ELIANE DUARTE — FLOR DE LÓTUS
UM FILME INICIADO EM 1997. UMA OBRA QUE CONTINUA VIVA.
Eliane Duarte — Flor de Lótus é um filme sobre arte, corpo, memória, feminino e transformação.
Comecei a filmar Eliane Duarte em 1997.
Durante quase uma década, a câmera acompanhou sua presença, seus ateliês, seu processo de criação, suas obras, exposições, pensamentos e movimentos.
Essas imagens atravessaram o tempo.
Hoje, elas constituem um arquivo cinematográfico raro sobre uma artista brasileira cuja obra alcançou importantes museus, galerias e coleções no Brasil e no exterior — e cuja potência permanece extraordinariamente contemporânea.
Ao arquivo filmado entre 1997 e 2006 somam-se textos e poesias escritos pela própria Eliane entre 1987 e 2005.
Imagem, corpo, obra e palavra passam a constituir uma mesma matéria cinematográfica.
Quase três décadas depois das primeiras filmagens, Flor de Lótus entra em uma nova etapa de realização.
E queremos realizá-la também com o público.
ELIANE DUARTE

QUEM FOI ELIANE DUARTE
Eliane Duarte nasceu no Rio de Janeiro, em 1943.
Entre 1987 e 1989, estudou na Escola de Artes Visuais do Parque Lage.
Em 1994, conquistou o 1º Prêmio do Salão Nacional de Artes Plásticas da Funarte, com a obra Veste.
Era o reconhecimento de uma pesquisa que progressivamente ultrapassava os limites convencionais da pintura.
A tela deixou de ser apenas uma superfície.
Eliane passou a cortar, macerar, dobrar, preencher, costurar e transformar tecidos.
Suas obras ganharam volume.
Ganharam pele.
Ganharam corpo.
Ganharam presença.
Tecidos, algodão, pigmentos naturais, cera, sementes, cordas, penas, moedas e outros materiais passaram a formar objetos, instalações, vestes, amuletos e entidades.
— ELIANE NO ATELIÊ

— VESTE

VESTE
Em 1994, Veste recebeu o 1º Prêmio do Salão Nacional de Artes Plásticas da Funarte.
A partir desse período, corpo, pele, maceração, costura e transformação da matéria tornaram-se elementos fundamentais da poética de Eliane.
CORPO. PELE. COSTURA. MATÉRIA.
A costura ocupa um lugar central em sua obra.
Mas não como acabamento.
Não como decoração.
Não como um fazer feminino domesticado.
Em Eliane, a agulha atravessa a matéria.
A costura une, fere, reconstrói, protege e transforma.
O que tradicionalmente poderia ser entendido como atividade doméstica torna-se linguagem artística e potência.
— RIBALTA

— YEMANJÁ

— VESTIDO DE NOIVA

Eliane escreveu:
“Meu trabalho é quase uma reza.”
A ideia de reza atravessa seu modo de fazer.
Costurar lentamente.
Unir partes.
Criar objetos capazes de adquirir presença própria.
Suas obras aproximam pele e tecido, corpo e natureza, matéria e espiritualidade.
São vestes, flores, cachos, amuletos, entes.
Objetos que parecem guardar memória.
UMA TRAJETÓRIA DA ARTE BRASILEIRA
A produção de Eliane atravessou importantes espaços da arte brasileira.
Entre eles:
Escola de Artes Visuais do Parque Lage
MAM Rio de Janeiro
MAC Niterói
Paço Imperial
Museu Nacional de Belas Artes — Rio de Janeiro
Itaú Cultural — São Paulo
Galeria Anna Maria Niemeyer — Rio de Janeiro
Galeria Camargo Vilaça — São Paulo
Sua obra também participou de exposições internacionais em instituições e espaços como:
Solomon R. Guggenheim Museum — Nova York
Museo del Barrio — Nova York
Culturgest — Lisboa
Museo Alejandro Otero — Caracas
BildMuseet — Umeå, Suécia
Fondation Cartier pour l’art contemporain — Paris
entre outros circuitos internacionais.
— OXÓSSI

