Finalmente, com autorização da família do gênio Colonnese, suas artes publicadas nas revistas EPOPÉIA finalmente são republicadas: CHAMADA GERAL e TEM ESPETÁCULO NO CÉU, ambas com roteiro de Pedro Anísio. As HQs voltam aos leitores brasileiros, em uma obra com textos jornalísticos do premiado Franco de Rosa, contextualizando os leitores sobre este momento áureo do quadrinho nacional.

Conheça mais sobre a história por de trás da HQ
Saiba mais sobre este projeto incrível da editora Tábula:
Chamada Geral (Edição Especial de Epopéia) é uma revista em quadrinhos histórica lançada pela Editora Brasil-América (EBAL) em maio de 1970 para celebrar o aniversário de 25 anos da empresa. A edição ficou mundialmente famosa por promover o primeiro grande crossover de super-heróis e personagens de franquias concorrentes da história dos quadrinhos
Como a EBAL detinha os direitos de publicação de variados estúdios estrangeiros e nacionais no Brasil, o roteirista Pedro Anísio e o desenhista Eugênio Colonnese conseguiram misturar no mesmo gibi: DC Comics: Superman, Batman, Robin, Aquaman, Lanterna Verde e Arqueiro Verde. Marvel Comics: Capitão América e Demolidor. Tiras e Clássicos: Tarzan, Flash Gordon, Mandrake, Lothar, Recruta Zero e Zorro. Disney, Warner e Fábulas: Mickey Mouse, Pernalonga, Popeye, Branca de Neve e Chapeuzinho Vermelho. História do Brasil: Figuras históricas nacionais como Dom Pedro I, Anchieta e Borba Gato. TUDO EM UMA ÚNICA HQ
Alem desta republicação, também ocorrerá a republicação da HQ “Tem Espetáculo no Céu” , também de Pedro Anísio e Eugênio Colonnese
Por fim, tudo comentado em textos jornalísticos de Franco de Rosa sobre a história da Ebal, do quadrinho Epopéia: Chamada Geral e sobre os autores, contextuais alisando e trazendo curiosidades sobre estas publicações e como foi possível sua realização
Leia as primeiras páginas do quadrinho:







Os primeiros apoiadores receberão um cartaz no formato A4, independentemente do alcance da meta de 200%

Com 200% todos apoiadores receberão o cartaz destinado aos primeiros apoiadores (se não quer arriscar, garanta o cartaz como um dos primeiros apoiadores!)
Com 400% todos apoiadores receberão um print com arte de Eugênio Colonnese em papel especial

Outras metas serão divulgadas à medida do avanço desta campanha


Em formatos gigante (24 por 32 cm), o livro tem 80 páginas, com duas HQs e textos de apoio de natureza jornalística , realizando o resgate e contextualizando esta importante publicação da história dos quadrinhos brasileiro.
Com diagramação de Marcelo Grisa e revisão de Felipe Gouveia Peixoto Alves, textos de Franco de Rosa e quadrinhos de Pedro Anísio (roteiros) e Eugênio Colonnese (arte)
15 de Outubro, sendo que o lançamento oficial acontecerá na Bienal do Livro de São Paulo, na mesa do Franco de Rosa.
Eugênio Colonnese foi um dos maiores mestres dos quadrinhos brasileiros, consagrando-se como desenhista, roteirista e editor. Nascido na Itália em 1929, mudou-se muito jovem para a Argentina, onde iniciou sua brilhante carreira artística nos anos 1940. Em 1964, fixou residência definitiva no Brasil, país onde desenvolveu a maior e mais fértil parte de sua trajetória profissional. Ao lado do parceiro Rodolfo Zalla, fundou o célebre Estúdio D-Arte, marcando época nas décadas de 1960, 1970 e 1980 com milhares de páginas de terror, faroeste e aventura. Suas duas maiores obras-primas autorais foram o Morto do Pântano e a icônica vampira Mirza, considerada uma das primeiras e mais influentes personagens de terror erótico do país. O traço realista, expressivo e detalhista de Colonnese virou sinônimo de excelência gráfica no mercado nacional de HQs. Nas últimas décadas, seu vasto legado passou por um forte resgate histórico e editorial liderado pela Tábula Editora. Esse resgate começou com o lançamento de uma trilogia antibélica inaugurada pelo volume Histórias de Guerra: Colonnese, que compilou e restaurou em formato europeu suas memoráveis narrativas sobre a Segunda Guerra Mundial. Logo em seguida, a editora publicou a coletânea Ernie Pike e Outras Histórias, trazendo seis histórias desenhadas pelo artista, incluindo duas aventuras raras criadas em parceria com o lendário roteirista argentino Héctor G. Oesterheld para a revista Hora Cero. Além disso, a casa editorial promoveu a publicação do Mylar Ômnibus, resgatando na íntegra as aventuras de um dos primeiros super-heróis genuinamente brasileiros, originalmente lançado nos anos 1960. Por fim, a Tábula trouxe de forma inédita ao público do Brasil a obra Mister No Especial, fruto da única e preciosa colaboração de Colonnese com a gigante editora italiana Sergio Bonelli Editore. Esses importantes resgates editoriais garantem que o nome e a genialidade visual do mestre ítalo-brasileiro continuem influenciando novas gerações de leitores e colecionadores de quadrinhos.

