Quando Carlos Pessoa e eu começamos a escrever Conflitos e Colaboração: A Arte de Transformar Desafios em Oportunidades, tínhamos uma missão clara: desmistificar a ideia de que o conflito é algo destrutivo. Queríamos mostrar que, quando bem gerenciado, ele pode ser o maior motor de inovação de uma equipe. Ironicamente, escrever sobre resolução de conflitos enquanto colaborávamos na escrita foi um exercício constante de prática. Tivemos nossas divergências e momentos de “tensão criativa”, e cada um deles nos ensinou algo novo sobre o tema que estávamos explorando. Foi uma jornada de aprendizado na prática! O que começou como um rascunho de ideias se transformou em 13 capítulos que abordam desde o paradoxo da competição interna até técnicas práticas de mediação. Cada página foi pensada para profissionais que entendem que a verdadeira vantagem competitiva não está em evitar o atrito, mas em canalizá-lo de forma construtiva.
Como nos ensina o Prof. Antônio Batista da Silva Junior, Presidente Executivo da Fundação Dom Cabral, “Há um equívoco persistente no mundo da gestão: o de que organizações fortes são aquelas capazes de eliminar o conflito. A experiência, contudo, nos ensina exatamente o contrário. Ambientes vivos, inovadores e capazes de se reinventar são, inevitavelmente, espaços de tensão, divergência e fricção de ideias e pensamentos. A questão central não é a presença do conflito, mas a forma como a organização lida com ele”.