— ÓRGÃOS
UMA OBRA PRESENTE EM IMPORTANTES COLEÇÕES
A presença de Eliane não terminou com suas exposições.
Suas obras passaram a integrar importantes coleções brasileiras e internacionais.
Entre elas:
Coleção João Sattamini / MAC Niterói
Coleção Gilberto Chateaubriand / MAM Rio
Coleção MAC São Paulo
Fondation Cartier pour l’art contemporain — Paris
Coleção Cisneros
Museo Alejandro Otero — Caracas
e outras coleções.
— YEMANJÁ
A Fondation Cartier começou a adquirir obras de Eliane em 2000.
Depois de sua morte, sua produção continuou atravessando fronteiras.
Em 2014, suas obras estiveram em Mémoires Vives, na Fondation Cartier, em Paris.
Em 2017, chegaram ao Seoul Museum of Art, na Coreia do Sul, na exposição da coleção da Fondation Cartier.
E sua obra integra novamente a programação internacional da Fondation Cartier em Exposition Générale, apresentada em Paris em 2025–2026.
A artista partiu.
A obra continuou viajando.
O FEMININO COMO POTÊNCIA
Existe uma questão fundamental atravessando a obra de Eliane Duarte.
O feminino.
Não como ornamento.
Não como representação idealizada da mulher.
Não como tema periférico.
O feminino aparece na relação entre corpo e matéria, na costura, na pele, na natureza, no sagrado, na criação, na ferida e na possibilidade de reconstrução.
Práticas historicamente associadas ao universo doméstico feminino são deslocadas.
A agulha torna-se instrumento de criação.
A costura torna-se gesto.
O tecido ganha corpo.
O que poderia ser considerado frágil adquire força.
— BOI

Essa dimensão torna a obra de Eliane especialmente atual.
Questões que atravessam hoje arte, feminismo, ecologia, corpo, ancestralidade e relações entre natureza e cultura já apareciam intuitivamente em sua produção.
QUATRO MULHERES E UM DESTINO

Em 1996, Eliane Duarte integrou o livro Quatro Mulheres e um Destino — Arte e Psicanálise, de Maria Aparecida Bueno, publicado pela Uapê Editora, no Rio de Janeiro.
A publicação reúne entrevistas com quatro mulheres de universos distintos da cultura brasileira:
Hilda Hilst
Fernanda Montenegro
Fernanda Torres
Eliane Duarte
Arte, literatura, teatro, cinema, criação e psicanálise se encontram através da palavra dessas quatro mulheres.
A presença de Eliane nesse conjunto revela uma dimensão essencial de sua trajetória: sua obra não existia isolada, mas participava de um campo mais amplo de pensamento sobre o feminino, o corpo, a criação e a subjetividade no Brasil dos anos 1990.
No livro, Eliane fala diretamente sobre seu processo criativo e sobre o momento em que uma obra passa a existir.
Sua participação constitui também um registro de sua voz e de seu pensamento sobre a própria criação — dimensão que, décadas depois, retorna como matéria fundamental de Flor de Lótus.
Há ainda uma ligação material entre Eliane e a própria publicação: registros bibliográficos indicam que ela realizou ilustrações para o livro, e exemplares catalogados descrevem a capa como criada a partir de seu trabalho Vênus.
QUATRO MULHERES. QUATRO VOZES.
Hilda Hilst. Fernanda Montenegro. Fernanda Torres. Eliane Duarte.
Em 1996, suas palavras se encontraram em um livro.
Quase três décadas depois, a palavra de Eliane volta a encontrar sua imagem no cinema.
FLOR DE LÓTUS
A obra permanece.
A voz permanece.
A memória continua em movimento.
REZA — UMA OBRA QUE RETORNA
Em 2024, a exposição individual Reza, na Central Galeria, em São Paulo, voltou a reunir trabalhos de Eliane Duarte.
Com texto crítico da curadora Catarina Duncan, a exposição recolocou sua produção diante de uma questão fundamental:
como construímos a memória da arte brasileira — e quem permanece fora dela?
A leitura curatorial de Reza reconhece a obra de Eliane como um legado da arte contemporânea brasileira e chama atenção para os mecanismos históricos que contribuíram para que a produção de muitas mulheres não recebesse reconhecimento proporcional à sua importância.
— EXPOSIÇÃO REZA, CENTRAL GALERIA, SP, 2024

