
Acreditando que este é o momento de levantar todas as armas possíveis contra o fascismo, no caso da editora Andarilho só há uma: os livros. Sendo assim, com toda a honra apresentamos uma obra que vem lutando contra as ondas de fascismo há mais de 80 anos, e esperamos que embarquem conosco nessa luta.
Publicada pela primeira vez em 1935, Nunca vai acontecer aqui, de Sinclair Lewis — vencedor do prêmio Pulitzer de Ficção e também consagrado com um Nobel de Literatura —, apresenta uma obra distópica com um regime autoritário fascista, antecipando algumas das ideias exploradas em 1984, de George Orwell.

Com Hitler na Alemanha e Mussolini na Itália, a América não poderia ficar para trás. 𝗡𝘂𝗻𝗰𝗮 𝘃𝗮𝗶 𝗮𝗰𝗼𝗻𝘁𝗲𝗰𝗲𝗿 𝗮𝗾𝘂𝗶 é uma obra distópica que descreve a ascensão do fascismo nos Estados Unidos. Este é o cenário sombrio construído primorosamente pelo escritor premiado Sinclair Lewis.
Considerado um dos maiores escritores do século XX, Lewis levará o leitor num debate profundo através dos olhos de Doremus Jessup, um jornalista cético, acostumado à rotina e à tranquilidade de uma cidade pequena, que se vê enlaçado em um dos seus piores pesadelos: o fascismo finalmente chega aos Estados Unidos sob a figura do senador populista Berzelius Windrip, que, munido com uma milícia particular, tem grandes planos para o país.
A expressão que dá nome ao título do livro It can't happen here (Nunca vai acontecer aqui), cunhada por Sinclair Lewis, é a mesma usada pelos americanos, até os dias atuais, para expressar incredulidade diante de uma possível ditadura.
“O romance que previu o apelo autoritário de Donald Trump” – Salon
Harry Sinclair Lewis foi o primeiro escritor dos Estados Unidos a receber o Prêmio Nobel de Literatura, devido à sua “vigorosa arte gráfica de descrição e sua capacidade de criar, com sagacidade e humor, novos tipos de personagens”.
Autor de grandes obras como Doutor Arrowsmith, vencedora do Prêmio Pulitzer de Ficção, embora recusado pelo próprio escritor com a justificativa de que a atribuição de tal prêmio condicionaria as preferências estéticas do público. Lewis foi um dos grandes escritores do século XX, e suas obras são relevantes até hoje, como é o caso de seu escrito antifascista Nunca vai acontecer aqui, tema deste projeto de financiamento coletivo, no qual o autor exprime duras críticas ao fascismo e à abertura a essa linha de pensamento nos Estados Unidos.
Lewis também escreveu uma porção de contos menos conhecidos, dois deles estão destacados nesse projeto em forma de recompensa em formato digital: Posses e O chamado do campo. Ambos mostram a versatilidade do autor para discorrer sobre qualquer tema, provando ser, de fato, um escritor completo.
Sinclair Lewis faleceu em 1951, deixando para trás o seu legado na literatura e sua marca na luta contra o fascismo.
O livro será produzido em capa dura, no formato 16x23 cm, contendo aproximadamente 400 páginas de miolo em papel pólen. Contêm, ainda, ilustrações e um prefácio escrito por Alice de Araujo Pereira, Doutora em Estudos Literários na UFF, com ênfase de pesquisa em distopias e biopolítica, contextualizando a obra com o atual cenário brasileiro, estadunidense, e a ascensão do fascismo no mundo.
"Não apenas o livro mais importante de Lewis, mas um dos livros mais importantes já produzidos nos Estados Unidos" – New Yorker

Livro físico em capa dura, no formato 16x23 cm, e marca-página de 5x21 cm.
Ecobag grande, no formato de 37,5x41,5 cm e feito de algodão 140 g/m², na cor natural. É personalizada em silk screen.
Button no formato de 3,5x3,5 cm, e placa decorativa autoadesiva, em formato de 15x15 cm.
Contos extras de Sinclair Lewis em formato digital, nos formatos MOBI (para Kindle) e EPUB.
O chamado do campo:
Escrito em 1931, O chamado do campo narra a história de uma família que ascendeu socialmente e os conflitos do personagem principal entre o desejo de voltar à simplicidade do campo e atender às expectativas da sociedade.
Posses:
Neste conto de 1919, Sinclair Lewis apresenta um retrato irônico das pretensões do materialismo e uma riqueza recém-descoberta.
Tradução: Gustavo Terranova Aversa
Preparação: Natália Mieko Okamoto
Revisão: Luana Baldivia Gomes
Capa: Gabriel Henrique Uchima
Prefácio: Alice de Araújo Pereira
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A Andarilho é uma editora em atividade desde 2021, com foco em ficção especulativa e o objetivo de trazer histórias incríveis não publicadas ou pouco conhecidas no Brasil.
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