
Volumes 1 e 2 de Minha vida é o cinema, de Esfir Chub.
Pela primeira vez no mundo
os escritos teóricos, os roteiros não filmados e as cartas pessoais de Esfir Chub são traduzidos diretamente do russo para o português e reunidos em livro.
Esta edição da Kinoruss resgata um patrimônio cinematográfico que, desde 1972, estava confinado a arquivos e bibliotecas da antiga União Soviética — e que nunca foi reeditado, nem mesmo na Rússia. Trata-se de Minha vida é o cinema: em plano aberto, traduzido do russo por Luis Felipe Labaki.
Este é o segundo volume, que segue o primeiro Minha vida é o cinema: em plano fechado, traduzido por Priscila Marques e publicado em 2022. Com esse conjunto entregamos a você, em português, uma chave para compreender como se constrói a linguagem cinematográfica a partir da tesoura, da película e do pensamento crítico. E, acima de tudo, colaboramos para que se faça justiça histórica: colocar uma mulher no centro da narrativa na qual ela mesma é figura central.
Esfir Chub. Ao fundo, capas e páginas da Revista LEF. Aleksandr Ródtchenko. c. 1930.
A autora, Esfir Chub (1894-1959)
foi figura central da revolução cinematográfica do início do século XX: sua inventividade, seu posicionamento político e sua competência técnica foram decisivos para o surgimento do pensamento arquivístico no cinema, uma linhagem que se desdobraria, décadas depois, em cineastas como Chris Marker, Alain Resnais e Harun Farocki. Atuou ao lado de Eisenstein, Maiakóvski, Meyerhold e Ródtchenko, mas seu nome permaneceu à sombra da história, até agora.
Nos anos 1920, Chub foi uma das pioneiras do documentário moderno e uma das responsáveis por preservar milhares de metros de película num momento em que não existiam cinematecas organizadas. Ela compreendeu, antes de muitos, que a montagem não é um corte meramente técnico. É um ato político e criativo. É reescrever a história a partir de fragmentos.
Sua influência transcende seu tempo. Sua visão sobre o arquivo e a reutilização de imagens, na montagem, como matéria-prima para novos sentidos antecipou em décadas o que viria a ser chamado de cinema de ensaio e found footage — uma potência criativa que atravessa o tempo e continua a inspirar cineastas e artistas até hoje.
O livro autobiográfico de Chub, Minha vida é o cinema, foi publicado na União Soviética em 1959 (com projeto gráfico de Varvára Stepánova) e, em edição ampliada, em 1972. Depois disso, praticamente desapareceu, e nunca havia sido traduzido para nenhuma outra língua.
Em 2019, a Kinoruss iniciou o processo editorial da obra completa. O primeiro volume, Minha vida é o cinema: em plano fechado, reuniu as memórias da autora e foi lançado em 2022.
Agora, o segundo volume é um mergulho no processo criativo de Chub: uma coletânea organizada com artigos teóricos e de crítica, roteiros que nunca foram filmados e cartas pessoais e profissionais — exatamente nesta ordem. É o avesso da obra-prima. São as hesitações, os caminhos abandonados, o pensamento em movimento na criação cinematográfica. E também os afetos, as amizades, os conflitos, as chegadas e as partidas.
Destaque inédito no mundo:
A Kinoruss tem a honra de ser a primeira editora do planeta a publicar este livro, com tradução direta do russo, assinada por Luis Felipe Labaki. Na própria Rússia, a obra original foi editada apenas uma vez, em 1972 e, desde então, nunca mais foi reeditada. Ou seja: ao apoiar esta campanha, você está colaborando para um resgate histórico editorial sem precedentes em escala global.
Paulo Angerami, designer da edição brasileira dos livros de Esfir Chub, tomou como paleta de formas e cores as capas das Revistas Arquitetura Moderna (Sovremniénnaia Arkhitektura), assinadas por Aleksei Gan (companheiro de Chub) e em especial a de nº 2.

Capa de Minha vida é o cinema: em plano aberto, com projeto gráfico de Paulo Mattos Angerami.
