TODOS OS ENVIOS JÁ FORAM REALIZADOS! PROCURE SEU RASTREIO NA ABA NOVIDADES.
Como nossa arrecadação superou a meta principal, cada uma das metas estendidas abaixo passa a incrementar os pacotes de todos os apoiadores no momento em que forem alcançadas. Nossa intenção é, com o perdão da falta de modéstia, usar essas metas para fazer com que esta seja a mais completa edição do romance já editada em português.
Bem-vindos à nossa nova campanha aqui no Catarse! Desta vez, gostaríamos de apresentar nossa edição crítica e repleta de extras do clássico Frankenstein (1818), de Mary Shelley, que se preocupa em explorar a trajetória da obra desde sua concepção até seu desenvolvimento nos palcos teatrais e no cinema.

O livro é o quinto volume da coleção Imaginário Gótico, composta por edições de referência de clássicos góticos e também por importantes títulos da tradição gótica que permaneciam inéditos no Brasil.
Nossa edição se baseia no texto de 1831, mas rastreia todas as alterações efetuadas pela autora em relação à de 1818 (incluindo traduções extras dos trechos alterados e suprimidos).
A cor escolhida para a lombada e a quarta capa deste volume foi o verde (a inspiração foi o "vert de monstre", ou "verde de monstro", usado das maquiagens da criatura nas primeiras adaptações teatrais do romance), e a ilustração escolhida para compor a capa é de autoria da artista polonesa Milena Młynarska.

- Prefácio por Alexander Meireles da Silva
- Tradução comentada dos prefácios e do romance por Martha Argel e Humberto Moura Neto
- Notas comparando as edições de 1818 e 1831 por Felipe Vale da Silva
- Biografia de Mary Shelley por Lucas Zaparolli de Agustini
- Tradução da adaptação teatral francesa O Monstro e o Mago (1826), de Jean-Toussaint Merle e Antony Béraud, por Bruno Anselmi Matangrano
- Filmografia com 100 fichas técnicas por Carlos Primati
- Artigo inédito do antropólogo Fernando Vugman
- Artigo inédito do pesquisador e crítico Carlos Primati
- Galeria de imagens com 20 páginas por Cid Vale Ferreira
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Todos os conteúdos detravados pelas metas estendidas! (Ver abaixo.)

Além do livro e dos itens exclusivos desta campanha, outras recompensas podem ser adicionadas ao seu pacote. Abaixo você pode conhecer cada uma delas.
A cada campanha, conseguimos atingir novos leitores que ainda não conheciam nossas editoras, motivo pelo qual estão disponíveis dois combos com volumes anteriores da coleção Imaginário Gótico. Quer conhecer melhor os títulos já lançados pela coleção? Seguem os links de cada um: O Aparicionista, O Necromante, O Vampiro e Fantasmagoriana.
Poucos romances tiveram uma trajetória cultural tão robusta e abrangente como Frankenstein, mas suas primeiras adaptações como peça teatral (Presunção, ou a Sina de Frankenstein, de 1823) e como conto (“O Monstro Criado Pelo Homem”, de 1825), permaneciam inéditas em português. Este livro da coleção Teatro Insólito reúne essas duas versões em novas traduções de Alcebiades Diniz Miguel que revelam as primeiras transformações que esse mito moderno experimentou antes de consagrar-se mundialmente pelas telas do cinema.
A coleção de três obras essenciais do Sturm und Drang (Tempestade e Ímpeto) revela uma faceta das origens da quebra de paradigmas estéticos que prepara terreno para a estética do grotesco. Uma geração antes de Mary Shelley, a Alemanha viu surgir uma vanguarda nas mãos da qual os valores das belas artes são subvertidos. O jovem Goethe escreveu Götz von Berlichingen em 1773, uma peça sobre a decaída da ordem dos cavaleiros livres na Idade Média alemã. Daí em diante, peças do Sturm und Drang passam a tematizar possíveis origens da decaída dos grandes ideias da humanidade, do momento em que idealismo se reverte em barbárie, muito afim à tragédia de Victor Frankenstein. A coleção conta também com uma crítica mordaz do militarismo em Os Soldados, de J. M. R. Lenz (1776), e A Conspiração de Fiesco em Gênova (1783) de Friedrich Schiller, uma tragédia sobre a tentativa de golpe de Estado na República de Gênova em 1547.
Os livretos do clube Raridades do Conto Gótico disponibilizaram ao público brasileiro uma seleção criteriosa de narrativas góticas curtas, que foram publicadas em formato A6 e papel couchê. Sua lista de títulos inclui três obras de especial interesse para esta campanha. O primeiro é o conto Ferdinando Eboli (1828), de Mary Shelley, inspirado pelo tema do Doppelgänger (acompanha marcador próprio e card da autora). As outras duas narrativas tratam de temas que a crítica da época considerou relacionados a Frankenstein: a vida de um anão nascido com deformidades em Manuscrito Encontrado em um Hospício (1829), de Bulwer-Lytton, e a tentativa de reanimação de cadáveres por meio do elixir da vida em Vida na Morte (1833), de autoria anônima.

