It’s alive! A nova edição da Revista Diário Macabro finalmente veio à luz!
A Revista Diário Macabro é uma antologia de contos que reúne o melhor do horror e do fantástico de todo o Brasil, sendo publicada desde 2017! Apesar de ser chamada de revista — sendo, na verdade, uma homenagem às revistas pulp do século passado —, ela é um livro, tendo em média de 140 a 200 páginas e trazendo contos, ilustrações e entrevistas com mestres do horror.
Outrora semestral, a revista agora é publicada com menos periodicidade, mas sem previsão de ser encerrada. Já são oito volumes lançados com sucesso, e sabemos que vocês têm muito carinho por essa publicação, afinal, seu principal objetivo é o de abrir portas para novos autores do mundo do terror.

Para nossa 9ª edição, recebemos cerca de 100 contos, dentre quais 21 foram selecionados. Um dos principais critérios para a seleção final é termos uma grande variedade de temas e estilos e, nesta edição, temos histórias fantásticas, de terror, de mistério e até mesmo gore. As leituras para as seleções da Diário Macabro são sempre feitas às cegas, pois acreditamos na qualidade dos textos e nada mais.
A capa dessa edição foi feita por Anderson Almeida, artista incrível, que também foi responsável pela capa de nosso livro A casa no limiar e outras histórias macabras, de William Hope Hodgson.
Confira o conteúdo desta edição.
Nela, você encontra autores já veteranos, que conquistaram novamente uma vaga em nosso hall pulp, além de algumas caras novas!
L. F. Lunardello — Ixaxaar
“Ixaxaar” é um pesadelo profundo materializado. Ao trazê-lo para nossa dimensão, o professor Julius Evola é tomado por forças cósmicas obscuras que o transformaram em um horror de carne e osso. Leia o relatório da polícia de Providence sobre o incidente — junto de páginas do diário do próprio professor —, por sua conta e risco.
Marco Baptista — Do outro lado da parede
Patrícia vive tranquilamente com sua gatinha até o momento em que uma parede vira objeto de fixação de sua companheira felina. A atitude incomum ganha contornos sobrenaturais quando a gata passa a agir de forma estranha e faz com que Patrícia duvide se há algo do outro lado da parede.
Maikon Barboza — O vale da estranheza
Após a morte de seu marido em um horrível acidente, Karina desenvolve uma peculiar relação com uma nuvem em forma de rosto que paira sobre sua casa. Na medida em que descobre os detalhes perturbadores dos últimos minutos de vida do homem que amava, ela se deixa envolver por uma perigosa dança psíquica com a estranha face no céu. Será a loucura da perda? Ou existe um horror, além da morte e da razão, espreitando seus pensamentos e conduzindo seus passos para um caminho irreversível rumo ao inexplicável “outro lado”?
Jéssica Almeida Santana — Oculto
Joaquim encontra uma figura animalesca esculpida em pedra enterrada nas terras de sua família. Fascinado pela imagem do Diabo, a esconde. Ávido por conseguir tudo aquilo que deseja, Joaquim faz pedidos à imagem, dando-lhe em troca a única coisa que possui capaz de saciar sua fome: seu sangue.
Ana R. Rodrigues — Rendeira de Nhanduti
Caminhoneiros como Vancley passam por muitas coisas estranhas na estrada. Após sofrer um acidente, suas esperanças de salvação se encontram nas habilidosas mãos de uma simples rendeira — isso se ele não abusar da sorte.
M. da Fonte — Agora e para sempre, amém
Um pistoleiro relata a seu cliente, um pastor, sobre o seu último contrato, o assassinato de um benzedeiro chamado Irmão Jairo. As coisas, entretanto, saem do controle de formas terríveis e inacreditáveis quando os boatos contados a respeito do Irmão parecem ser verdadeiros.
Augusto Luiz Melare — Carne de família
Após o velório escandalosamente incomum de Vanda, Alana teve que cuidar de sua avó recém-ressurreta em sua casa no sítio. O que ela não esperava é que o corpo da idosa estivesse passando por uma dolorosa metamorfose.
P. H. de Aragão — O caso da boate Shangri-La
São Paulo, 1969. A gloriosa cantora Madame Deva tenta escapar de uma trama de assassinato na boate Shangri-La. O matador em seu encalço pode ser qualquer pessoa, mas apenas um homem pode salvá-la — o problema é acreditar nas histórias que ele conta sobre deuses e demônios do Oriente.
Ella Silbraque — Naarog, a colônia nuclear
Encontra-se de tudo no planetoide Naarog; a nave pirata Galleão não podia ter naufragado em lugar melhor. Atrás de peças novas, o tripulante Icarus enfrenta o desafio de se orientar pela rede de túneis de Naarog, onde cruza caminho com uma monstruosidade assassina que o persegue em sua tentativa de retornar à nave.
Luciano Reis — Uma dose de KTL
A busca pela verdade sobre uma nova e letal droga chamada KTL levará um repórter a se deparar com tráfico de drogas, teorias de conspiração, violência, e um horror além da compreensão humana, embalados pelo funk de um baile do Mandela, em uma favela no Espírito Santo.
Rafael M. Oliveira — O menino e a vaca
Deitado em uma cama de hospital, um idoso reflete sobre os medos que nos assombram e a forma como adquirem diferentes significados em cada fase da vida. O interior do Rio Grande do Sul, na década de 1950, foi o cenário escolhido para o conto, uma homenagem aos avós paternos do autor.