Neste volume, o quadro se amplia. Reunimos:
- Artigos em que Chub reflete sobre a montagem, o documentário, o cinema de arquivo e o papel social da cineasta. Entre eles, um verdadeiro achado: "O trabalho das montadoras", artigo inédito originalmente publicado na revista Soviétski Ekrán (Tela Soviética) (nº 12, 1928), um dos primeiros textos a dar visibilidade e colocar em relevo o trabalho feminino na montagem cinematográfica.
- Roteiros não filmados: projetos que ficaram no papel, revelando suas intenções criativas e seus dilemas estéticos. Um deles, especialmente significativo, é o roteiro Mulheres (1933), que abre uma janela para compreender como Chub enxergava o lugar da mulher na sociedade soviética, e que nos convida a refletir sobre os avanços e retrocessos dos direitos das mulheres na URSS, um tema tão atual quanto urgente.
- Cartas: correspondências com seus camaradas, que revelam os afetos, as tensões e o cotidiano intelectual da vanguarda soviética.
Esfir Chub em Um homem com uma câmera, de Dziga Viértov, 1929.
Trazemos Esfir Chub
não como um monumento, mas como uma mulher pensando, escrevendo, projetando, em diálogo constante com seu tempo.
E o mais fascinante: o que ela fazia com a tesoura e a película nos anos 1920 — garimpar cine-jornais, rearranjar arquivos históricos, criar narrativas — é a mesma operação que fazemos hoje ao produzir um ensaio visual, um vídeo que viraliza. Ela inaugurou uma sofisticada cultura do remix antes mesmo de a palavra existir.
E mais:
Para aprofundar o olhar contemporâneo sobre o trabalho inaugural de Chub, o livro trará cinco ensaios inéditos, escritos a nosso convite por estudiosos do cinema que certamente enriquecerão a circulação das ideias em torno da história e da teoria do audiovisual.
Ensaístas:
Erivoneide Barros. Doutora em Teoria e História Literária pela Unicamp, com estágio no Instituto de Literatura Mundial A. M. Górki, em Moscou (bolsa CNPq), e mestre em Literatura e Cultura Russa pela USP. Realiza pós-doutorado na FFLCH-USP (bolsa FAPESP), com supervisão de Bruno Gomide, e estágio de pesquisa na Queen Mary University of London (BEPE-FAPESP), sob supervisão de Galin Tihanov. Desenvolve pesquisas nos campos da semiótica russa, da teoria da imagem e das relações entre cinema e literatura.
Karla Holanda. Professora do curso de Cinema e Audiovisual e do PPGCine da Universidade Federal Fluminense. Doutora em Comunicação pela UFF, é organizadora do livro Mulheres de cinema (Numa Editora, 2019) e coordenadora do Grupo Documentário e Fronteiras. Sua pesquisa gira em torno de documentário, autoria feminina e produção audiovisual independente.
Lúcia Monteiro. Professora do Departamento de Cinema e Vídeo da Universidade Federal Fluminense (UFF), onde atua na graduação e na pós-graduação. Realizou pós-doutorado na Escola de Comunicações e Artes da USP e na Université Grenoble Alpes, na França. Pesquisadora nas áreas de análise fílmica, história do cinema e estética audiovisual, com ênfase nas vanguardas históricas e no cinema soviético.
Luis Felipe Labaki. Doutor em Meios e Processos Audiovisuais pela Escola de Comunicações e Artes da USP, com estágio doutoral-sanduíche (bolsa BEPE-FAPESP) na Unité Mixte de Recherche THALIM (CNRS - Sorbonne Nouvelle - ENS), em Paris. É pesquisador do cinema soviético, tradutor do russo e realizador audiovisual. Organizou e traduziu a coletânea Cine-olho: manifestos, projetos e outros escritos de Dziga Viértov (Editora 34, 2022). Assina também a tradução do presente volume.
