Entre os dias 28 e 31 de julho acontecerá o I Encontro Estadual de Mulheres Indígenas na Aldeia Ibiramã Kiriri do Acré, em Caldas, sul de Minas Gerais. Esse encontro, idealizado pela APOINME (Articulação dos Povos Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo), vai ser fundamental na organização das mulheres indígenas do estado de Minas, pois ele é um espaço de empoderamento, compartilhamento de conhecimentos ancestrais e fortalecimento da identidade indígena. Contamos com seu apoio, através de doações, para complementar o orçamento geral do projeto e assim poder cuidar de todos os detalhes. Queremos acolher essas mulheres da melhor forma possível e realizar um bonito encontro. Qualquer valor é importante e bem-vindo.
As mulheres indígenas enfrentam desafios únicos e complexos em suas comunidades. Elas têm sido historicamente marginalizadas e sofrem com a violência, o preconceito e a desigualdade. O Encontro proporciona um ambiente seguro e acolhedor onde essas mulheres podem se reunir, compartilhar suas experiências, discutir questões pertinentes e buscar soluções coletivas para os problemas que enfrentam, na conquista do território, na saúde, na educação...
Além disso, o evento é uma oportunidade valiosa para preservar e fortalecer a cultura indígena. Durante os dias de encontro, são realizadas atividades como rituais tradicionais, danças, cantos, troca de saberes e artesanato. Essas práticas são transmitidas de geração a geração e representam a riqueza cultural das comunidades indígenas. Apoiar esse evento significa contribuir para a preservação e promoção da diversidade cultural do nosso país.
Outro aspecto essencial desse encontro é o fortalecimento dos laços de solidariedade e união, a partir de uma rede de apoio e troca de experiências, onde as mulheres indígenas se unam para enfrentar os desafios comuns e construir estratégias coletivas. Apoiando a organização, você está ajudando a construir uma rede de solidariedade indígena, que é fundamental para enfrentar as adversidades e promover a igualdade étnica e de gênero.

Por fim, é importante destacar que o encontro é uma oportunidade de visibilidade e reconhecimento para essas mulheres, que são protagonistas na defesa dos direitos humanos, ambientais e territoriais. Elas têm um conhecimento profundo sobre as forças da natureza e a relação harmoniosa com o meio ambiente. Apoiar esse evento é reconhecer e valorizar a sabedoria e os conhecimentos tradicionais das mulheres indígenas, no sentido de construir uma sociedade mais justa e equitativa.
Contamos com o seu apoio para tornar o Encontro Estadual de Mulheres Indígenas uma realidade. Sua contribuição fará a diferença na vida dessas mulheres. Somos muito gratas!
Já agradecemos sua compreensão, seu carinho e o coração aberto. Juntas, podemos promover a igualdade, a diversidade e a justiça para todas as mulheres indígenas do nosso país. Faça parte dessa história, venha com a gente, vamos juntas!

A APOINME é uma organização indígena regional criada em maio de 1990, durante o I Encontro de articulação de povos indígenas da região Leste e Nordeste do país, realizado na Terra Indígena Pataxó Hãhãhãe, em Itabuna, Bahia. Suas principais bandeiras de luta são a defesa de direitos humanos e a regularização dos territórios indígenas da região. Com mais de 30 anos de existência, atuam junto a uma população constituída por mais de 213 mil indígenas, em territórios e comunidades dos 10 estados em sua área de abrangência: Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe.
Nós somos a Aliança em Prol da APA da Pedra Branca, uma associação de entidades com mais de 20 anos de experiência na promoção do desenvolvimento sustentável e solidário e na proteção da biodiversidade, dos bens ambientais e culturais presentes na Serra da Pedra Branca. Nós apoiamos a aldeia Ibiramã Kiriri do Acré desde que os kiriris se estabeleceram no bairro rural do Rio Verde, há 6 anos. Nessa frente de trabalho, contamos com a parceria da FUNAI, do CIMI, da CPT, do CEFET, da paróquia de Caldas, da associação comunitária do Rio Verde e das universidades: UEMG, UNIFAL e Unicamp.







