
Um dos romances mais pessoais e intensos do autor, no qual poder, dinheiro e orgulho se entrelaçam às fragilidades do coração humano.
Dombey e Filho é a narrativa de um império erguido sobre a vaidade, mas impotente diante das marés que nenhum homem pode controlar. Nele, Dickens denuncia uma sociedade obcecada pela riqueza, mas nos oferece esperança no afeto capaz de redimir.
Entre os grandes romances da maturidade do autor, esta obra une crítica social mordaz, peso emocional e um retrato vívido das ilusões humanas no coração da Londres vitoriana.
No centro da narrativa está Paul Dombey, um homem austero e inflexível, convicto de que o legado de sua firma só encontrará continuidade através de um filho homem. Ao depositar todas as suas ambições no pequeno Paul, recém-nascido, ele renega cruelmente a filha mais velha, Florence, que o ama com devoção incondicional.
Paralelamente, surge Walter Gay, jovem íntegro e sensível, aprendiz na firma Dombey e Filho. Sua retidão contrasta com a frieza do mundo dos negócios, e sua amizade silenciosa com Florence, fundada na compaixão e no respeito, é um dos fios mais delicados e comoventes do romance. Surge ainda a figura de Edith, bela mulher marcada pelas ambições de sua mãe, que adentra a mansão Dombey e altera para sempre o curso da história.
Ao longo da narrativa, Dickens percorre os meandros da vaidade, da ambição desmedida e da rigidez das convenções sociais, mas também celebra a generosidade e a ternura, encarnadas em personagens inesquecíveis como o leal capitão Cuttle, o bondoso Solomon Gills, o Tio Sol, Susan Nipper e o fiel cão Diógenes, o Di. Todos eles, à sua maneira, simbolizam a possibilidade de renovação dos afetos em um mundo corroído pela indiferença.
Com sua galeria marcante de personagens, prosa vigorosa e um profundo senso de justiça poética, Dombey e Filho denuncia a desumanização do capitalismo e exalta o poder redentor do amor familiar, lembrando-nos de que, mesmo entre as ruínas da ambição, a esperança insiste em resistir.
Nosso projeto de apoio coletivo busca unir leitores apaixonados pela literatura clássica em torno de uma edição especial, digna da grandiosidade de Dickens. Um livro preparado com esmero, para ser lido, relido e guardado como verdadeiro tesouro.
Participar deste apoio coletivo é mais do que adquirir um exemplar: é tornar possível a publicação de uma obra-prima que merece brilhar em nossas estantes e em nossos corações.
Venha conosco redescobrir Dickens e permitir que sua genialidade chegue às mãos de novos leitores.

Vale destacar que a capa de Dombey e Filho é uma cena do livro pintada pela artista inglesa Eleanor E. Manly (1850-1931). Aqui, ela ilustrou um trecho após Florence explicar a lição a Paul, ele exclama:
— Ah, Floy! Como eu te amo! Como eu te amo, Floy!
— E eu a você, meu bem!
— Ah, estou certo disso, Floy!

Você pode apoiar apenas Dombey e Filho em CAPA DURA;
Pode apoiar Dombey e Filho em CAPA DURA, mais edição de A Pequena Dorrit, 880 páginas, em BROCHURA.
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• Tradução: Lígia de Medeiros Nogueira, mesma tradutora de Guisado Rubro e O Herdeiro de Radcliffe.
• Peso: 1,9 g
• Largura: 16 cm
• Altura: 23 cm
• ISBN: 978-65-88494-91-2
• Número de páginas: 912 páginas.
• Idioma: português
• Acabamento: Capa dura
• Pinturas das capas: Eleanor E. Manly (inglesa, 1850-1931).
• Ilustrações originais: Hablot Knight Browne
• Impressão gráfica: janeiro de 2026.
• Empacotamento e prazo de entrega dos Correios: 15 de fevereiro de 2026.
Os envios destes livros são feitos em embalagens de papelão (padrão da Pedrazul).






