Helton Lucinda Ribeiro — A sincronização dos pêndulos
Em “A sincronização dos pêndulos”, um jornalista especializado em desmascarar charlatães é convidado a testemunhar uma experiência insólita: a suspensão da morte pela hipnose; mas isso não é tudo. E se um portal para dimensões desconhecidas tiver sido aberto e nosso mundo estiver sob uma ameaça além da compreensão humana?
Mariana Santos — Monstros
Sei que você já viu a sombra deles de relance no espelho. Eu sei, também, que já sentiu eles se atiçarem em um canto da sua cabeça. Às vezes, eles até o confundiram, não o deixaram reconhecer o próprio sorriso, assustaram você com um brilho opaco e colorido no canto dos olhos. Eles já o surpreenderam com pensamentos estranhos que o repudiaram, mas que, por um breve segundo, você até abraçou. Eles... eles estão aí, e você precisa aprender a domá-los.
Pedro Valle — O som de Ágata
Em pleno Carnaval do Rio, Ágata, uma menina misteriosa, revela novas formas de contato com seres divinos através da música.
Herbert Weil — Uma missa para dois mundos
Abaixo da crosta de gelo da lua Europa, de Júpiter, uma conspiração envolve novas formas de vida, o Vaticano e uma estação de pesquisa científica, numa trama amedrontadora em um futuro plausível para a exploração espacial. Neste cenário, uma bióloga macabra e um programador inocente entram em um conflito mortal.
Júlio Rodrigues — As águas de março
Traumas vêm à tona quando Daniel retorna à casa dos seus falecidos tios. Aos poucos, ele se convence de que as histórias que contava com seus primos sobre um monstro no rio eram reais. Quando as águas de março causam uma inundação, ele se vê refém do seu silêncio.
Kayo Tessari — Vespas
É fim de tarde quando ela desperta desorientada. Na mente, a memória de uma promessa: chegar a tempo para o jantar. O que outrora seria uma rápida jornada de volta para casa, se torna uma luta pela sobrevivência quando uma legião de mortos-vivos se coloca entre ela e sua promessa.
João Mendes — Mãe dos bois
Todos os dias, ao amanhecer, dezenas de carcaças de boi se aglomeram debaixo de um cajueiro, como se houvessem morrido por um raio. No entanto, enquanto os donos da fazenda se desesperam diante da perda do gado, a filha mais velha pressente que algo estranho e faminto cresce no quintal.
Rayshi Radha — Lâminas ninhadas ao mar
Era tempo de festa. O Carnaval já pintava toda a cidade com suas cores, dias antes dos blocos se espalharem pelas ruas com suas músicas e fantasias. Joana não gostava mais tanto da festa em si, mas o que ela pudesse fazer pelo barracão do seu morro, ela fazia. Até mesmo passar as noites terminando todos os detalhes por lá. Voltar para casa depois, na madrugada, com a cidade apagada e desolada, era sempre a pior parte…
Marcela Guimarães — Dionaea Muscipula
“Dionaea Muscipula” conta a história de uma menina que perde a casa e a família em um incêndio e, desde então, começa a tentar reconstruir o jardim de sua mãe. Nesse cenário, a criança faz uma estranha amizade.
Daniel Freitas — Não existe amor no coração da cidade
Um homem se apaixona perdidamente pelo centro da capital de São Paulo. Um mistério tão insondável que é capaz de, na mesma medida, encantar e destruir sua alma. Olhe com atenção, entenda sua arquitetura, e nunca, em hipótese alguma, deixe se levar por seus segredos.
Prefácio: Lucas Freitas, autor da DM 08 e vencedor na categoria narrativa curta de terror do V Prêmio ABERST de Literatura 2022
Homenagem a R. F. Lucchetti, por Ismael Chaves
Ilustrações e outros extras: a definir durante a campanha
— Acabamento brochura, tamanho A5
— Impressão em papel offset (branco)
— Mínimo de 200 páginas
— Capa colorida 4x4 (ou seja, ilustrada dentro e fora)
— Ilustrações internas de artistas brasileiros
A seleção e edição do livro foi feita por Nathalia Sorgon Scotuzzi e Pedro H. S. Andrade — também responsável pelo design e diagramação —, e a revisão, por Úrsula Antunes.
💀 Marca-páginas
💀 Pôster tamanho A3 com a arte da capa
💀 Boxes comemorativos da revista
💀 Edições 07 e 08 da revista


Não sabe como funciona um financiamento coletivo? O processo é muito simples! Confira a seguir!
1. Leia a descrição da campanha e confira as recompensas. Elas são opções de pacotes de produtos que você irá levar pra casa.
2. Selecione a que mais agradar você e clique nela; em seguida, confira o valor e clique em "continuar".
3. Siga os passos indicados pelo Catarse para realizar seu cadastro e concluir o apoio.
4. Caso o projeto não alcance a meta, não sendo assim financiado, você receberá seu dinheiro de volta integralmente. Caso a meta seja atingida, nós teremos um prazo para produzir as recompensas e enviar até você (:
5. Atente-se ao prazo: o livro apenas é produzido após o fim da campanha, levando alguns meses para chegar até você. Como o financiamento é a única forma de levantarmos fundos para o projeto, não podemos produzir o livro antes de seu término.

ATENÇÃO: O frete é grátis para todo o território nacional. Envios para fora do Brasil deverão incluir um valor a mais para o frete. Entre em contato com a gente para conferir o valor, caso seja a sua situação: contato@diariomacabro.com.br





