Neide Jallageas. Doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP e pós-doutora pela ECA-USP e pela FFLCH-USP, com estágio pós-doutoral no Centro Eisenstein de Pesquisa e Museu de Cinema Russo, em Moscou. É editora da Kinoruss, pesquisadora independente com foco nas vanguardas russas e soviéticas, além de ensaísta, tradutora e artista visual. É organizadora e coordenadora editorial deste volume.
Equipe editorial e projeto gráfico
Além dos ensaístas, este livro conta com um time de profissionais igualmente fundamental para sua realização:
Fernanda Heitzman [assistente editorial e 2ª revisora]. é formada em Artes Visuais pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, técnica em Comunicação Visual, pedagoga e revisora. Desde março de 2022, colabora com as editoras Incompleta e Kinoruss, como assistente editorial. Tanto em sua produção artística com fotografia analógica como em sua prática pedagógica, encontrou nos livros o suporte ideal para reunir e explorar diferentes processos e usos da imagem.
Paulo Mattos Angerami [capa e projeto gráfico]. Fotógrafo e docente de Artes Visuais na UFU. Mestre em Semiótica e doutor em Fotografia pela PUC-SP e USP respectivamente. Pesquisa relações entre espaço e tempo na imagem fotográfica, com obras premiadas e presentes em coleções públicas. É responsável pelo design gráfico da Revista Estado da Arte e de várias publicações da Kinoruss e autor de livros pelo Selo Kartini.
Rodrigo Alves do Nascimento [revisor]. Professor adjunto de Teoria da Literatura na UFBA, doutor em Letras pela USP, com estágio na Queen Mary University of London. Também fez mestrado na FFLCH-USP sobre a recepção do teatro de Tchékhov no Brasil, com estágio na UC Berkeley. Autor de Tchékhov e os Palcos Brasileiros (Perspectiva/FAPESP, 2018). Atua como crítico teatral, membro da AICT e do conselho editorial das Edições Jabuticaba.
Autora: Esfir Chub
Organização e coordenação editorial: Neide Jallageas
Assistência editorial e 2a revisão: Fernanda Heitzman
Tradução (do russo): Luis Felipe Labaki
Ensaios: Erivoneide Barros, Karla Holanda, Lúcia Monteiro, Luis Felipe Labaki e Neide Jallageas
Revisão: Rodrigo Alves do Nascimento
Capa e projeto gráfico: Paulo Mattos Angerami
Número de páginas: 450 (+/-)
Dimensões: 23 x 16 cm
Colocar Esfir Chub em circulação
é também reposicionar as mulheres no centro da história do cinema — não como coadjuvantes, mas como arquitetas da significação fílmica. E, por meio de seu roteiro sobre as mulheres na URSS, podemos traçar um fio histórico que conecta as lutas feministas do passado às do presente.
E este é um momento histórico: ao apoiar esta campanha, você está ajudando a Kinoruss a realizar a primeira edição mundial deste livro, traduzido diretamente do russo — algo que nem mesmo na Rússia foi feito desde 1972. É a chance de ler, em português, textos que estavam confinados a arquivos e bibliotecas soviéticas há mais de cinco décadas.
Se puderem apoiar, ficaremos muito felizes. E, se não for possível contribuir neste momento, compartilhar a campanha já ajuda enormemente a fazer com que o trabalho de Chub alcance novos leitores.
No fim das contas, fica a pergunta: como é possível que uma obra tão original, tão consistente e tão atual continue tão pouco conhecida? A resposta, a partir de agora, depende de nós.
Oferecemos várias opções de recompensas (veja a aba "Recompensas")
que permitem a você levar não apenas o novo livro, mas também outras obras que dialogam com o universo de Esfir Chub e das vanguardas soviéticas.
Em todas as opções, você receberá o livro Minha vida é o cinema: em plano aberto, o coração da campanha, acompanhado de um marcador de página e um cartão postal exclusivos, além de ter seu nome incluído em nossa área de agradecimentos no site da Kinoruss.