— EXPOSIÇÃO REZA, CENTRAL GALERIA, SP, 2024

— EXPOSIÇÃO REZA, CENTRAL GALERIA, SP, 2024

— EXPOSIÇÃO ELAS, MAC NITERÓI, RJ, 2025

— EXPOSITION GÉNÉRALE, FODATION CARTIER, PARIS, 2025 — 2026
Revisitar Eliane não significa apenas olhar para trás.
Significa perceber o quanto sua obra continua falando sobre o presente.
É também dessa urgência que nasce Flor de Lótus.
FLOR DE LÓTUS
— OBRA FLOR DE LÓTUS, 2005

Existe uma obra de Eliane chamada Flor de Lótus.
Realizada em 2005, é construída com tecido, estopa, barbante, cera de abelha e pigmento.
Em 2025, a obra participou da exposição coletiva Quebracorpo, na Carpintaria — Fortes D’Aloia & Gabriel, no Rio de Janeiro.
A exposição reuniu trabalhos atravessados por ideias de fratura, sutura, costura e corpo.
A obra mede 90 × 15 × 6 cm.
Pequena diante de um corpo humano.
Imensa na história que agora queremos contar.
FLOR DE LÓTUS
Uma obra.
Um filme.
Uma memória que continua se transformando.
UM FILME ATRAVESSADO PELO TEMPO
FRAME DO FILME — 2003
As primeiras imagens foram realizadas.

FRAME DO ARQUIVO — 1997

A câmera continuou presente.
ELIANE DUARTE — 2006
2006
Os registros chegaram aos últimos anos de vida de Eliane.
O material não nasceu de uma entrevista retrospectiva realizada décadas depois.
A câmera estava lá.
Presenciou processos.
Gestos.
Conversas.
Ateliês.
Obras sendo construídas.
Exposições.
Movimentos do corpo.
Silêncios.
A própria passagem do tempo.
Hoje, essas imagens constituem a matéria histórica de Flor de Lótus.
A PALAVRA DE ELIANE
— ELIANE e YEMANJÁ - MAM RJ 1998