Pedro Anísio foi um dos nomes mais relevantes do roteiro de histórias em quadrinhos no Brasil, consolidando sua carreira entre as décadas de 1960 e 1970. Seu trabalho ganhou grande projeção nacional por meio da icônica Editora Brasil-América (EBAL), onde atuou como um prolífico autor e colaborador. Sua maior contribuição para a nona arte brasileira foi a criação de "O Judoka", super-herói que desenvolveu ao lado do desenhista Eduardo Baron. O personagem alcançou imensa popularidade no país, refletindo o interesse da época pelas artes marciais, e o sucesso editorial foi tão expressivo que a obra acabou adaptada para os cinemas em um longa-metragem lançado em 1973. Além das narrativas de aventura e ação, Pedro Anísio também se dedicou a projetos de cunho educativo e histórico, uma marca forte do catálogo da EBAL. Ele foi o responsável pelo roteiro da monumental HQ "A Independência do Brasil", que contou com as ilustrações do mestre Eugênio Colonnese. Essa parceria uniu um texto de forte tom patriótico e didático ao traço realista e marcante de um dos maiores desenhistas do país. Demonstrando seu prestígio dentro da editora, Anísio também escreveu o texto especial "Chamada Geral", uma grande homenagem publicada em celebração aos 25 anos de fundação da EBAL. Com uma escrita que equilibrava o dinamismo dos quadrinhos de heróis e o compromisso com a formação dos leitores, ele ajudou a moldar a identidade da produção nacional de quadrinhos no século vinte.
Franco de Rosa é uma das personalidades mais completas e influentes dos quadrinhos brasileiros, atuando há décadas como desenhista, roteirista, jornalista especializado e editor. Nascido em São Paulo em 1956, ele iniciou sua prolífica carreira nos anos 1970 com fanzines e tiras marcantes como Chucrutz e Capitão Caatinga. Ao longo de sua trajetória, De Rosa esteve presente em momentos-chave do mercado nacional, ajudando a fundar editoras de peso como a Press (Maciota) e a Editora Mythos. Sua versatilidade artística passeia pelo humor, faroeste, terror e aventura, consolidando-o como uma referência viva para gerações de quadrinistas do país. [1, 2, 3, 4]Recentemente, seu vasto e histórico trabalho ganhou novos capítulos e resgates de luxo promovidos pela Tábula Editora. O principal destaque dessa parceria é a edição definitiva de Ultraboy, clássico herói nacional em estilo mangá criado por ele em 1982 e que teve todas as suas aventuras compiladas em um volume especial. Pela mesma casa editorial, De Rosa organizou o relançamento de John Lennon Tributo, uma célebre obra coletiva dos anos 1990 que conta com a participação de mestres como Flavio Colin. Sob o selo econômico UN$PILA da editora, ele também assina a edição do resgate histórico de Madame Satã, quadrinho erótico clássico de Sérgio Lima originalmente lançado na década de 1980. Por fim, expandindo suas criações lúdicas, ele lançou pela Tábula a divertida HQ Conancraft - Os Segredos Da Torre Eterna, uma paródia que mistura o universo de Robert E. Howard com a estética de jogos de blocos virtuais














