Você só soube deste projeto agora e quer apoiar? Não se preocupe: escreva para o e-mail livedequadrinhos@gmail.com e faça o seu pedido! Ainda dá tempo!
Aproveite para conhecer nosso novo projeto no Catarse: Cisco Kid, de José Luis Salinas, num volume de luxo com as artes do mestre totalmente RESTAURADAS!
Apoie aqui: www.catarse.me/ciscokid
Estou entusiasmado para mostrar este vídeo! Olha como ficou linda a edição de O Judoka por Eduardo Baron!!! Valeu a pena fazer este volume e esperar cada minuto até chegar da gráfica!!! Agora vamos preparar os pacotes com todo o carinho para enviar aos apoiadores.
E não custa nada avisar: amanhã termina esta campanha!!! O Judoka por FHAF – Segunda Edição está lindíssimo também!!! Se você não garantiu o seu, não perca esta oportunidade de reservá-lo com o desconto exclusivo do catarse. Este volume vai para a gráfica na próxima semana!!
Um abraço,
Francisco Ucha
Lançado em 1969, quando se comemoravam os 61 Anos da Imigração Japonesa no Brasil, O Judoka foi o mais bem-sucedido super-herói nacional e o primeiro personagem de nossos quadrinhos a ser adaptado para um filme no cinema. Mas, antes de tudo é bom ressaltar o respeito que seu editor Adolfo Aizen, dono da icônica Editora Brasil-América / Ebal, tinha pelas tradições japonesas e isso transparece no cuidado editorial dado à revista.
Percebendo o enorme potencial do Judô no Brasil, arte marcial da moda – e ainda hoje uma grande força esportiva e olímpica do país –, Aizen decidiu lançar um herói brasileiro chamado O Judoka, cuja identidade secreta era o estudante Carlos, treinado pelo Shihan Minamoto nas artes marciais.
Suas histórias procuram respeitar a cultura milenar do Japão, mesmo que de forma superficial. A chegada de Carlos à casa de Minamoto, as citações ao genial poeta Ariwara no Narihira, a cerimônia do chá e os treinos de Judô são exemplos da preocupação de Aizen em enaltecer os costumes japoneses numa história em quadrinhos que era lida, principalmente, por crianças e adolescentes no final dos anos 1960.
A revista O Judoka tinha um diferencial desde seus primeiros números: preocupado em atingir diretamente os amantes das artes marciais e estabelecer um intercâmbio com lideranças dos clubes e academias de Judô, Adolfo Aizen abriu espaço para divulgar e incentivar a prática dessa arte com a publicação do noticiário oficial da Federação Guanabarina de Judô (hoje Federação de Judô do Estado do Rio de Janeiro) nas últimas páginas da revista. Chamada de Judô-Notícias, a seção também apresentava lições esquematizadas de Judô e era recheada de fotos de torneios e informações sobre os campeonatos. Na contracapa era publicada a Galeria dos Judokas, com fichas técnicas dos principais mestres de Judô do país.
Outro acerto de Aizen para chamar atenção dos praticantes de Judô para seu personagem, foi a orientação que ele deu ao roteirista Pedro Anísio e aos desenhistas da revista, para que as cenas dos treinos de Carlos com o Shihan Minamoto e as cenas de luta do Judoka, valorizassem os movimentos, o tempo e alguns detalhes do Judô como forma de arte marcial. Isso é evidenciado, principalmente, nas histórias desenhadas pelo jovem Eduardo Baron, o primeiro desenhista do Judoka.
Este é um personagem que precisa ser descoberto pelos novos leitores de quadrinhos e mangás, afinal O Judoka abriu um espaço pouco explorado na época: as tradições e as artes marciais japonesas.
Volume 1 – O Judoka por Eduardo Baron
O primeiro volume desta coleção traz de volta, totalmente restauradas, as quatro histórias em quadrinhos desenhadas por Eduardo Baron, o grande desenhista da Ebal de apenas 22 anos, que tinha um estilo inconfundível com um pincel marcante de traços rústicos que acentuavam o claro/escuro.Baron foi o artista escolhido pela direção da Ebal, para desenhar a primeira HQ do Judoka.
O Judoka por Eduardo Baron é um álbum de luxo no formato 21 x 28 cm com capa cartonada, com laminação especial e orelhas. São 144 páginas impressas em papel couchê 150g, com 16 páginas coloridas e 128 páginas em preto & branco. São publicadas as quatro aventuras desenhadas e arte-finalizadas por Eduardo Baron entre os anos de 1969 e 1971. São elas: O Shiram Mágico; O Roubo da Lua; O Robô Assassino e O Falso Judoka.
Volume 2 – O Judoka por FHAF
Assinando suas histórias em quadrinhos como FHAF, o quadrinista Floriano Hermeto estreou na revista O Judoka em 1970, apenas sete edições depois do lançamento do herói brasileiro. Foi um assombro! Logo de saída ele deu mais consistência aos roteiros colocando o herói em intrincadas tramas internacionais e fez uma brilhante releitura da estrutura visual das aventuras do personagem.
Com um traço arrojado e inovador, seu desenho lembrava o estilo moderno de artistas como Jim Steranko, Guido Crepax e Esteban Maroto que, na época, não eram tão conhecidos no Brasil. Assim, O Judoka alcançou um patamar artístico que chamou atenção da crítica e do público e transformou o personagem para sempre.
O Judoka por FHAF é um álbum de luxo no formato 21 x 28 cm com capa cartonada, laminação especial e orelhas. São 200 páginas impressas em papel couchê 150g, com 16 páginas coloridas e o restante em preto & branco. São publicadas as cinco aventuras desenhadas e arte-finalizadas por Floriano Hermeto entre os anos de 1970 e 1973.

O Judoka foi o primeiro personagem em quadrinhos do Brasil a ser adaptado para o cinema!
RECOMPENSAS: itens de colecionador!
Colocamos à disposição dos leitores do Judoka quatro itens de colecionador que só serão encontrados nesta campanha do Catarse:
• Nove reproduções dos cartões postais clássicos desenhados por Eduardo Baron distribuídos pela Ebal no final dos anos 1960!
Baron foi um dos mais prolíficos capistas das revistas da editora e desenhou inúmeros personagens da Marvel e da DC. Ele fez postais e cartazes que se tornaram icônicos na lembrança dos fãs da editora, entre os quais estes 9 postais que selecionamos: Capitão América, Thor, Judoka, Superboy, Tarzan, Supermoça, Batman, Hulk, Homem de Ferro e Hulk.
• Cinco reproduções das capas do Judoka desenhadas por FHAF em formato de cartão postal!
• Duas canecas com o desenho de Eduardo Baron para a cerimônia do chá entre o Shihan Minamoto e seu “deshi” Carlos (O Judoka).