Confira abaixo o cronograma estimado (que pode vir a sofrer alterações, especialmente se metas estendidas forem batidas).
Janeiro e fevereiro: Divulgação da campanha.
Março e abril: Edição.
Maio: Diagramação, revisão e produção das recompensas. Aprovação da prova física.
Junho: Impressão.
Julho: Envios (saída do estoque até o fim do mês, o prazo para o recebimento depende também do tempo que os Correios levarão até finalizar a entrega).
Importante!
Caso o projeto destrave metas estendidas, um novo cronograma (com mais tempo para a produção do livro) será enviado aos apoiadores após o fim da campanha (podendo estender-se até setembro).
A caixa de cada apoio será enviada ao endereço fornecido pelo apoiador no momento de realização do apoio e poderá ser atualizado exclusivamente por meio de um questionário do Catarse que será aberto cerca de 10 dias antes do envio.
Os rastreios dos envios serão enviados por e-mail e ficarão disponíveis na aba Novidades do projeto. Esse código poderá ser consultado pelo apoiador no site dos Correios.
Para acompanhar as últimas notícias relacionadas a este projeto, visite esta página e clique na aba Novidades ou siga o canal do Sebo Clepsidra no Telegram. Isso pode ser feito tanto durante a campanha quanto após ela.

Mary Wollstonecraft Shelley (nascida Godwin, 1797-1851)
Na Era vitoriana, Mary Wollstonecraft Godwin muitas vezes era vista como resultado de um experimento. Os pais foram duas figuras polêmicas – a filósofa protofeminista Mary Wollstonecraft e o jornalista anarquista e militante do ateísmo William Godwin. Contra todas as expectativas, a filha única desses dois arautos da renovação social cria seu romance de estreia como uma das mais refinadas reflexões sobre a solidão humana. Frankenstein (1818) é comumente lembrado como romance do sensacionalismo gótico durante o Romantismo britânico, produto da influência de Percy Shelley, Byron e Polidori sobre a jovem Mary – mas não há maior crítica ao egotismo da era romântica do que os descaminhos de Victor Frankenstein com sua própria ambição faústica. Tal crítica rendeu à autora uma fama póstuma muito mais ampla do que a de seus comparsas (inclusive de Percy Shelley, com quem foi casada entre 1817 e 1822), permitindo que Frankenstein se tornasse o que é hoje: muito além de um livro sobre o pior pai da história, trata-se de um marco na literatura de ficção científica e de horror, uma das obras literárias mais adaptadas na história do cinema, uma reflexão prototípica de embates atuais do pós-humanismo e da bioética.
Após a morte do marido, Mary Shelley passou o restante de sua vida em relativa reclusão na Inglaterra, vivendo como mãe e escritora profissional prolífica, cuja obra vem sendo redescoberta nas últimas décadas (destaque aqui para o romance apocalíptico The Last Man, de 1826, e a novela sobre incesto Matilda, de 1820). Faleceu em 1851 após uma década lutando contra um tumor cerebral.


A editora Clepsidra, ligada às livrarias de mesmo nome em São Paulo e membro-fundadora da Coesão Independente, tem como foco principal a edição de obras que orbitam os imaginários gótico, romântico e decadentista (sem, porém, restringir-se a eles). Suas obras incluem resgates de clássicos inéditos e outros títulos que ajudam a democratizar o acesso ao horror clássico no Brasil.
Aetia é uma editora paulistana que surge da iniciativa de profissionais de Letras e Design de publicar obras da literatura universal inéditas ou pouco acessíveis em língua portuguesa. A editora é um membro da Coesão Independente desde o início do coletivo.
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