teve 30 edições e contou com a participação de grandes desenhistas, especialmente convidados, a exemplo de: Aurelio Galleppini, Giancarlo Alessandrini, Gino D'Antonio, Guido Buzzelli, Guido Crepax, Ferdinando Tacconi, Hugo Pratt, Ivo Milazzo, Jô Oliveira, Milo Manara, Renato Polese e Sergio Toppi. Entre 1994 e 1996 a Hobby & Work Italiana Editrice publicou outra coleção, denominada de I Grandi del Fumetto, com 24 das 30 edições originais, onde O Homem de Canudos de Jô Oliveira também foi publicada.
No Brasil a Editora Ebal publicou, entre 1978 e 1980, apenas seis das 30 edições da coleção original.

O Homem de Chicago foi republicada pelo selo Tortuga da Memy Media em setembro de 2022, na série Biblioteca Bonelli, número 1. Em fevereiro de 2024 a Editora Figura publicou novamente O Homem do Nilo e mais os inéditos O Homem dos Pântanos e O Homem do México, na Coleção Toppi, volume 6: Revolucionários. Além disso, recentemente a Editora Comix Zone fez um anúncio de uma edição de Milo Manara dentro da publicação Odisseias Iniciáticas, que traz mais uma inédita, O Homem da Neve.
Com a publicação de O Homem de Canudos e O Homem da Neve, ainda em 2024, chegaremos ao total de dez (1, 2, 3, 4, 7, 10, 12, 17, 19 e 24) das 30 histórias que saíram na coleção italiana.
Todos os apoiadores de O Homem de Canudos no Catarse receberão gratuitamente os seguintes brindes exclusivos da campanha: um cartão postal (15x10cm) autografado pelo desenhista da edição e um cordel sobre Antônio Conselheiro, de autoria do poeta Rouxinol do Rinaré e com capa de Jô Oliveira.
Além do combo básico, a campanha Bonelli Brasil oferece uma série de combos especiais "Pedro Mauro", artista brasileiro da Sergio Bonelli Editore, que recentemente teve a honra de desenhar Tex Willer.
A seguir um exemplo de um combo especial "Pedro Mauro" com o calendário 2024 que inclui artes do artista Bonelli, autografadas individualmente.
Combo Pedro Mauro - Calendário 2024 Autografado.
A Trem Fantasma, responsável pela publicação de O Homem de Canudos no Brasil, também está oferecendo combos especiais que envolva o combo principal (Bonelli Brasil) e quadrinhos da editora com 30% de desconto e frete grátis.

O Homem de Canudos é de autoria do jornalista e poeta Wanderley Diniz, nascido em Patrocínio, MG e que em outubro deste ano completa 80 anos. Wanderley foi o responsável por argumento, roteiro e diálogos da edição e também pelo texto "O Povo de Deus contra a República dos Coronéis", que vamos publicar na íntegra na edição brasileira. Curiosamente as edições publicadas na Itália não deram o devido crédito ao autor, reparação que será feita na nossa edição.
Pernambucano da Ilha de Itamaracá, nasceu em 04/03/1944 e passou boa parte da sua infância em Campina Grande, PB, e a adolescência em Aquidauana e Ponta Porã, MS.
Foi aluno da Escola Nacional de Belas Artes no Rio de Janeiro, e por seis anos morou em Budapeste, Hungria. Durante seis meses estudou desenho animado no Stúdió Pannónia, e depois frequentou a Academia Húngara de Artes Aplicadas (Magyar Iparmüvészeti Föiskola, hoje conhecida como Universidade Moholy-Nagy de Arte e Design), onde concluiu o curso de Artes Gráficas. Os seus primeiros trabalhos, livros e quadrinhos foram impressos nos anos 70 na Itália. Publicou também livros na França e Alemanha, e seus quadrinhos tiveram edições na Espanha, Itália, Grécia, Sérvia, Dinamarca, Argentina e Brasil. Jô participou em exposições de ilustração em várias partes do mundo.
Além de outros livros que ilustrou, recebeu a indicação de Altamente Recomendável, pelo seu livro de imagens Os Donos da Bola. Seu primeiro livro publicado na Itália, Compare Gatto Impara La Lezione (Compadre Gato Aprende a Lição), fez parte do catálogo e da exposição oficial da Feira do Livro de Bologna.
Desenhista de selos postais, criou mais de 50 peças filatélicas para os Correios. Ganhou quatro vezes a Medalha Olho de Boi pela criação do melhor selo brasileiro. Por duas vezes recebeu o troféu do melhor selo do mundo , na cidade de Asiago, Itália. Foi agraciado com o Prêmio Tucuxí de Ilustração, o Troféu Carlos Estevão de Humor e o Troféu de Grande Mestre dos Quadrinhos, que lhe foi entregue durante o Festival Internacional HQ-Mix em São Paulo, em 2004.
Apaixonado pela cultura popular brasileira, tem procurado sempre referências no cordel, na xilogravura das capas dos folhetos, nos bonecos do Vitalino, no mamulengo e em diversas manifestações folclóricas.
Sinopse - No final do século XIX o sertão nordestino era assolado por seca, fome e violência. Após ver sua família ser morta por jagunços, Pedro se encontra em uma sinistra espiral de vingança e redenção, até que seus passos cruzam com os de Antônio Conselheiro. Naqueles dias, “o sangue correrá como rio no sertão” e as forças da recém instaurada República avançam sobre o “messias de Canudos” e seus seguidores. Conseguirá Pedro sobreviver ao embate que marcou para sempre, como uma profunda cicatriz, a História do Brasil?






















