HUMO: HISTÓRIAS DE FOGO E ILUSÃO
Um álbum que reúne, pela primeira vez, seis histórias dos mestres do traço, Enrique e Alberto Breccia, com roteiros de Juan Sasturain (Perramus). Com textos de abertura do próprio Sasturain e de Martín Breccia, neto de Alberto e filho de Enrique.
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Cada história desta edição, foram publicadas em períodos distintos, cada uma com um objetivo editorial diferente, algumas ligadas a Espanha (da época em que as histórias foram produzidas), a defesa aos direitos humanos e claro, a geopolítica internacional. Além disso, temos histórias que compõe esse álbum que mostram as presença do povo Basco (povos de origem do País Basco, localizado em províncias na Espanha e França) na Argentina.
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Editorial:
Capa dura, 64 páginas coloridas, miolo: Offset 120g
Formato: 20x24cm
Teremos um bookplate autografado por Enrique Breccia, confira a arte:
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Conheça as histórias que fazem parte dessa edição:
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Os Autores:
JUAN SASTURAIN
Nasceu em Buenos Aires, Argentina, em 1945. É escritor, jornalista, ensaísta, roteirista de histórias em quadrinhos e apresentador de TV. Formado em Letras e professor, iniciou sua carreira como redator nos anos 1970. Colaborou no Clarín, La Opinión, Página 12 e Nuevo Sur. Foi chefe de redação da revista SuperHumor e dirigiu a mítica revista Fierro, de 1984 até 1988. Junto a Alberto Breccia realizou Perramus. Em 1985 publicou o romance Manual de perdedores, ao qual se seguiram Arena en los zapatos (1989), Los sentidos del agua (1992) e El último Hammett (2018), entre outros livros. Entre seus livros de ensaios, entrevistas e conversas, destacam‑se El domicilio de la aventura (1993), Buscados vivos (2004) e Breccia, el Viejo (2013). Foi autor de volumes de poesia como Carta al Sargento Kirk y otros poemas de ocasión (2005) e El versero (2016). Também apresentou programas de TV de grande sucesso, como “Ver para leer” o “Continuará...”. De 2020 até 2023 foi diretor da Biblioteca Nacional. Seu último romance é Tinta China (2025).
ENRIQUE BRECCIA
Nasceu em Buenos Aires, Argentina, em 1945. Pintor, quadrinista, roteirista e ilustrador. Junto com seu pai Alberto, ilustrou a história em quadrinhos La vida del Che (1968), com roteiro de Héctor G. Oesterheld e, posteriormente, colaborou na segunda versão de El Eternauta (1969). Nos anos 1970 e 1980, consolidou sua fama como quadrinista graças a trabalhos como Marco Mono, Alvar Mayor, El Peregrino de las estrellas e Los enigmas del P.A.M.I., nos quais formou uma parceria excepcional com o roteirista Carlos Trillo. Outras obras de destaque foram La leyenda de Thyl Ulenspiegel, El buen Dios, o ciclo de La Guerra del Desierto e sua colaboração na seção La Argentina en pedazos, publicada na revista Fierro. Sua obra mais pessoal foi e sempre será El Sueñero, publicada em meados dos anos 80. Enquanto colaborava ininterruptamente com o mercado italiano, produziu os livros Lope de Aguirre (1989) e De mar a mar (1992), nos quais retratou episódios da conquista espanhola. Trabalhou nos Estados Unidos para as editoras Marvel e DC, onde publicou Lovecraft e a série Swamp Thing. Seus últimos trabalhos foram as graphic novels Tex, Los Centinelas e Golgotha.
ALBERTO BRECCIA
Nasceu em Montevidéu, Uruguai, em 1919. Quadrinista, ilustrador e pintor. Seus primeiros trabalhos foram para a editora Manuel Láinez, onde produziu inúmeras capas e histórias em quadrinhos. Em 1948 começou a ilustrar a série Vito Nervio, para a revista Patoruzito, com roteiro de Leonardo Wadel. Em Sherlock Time (1958), com roteiro de Héctor G. Oesterheld, aprofundou o estudo de sombras com o uso do preto e branco puro. No início dos anos sessenta, colaborou com a editora inglesa Fleetway, com um estilo que aperfeiçoou definitivamente em Mort Cinder (1963–1966), com roteiro de Oesterheld, onde acrescentou todo tipo de experimentação técnica. No final dos anos 1960 realizou, em colaboração com seu filho Enrique, La vida del Che (1968) e El Eternauta (1969). Los Mitos de Cthulhu (1973), com adaptação de Norberto Buscaglia, provavelmente é seu trabalho mais ousado artisticamente. Na fase mais madura de sua carreira colaborou com escritores prestigiosos como Carlos Trillo, com quem realizou obras como Un tal Daneri e Nadie. Juntamente com Juan Sasturain realizou a série Perramus, que lhes rendeu o prêmio da Anistia Internacional. Faleceu em 1993.