Para quem deseja completar a coleção, oferecemos o combo com o primeiro volume, Minha vida é o cinema: em plano fechado, que reúne as memórias da autora e já se tornou uma edição histórica e, cada vez mais, adotada nos currículos universitários.
Também preparamos combinações com outros títulos publicados pela Kinoruss: o livro Cartas 1927, de Esfir Chub e Aleksei Gan; e A Biblioteca Infinita de Serguei Eisenstein.
E para os apoiadores mais entusiastas, oferecemos o Arquivo Completo, que reúne todos os livros (Plano aberto, Plano fechado, Cartas, Biblioteca Infinita e Mulheres de cinema), além dos marcadores e das edições especiais.
E há duas opções especialmente pensadas (veja a aba "Recompensas")
para os apaixonados por história do cinema e por arquivos:
*** A recompensa com a versão fac-similar em russo da revista Soviétski Ekrán/Tela Soviética nº 12, de 1928, o mesmo número em que Chub publicou o artigo "O trabalho das montadoras", que agora integra o novo volume. É uma peça de colecionador que permite tocar fisicamente o documento original da época.
*** E a recompensa que inclui o livro Mulheres de cinema, organizado por Karla Holanda e publicado pela Numa Editora (Rio de Janeiro, 2019). Esta obra reúne textos que percorrem a história do cinema desde seus primórdios, destacando a presença e a atuação de mulheres em toda a cadeia cinematográfica de diretoras, roteiristas, montadoras, produtoras, críticas. E, entre seus ensaios, está o texto "Notas introdutórias sobre Esfir Chub: soviética, revolucionária e mestra dos mestres de cinema", de Neide Jallageas, que integra também a equipe deste novo volume. Uma oportunidade ímpar de ler Chub e sobre Chub em diálogo com outras cineastas mulheres do mundo.
Cada recompensa foi pensada para que você possa escolher a que melhor se encaixa no seu interesse e no seu apoio a este resgate histórico.
Acompanhe aqui
o andamento deste projeto, passo a passo:
Maio a Agosto: Preparação e divulgação da campanha.
Junho a Setembro: Produção de conteúdos.
Agosto a Dezembro: Edição, diagramação e revisão.
Janeiro e Fevereiro: Impressão
Março: empacotamento e postagem nos Correios* (a depender da gráfica).
*O prazo de entrega depende dos Correios.
Acompanhe as novidades!
Iremos informar o andamento do projeto por e-mail e posts (ver menu acima). Fique de olho em sua caixa de entrada, incluindo a pasta de spams, para não perder nenhuma atualização.
Caso haja alteração de endereço após realizar o apoio, a pessoa que apoiou deve comunicar à editora o novo endereço pelo e-mail editora@kinoruss.com.br. Isto porque os dados atualizados diretamente na plataforma do Catarse não são atualizados por esta para a editora que, exceto por meio do/a apoiador/a, não terá como saber que o endereço foi alterado.
Os códigos de rastreio serão enviados por e-mail e também ficarão disponíveis nos posts.
ATENÇÃO PARA OS POSTS:
Durante todo o período da campanha, até o envio das recompensas, estaremos nos comunicando por e-mail e também por aqui, na plataforma, para contar sobre o andamento do projeto. Pedimos especial atenção para o envio do código de rastreio que será enviado por e-mail e poderá ser consultado no site dos Correios.
Edição, tradução, revisão e design gráfico: 40%
Impressão: 36%
Logística e frete: 16%
Divulgação: 8%
Nota importante: Sobre o valor total, inclusive as taxas dos Correios, incide 13% de taxa do Catarse e a transferência do montante da campanha pelo Catarse para nós é efetuado em 15 dias após o encerramento da campanha. Até que esse depósito seja efetuado, a produção do livro vai sendo bancada pela Kinoruss.
A Kinoruss®
é uma pequena editora independente dedicada à publicação de livros sobre arte, cinema e cultura russa e soviética. Nascida em 2010 como parte do pós-doutorado em Cultura e Literatura Russa (USP) de Neide Jallageas, a Kinoruss iniciou suas atividades com a publicação online dos Cadernos de Pesquisa Kinoruss. Durante cinco anos, esses cadernos reuniram textos de pesquisadores do Brasil, Rússia, Romênia, Reino Unido, França e Espanha e foram disponibilizados gratuitamente ao público.
