Mais uma vez trazemos um clássico daqueles que a gente sente orgulho de ver na nossa estante; um clássico que prende o leitor do início ao fim, você não vai querer parar a leitura nem para comer, vai ler e comer ao mesmo tempo, pois A Pedra da Lua é um romance sensação.
Quando um gigantesco diamante amarelo, a Pedra da Lua, primeiro é roubado da Índia, da estátua do deus da Lua; depois desaparece de uma casa de campo em Yorkshire, a trama começa. Um livro de mistério, que leva os leitores de exóticos templos indianos aos mais elegantes salões ingleses na pista de um preciosíssimo diamante, sobre o qual repousa uma grande maldição. A valiosa joia é dada à bela Rachel Verinder em seu aniversário de 18 anos. Mas, na mesma noite, é novamente roubada, lançando os mais diversos personagens em uma busca repleta de mistério e suspense. Quantas pessoas a Pedra da Lua ferirá? Quantos devem morrer antes que a vingança do diamante seja concluída?
No estilo único de Wilkie Collins, o romance é narrado por vários personagens diferentes. O primeiro é Gabriel Betteredge, o criado-chefe da casa Verinder, que se torna um relutante Watson para o detetive Cuff durante a investigação. Ele é um homem convencido da orientação espiritual de Robinson Crusoé e acredita que qualquer interrupção em sua vida pode ser explicada pela leitura e interpretação de passagens de sua cópia amarelada do clássico de Defoe.
Um dos grandes triunfos da ficção do século XIX, A Pedra da Lua é um dos mais importantes romances ingleses, com uma sequência de revelações surpreendentes em direção à revelação da verdade. Nas últimas cem páginas, o leitor não poderá largar o livro por nada.
A Pedra Da Lua é muito mais que apenas um excelente romance vitoriano. Collins usou sua ficção policial para fazer um julgamento velado à Coroa Britânica, sobretudo uma crítica ao imperialismo. Para se ter uma ideia, na época da escrita deste romance, a Índia era colônia da Inglaterra e considerada a “joia mais cara da Coroa!” Portanto, há no romance um clamor por mudança social, um chamado ao respeito pelo que era diferente da cultura inglesa, uma denúncia ao sistema. A analogia da “joia mais cara da Coroa” – dado a importância das riquezas daquele país que fluíam para a Grã-Bretanha – com o roubo de um diamante tão “caro” à religião hindu não foi acaso. Assim como não foi acaso a forma narrada por Collins de como o povo hindu era visto pelos ingleses.
William Wilkie Collins foi um dos principais escritores ingleses da era vitoriana. Fez Direito, mas nunca exerceu a profissão; encontrou na escrita a realização profissional. Amigo de Charles Dickens e de George Eliot, esse cidadão de costumes diferentes (leia sobre a vida dele no blog da Pedrazul) possuía a incrível habilidade em escrever para diferentes áreas, criando 27 romances, mais de 50 contos, mais de 15 peças teatrais e 100 peças de não-ficção. Sua criatividade exacerbada e a riqueza com que descrevia cada personagem são, sem dúvida, pautadas nas suas experiências pessoais. São dele A Mulher de Branco, A Dama e a Lei e A Pobre Senhorita Finch, todos publicados em português. A Pedra da Lua foi lançado em 1868 e publicado na revista de Charles Dickens durante todo o ano. Em 1877, Collins o adaptou para o palco.
Outras metas serão liberadas à medida que as metas forem sendo batidas (no total são 10 metas estendidas).
E aquilo que já estava ótimo, acabou de ficar excepcional! Quem ama ler “frete grátis” que dê um pulinho para trás!
1. Escolha a recompensa que mais combina com você.
2. Clique em apoiar, preencha com seus dados pessoais (releia as informações, principalmente o endereço de entrega).
3. Pronto, você já está nos apoiando. Muito obrigada.
Caso o projeto não atinja a meta, todos os apoiadores recebem 100% do valor de volta.
- Tradução: Nathália A. Rondán
- Peso: 800 g
- Largura: 16 cm
- Altura: 23 cm
- ISBN: 978-65-88494-172
- Número de páginas: Cerca de 480 sem ilustrações. Com todas as ilustrações das metas estendidas poderá chegar a 544 páginas (podendo variar para mais ou para menos)
- Idioma: português
- Acabamento: brochura
- Pinturas das capas: pintura clássica de Henry A. Ferguson e Thomas Girtin

- Editoração: Janeiro/fevereiro de 2022
- Impressão gráfica: segunda quinzena de fevereiro de 2022
- Empacotamento e prazo de entrega dos Correios: março/abril de 2022.
Os envios destes livros são feitos em embalagens de papelão (padrão da Pedrazul).









