Há um ano e meio, a Skript participou do lançamento mundial de BOBBY FISCHER - UMA VIDA EM PRETO E BRANCO, do roteirista Julian Voloj (A História de Joe Shuster) e do premiado artista brasileiro Wagner Willian (Silvestre). Agora, atendendo a pedidos, a elogiada graphic novel volta ao Catarse com 70% off.
Quadrinho em capa dura, miolo em PB e com 200 páginas.
Você conhece a história de Bobby Fischer?
Prepare-se para se surpreender!
De prodígio do xadrez a herói nacional e... inimigo público número um. A vida de Bobby Fischer dá muitos “movimentos” inesperados. Nascido em Chicago e criado por uma mãe solo, Bobby cresceu uma criança solitária e abandonou a escola. Mas encontrou uma vocação no xadrez. Aos 13 anos, ele jogou o que muitos consideram “o Jogo do Século”. Um ano depois, tornou-se o mais jovem campeão estadunidense de xadrez e, aos 15, o mais jovem Grande Mestre do jogo.
Há uma longa lista de suas conquistas no xadrez, culminando com sua vitória, em 1972, no Campeonato Mundial de Xadrez contra Boris Spassky - no auge da Guerra Fria. Nunca antes o xadrez recebeu tanta atenção internacional. Fischer, cujo único foco na vida era até então o jogo, chegou ao Olimpo do Xadrez aos 29 anos e depois desapareceu. Sofrendo de doenças mentais, o jovem gênio ficou cada vez mais paranoico.
Em BOB FISCHER - UMA VIDA EM PRETO E BRANCO [HQ], Julian Voloj e Wagner Willian resgatam toda essa impressionante e trágica trajetória.
A graphic novel conta a história que levou à vitória de Fischer, sua ascensão para se tornar um ícone cultural dos EUA, mas também sua queda inesperada e sem precedentes. A vida de Fischer é um fascinante relato sobre determinação e fama, mas também sobre isolamento e paranoia. De gênio a louco, esta história em quadrinhos mostra Bobby Fischer e todas as suas complexidades.
A exuberante arte da HQ é do ganhador dos prêmios HQMix e JABUTI, Wagner Willian (O Maestro, O Cuco e a Lenda; Silvestre; Budogma e muitas outras obras).

O roteiro é de Julian Voloj, autor do aclamado A História de Joe Shuster e, também, de Ghetto Brother.
Trata-se de uma HQ em CAPA DURA, formato 16x23, com 200 páginas em PB, miolo em offset de alta alvura - tornando o preto mais preto e o branco ainda mais branco.
Ao término da campanha, na primeira quinzena de agosto.
Fechando o time de especialistas, a versão brasileira foi traduzida por Dandara Palankof, editada Diego Moreau e Johnny C. Vargas, revisão de Moreau e Ester Gewehr e layout de impressão de Johnny C. Vargas.