Em 2015, com a conclusão do pós-doutorado de Jallageas, a Kinoruss® se consolidou como uma pequena empresa, com marca registrada. Seu catálogo inclui estudos sobre o cinema de grandes mestres como Eisenstein, Tarkóvski e Esfir Chub e pesquisas sobre a construção de imagens na arte, no design e na arquitetura, com foco nas vanguardas russas e soviéticas, por meio do Selo Vkhutemas®, criado em 2020.
A forte conexão da coordenadora da editora com os pesquisadores russos conferiu à mesma o prêmio Biéli Slon (Elefante Branco), da Guilda de Cineastas da Federação Russa, em 2020, por seu trabalho de pesquisa e publicações.
Em 2020, foi lançado o Selo Vkhutemas®, juntamente com a publicação do livro VKHUTEMAS: desenho de uma revolução, de autoria de Celso Lima e Neide Jallageas, primeiro livro a tratar detalhadamente da mais instigante universidade de arte, design e arquitetura já existente, ao lado da Bauhaus. a partir daí o catálogo tem trazido textos dos mestres do período, como Maliévitch, Aleksei Gan e Lissítski. Em 2024, foi criado o Selo Taigá®, focado na literatura eslava contemporânea.
Conheça mais sobre a Kinoruss e seu catálogo completo em: https://www.kinoruss.com.br
Estamos no Instagram: @kinoruss_editora
no Youtube: https://www.youtube.com/@kinorussedicoes
e no Substack: https://kinorusseditora.substack.com/
Esclarecimento: a Kinoruss® não recebe qualquer apoio financeiro do governo russo. Têm se mantido ao longo dos anos, principalmente, com o apoio no financiamento coletivo é fundamental para a manutenção e ampliação dos trabalhos.
Editora Numa
Em duas de nossas recompensas contamos com a parceria da Editora NUMA, com o livro Mulheres de Cinema, organizado por Karla Holanda. A Numa é uma editora independente dedicada à publicação de obras relevantes no campo da ficção, da cultura e das artes.
***A queda da dinastia Románov, o filme inaugural de Esfir Chub, realizado em 1927 para celebrar os primeiros dez anos da REVOLUÇÃO DE OUTUBRO (Filme P&B, Sovkinó, Rússia, URSS), pode ser assistido na íntegra:
No Canal do Mosfilm no Youtube (Rússia): https://youtu.be/HaZs2H1Viys?is=kac5w9F-NmJB9mbh e no Canal do Mosfilm no Rutube (Rússia): https://rutube.ru/video/c0aaafe97fb58188254127bf449a6409/
***No Podcast Encontro do Mulheres, Karla Holanda conversa com Neide Jallageas sobre Esfir Chub: https://www.youtube.com/watch?v=WkLql4CdDT0
***Se quiser conhecer nossas Campanha de Financiamento Coletivo no Catarse anteriores:
El Lissítski: Arte e PANGEOMETRIA: https://www.catarse.com.br/arte_pangeometria
Diário do fim do mundo: https://www.catarse.com.br/diariodofimdomundo
MALIÉVITCH: Pintura e Arquitetura: https://www.catarse.com.br/plaquete2_malievitch
CONTRUTIVISMO: https://www.catarse.com.br/construtivismo
Andrei Tarkóvski 90 anos: https://www.catarse.com.br/at90anos
ENSAIOS SOBRE A GUERRA Rússia Ucrânia: https://www.catarse.com.br/ensaiossobreaguerra
CHUB: minha vida é o cinema: https://www.catarse.com.br/chub
MALIÉVITCH: Forma, Cor e Sensação: https://www.catarse.com.br/malievitch
VKHUTEMAS: https://www.catarse.com.br/vkhutemas
