Existe outra dimensão fundamental desse arquivo.
A voz de Eliane.
O filme incorpora textos e poesias escritos pela artista entre 1987 e 2005.
Sua palavra não aparece para explicar didaticamente suas obras.
Ela existe como outra matéria do filme.
Imagem.
Som.
Corpo.
Palavra.
Silêncio.
Poesia.
O espectador não será convidado apenas a conhecer informações sobre Eliane Duarte.
Será convidado a entrar em contato com sua presença.
UM FILME FEITO DE DENTRO
"Comecei a filmar Eliane em 1997.
Antes de ser personagem de um filme, ela era minha mãe.
A câmera atravessou anos dessa convivência.
Filmei criação e cotidiano.
Ateliês e exposições.
Natureza e cidade.
Corpo e obra.
A proximidade tornei possível um arquivo que dificilmente poderia ser produzido a partir de fora.
Mas Flor de Lótus não pretende permanecer dentro da memória familiar.
O movimento é justamente o contrário.
Transformar uma experiência íntima em memória pública.
Fazer com que essas imagens encontrem outras pessoas, outras mulheres, outros artistas, outras gerações e outros lugares do mundo".
Paulo Duarte, 2026.
CINEMA ARQUETÍPICO
Flor de Lótus é também atravessado pela pesquisa cinematográfica que desenvolvo como realizador: o Cinema Arquetípico.
Um cinema construído a partir da presença.
Do encontro.
Do corpo.
Da duração.
Do som.
Da relação direta entre câmera e acontecimento.
Um cinema em que o acaso e a própria realidade também participam da construção da obra.
Por isso, Flor de Lótus não pretende transformar Eliane em uma sequência convencional de fatos biográficos.
O filme procura criar um espaço onde imagem, palavra, corpo, obra, memória e tempo possam existir juntos.
ELIANE DUARTE
AS FITAS
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PARTE DESTA HISTÓRIA AINDA ESTÁ AQUI.
Uma parte importante das imagens de Flor de Lótus permanece registrada nos suportes originais utilizados ao longo dos anos.
Essas imagens precisam ser identificadas, organizadas, preservadas e digitalizadas.
Cada fita pode guardar um gesto.
Uma fala.
Uma obra que já não está no mesmo lugar.
Um instante que não pode ser filmado novamente.
Digitalizar esse material não é apenas uma etapa técnica.
É preservar memória.
[FOTO DETALHE DAS FITAS / ETIQUETAS / DATAS]
O FILME NÃO TERMINA NO ARQUIVO
O passado é uma das matérias de Flor de Lótus.
Mas não será a única.
O filme ainda terá novas filmagens.
O presente encontrará as imagens iniciadas em 1997.
Novas paisagens, obras, lugares, corpos e movimentos construirão relações com aquilo que permaneceu registrado.
O tempo não será escondido.
Será matéria do filme.
[IMAGEM / LOCAÇÃO DAS NOVAS FILMAGENS]
O QUE JÁ EXISTE
✓ Arquivo cinematográfico iniciado em 1997
✓ Imagens de Eliane Duarte
✓ Registro de seu processo de criação
✓ Ateliês
✓ Exposições
✓ Obras
✓ Entrevistas e falas da artista
✓ Textos e poesias escritos entre 1987 e 2005
✓ Pesquisa artística e histórica
✓ Projeto cinematográfico
✓ Projeto aprovado para captação pela Lei Rouanet
Agora precisamos colocar tudo isso em movimento.
O QUE PRECISAMOS REALIZAR
PRESERVAR
Organizar e digitalizar o acervo histórico.
FILMAR
Realizar as novas sequências que completarão o percurso cinematográfico.
MONTAR
Fazer arquivo, novas imagens, poesia, obra e memória encontrarem sua forma cinematográfica.
CRIAR O SOM
Construir edição, desenho e paisagem sonora.
TRABALHAR A COR
Construir unidade visual entre materiais realizados em épocas e suportes diferentes.
FINALIZAR
Preparar o filme em seus formatos finais.
TORNAR ACESSÍVEL
Produzir os recursos de acessibilidade previstos para ampliar seu alcance.
FAZER CIRCULAR
Preparar Flor de Lótus para encontrar públicos no Brasil e no exterior.
PRIMEIRA ETAPA
R$ 40.000
Não estamos pedindo ao público que financie quase R$ 1 milhão de uma só vez.
Estamos propondo algo diferente:
REALIZAR FLOR DE LÓTUS POR ETAPAS.
O projeto completo possui orçamento de R$ 998.848,14, autorizado para captação por meio da Lei Rouanet — PRONAC 252312.
O Catarse abre agora uma frente de participação direta do público nessa realização.
A PRIMEIRA ETAPA COMEÇA COM R$ 40 MIL.
Esse primeiro movimento será direcionado prioritariamente à preservação e digitalização de materiais do arquivo, organização do acervo, preparação das novas filmagens e avanço das etapas iniciais de construção do filme.
[ARTE GRÁFICA — R$ 40.000 / PRIMEIRA ETAPA]
Cada resultado desta etapa será compartilhado com quem estiver construindo o filme conosco.
Queremos mostrar as fitas.
A digitalização.
As imagens recuperadas.
As novas filmagens.
O processo de montagem.
O nascimento do filme.
R$ 40 MIL NÃO É O FIM.
É O PRIMEIRO MOVIMENTO.
Quando esta etapa avançar, Flor de Lótus seguirá para novos ciclos de realização e financiamento coletivo.
A próxima campanha nascerá do que esta primeira tornar possível.
E cada nova etapa poderá ampliar a comunidade ao redor do filme.
Queremos construir um movimento em que quem apoia possa acompanhar aquilo que seu apoio tornou possível.
Não apenas financiar um filme.
Participar de sua existência.
UM PROJETO DE R$ 998.848,14
Flor de Lótus possui orçamento global autorizado para captação de:
R$ 998.848,14
Lei Rouanet
PRONAC 252312
Artigo 18
Proponente: Guajupiá Filmes Ltda.
A realização integral envolve pré-produção, novas filmagens, equipe técnica, produção de imagem e som, montagem, correção de cor, finalização, acessibilidade, administração, comunicação e demais etapas necessárias à realização e circulação do filme.
O financiamento coletivo pelo Catarse é uma das frentes dessa construção.
Paralelamente, o projeto realiza captação de patrocínios incentivados pela Lei Rouanet.
EMPRESAS E INCENTIVADORES
FLOR DE LÓTUS TAMBÉM PODE RECEBER PATROCÍNIO PELA LEI ROUANET
O projeto está enquadrado no Artigo 18 da Lei Rouanet.
Empresas tributadas pelo Lucro Real podem destinar recursos ao projeto dentro dos limites fiscais aplicáveis.
Pessoas físicas também podem incentivar projetos culturais utilizando parte do Imposto de Renda devido, respeitados os limites previstos pela legislação.
PRONAC 252312
Valor total autorizado para captação: R$ 998.848,14
CONTATO PARA PATROCÍNIO E INCENTIVO
Guajupiá Filmes
guajupiafilmescontato@gmail.com
QUEM REALIZA
PAULO DUARTE
Direção · Roteiro · Produção Executiva
Cineasta e produtor executivo brasileiro, com trajetória no cinema desde 1997.
Fundador da Guajupiá Filmes e criador do Cinema Arquetípico, desenvolve uma pesquisa cinematográfica autoral baseada em presença, corpo, imagem, som, acontecimento e processos de criação.
Em Flor de Lótus, dirige um filme iniciado a partir da convivência e das imagens que começou a realizar de Eliane Duarte em 1997.
PAULO DUARTE
REALIZAÇÃO
VOCÊ TAMBÉM PODE FAZER PARTE DE FLOR DE LÓTUS
Cada apoio participa de uma etapa concreta da realização.
Criamos diferentes formas de aproximação com o filme.
SEMENTE
FLOR
FLOR DE LÓTUS
CÍRCULO FLOR DE LÓTUS
APOIADOR ESPECIAL
GUARDIÃO FLOR DE LÓTUS
PARCEIRO FLOR DE LÓTUS
Escolha a forma de participação que fizer sentido para você.
Também é possível apoiar sem escolher recompensa.
O mais importante é colocar esta história em movimento.
ELIANE DUARTE — FLOR DE LÓTUS
UMA MEMÓRIA VIVA EM MOVIMENTO.
Este filme começou em 1997.
Atravessou imagens, obras, palavras, fitas, lugares, perdas e quase três décadas de tempo.
Agora começa um novo movimento.
Preservar.
Filmar.
Montar.
Escutar.
Transformar.
Fazer circular.
A PRIMEIRA ETAPA É R$ 40 MIL.
Não é o orçamento inteiro do filme.
É o próximo passo.
E queremos realizá-lo com você.
FAÇA PARTE DE FLOR DE LÓTUS.
APOIE.
COMPARTILHE.
AJUDE ESTA OBRA A ENCONTRAR NOVAS GERAÇÕES.











