Mais uma vez apresentamos um projeto inovador: aquele que é considerado o melhor romance vitoriano de todos os tempos, Middlemarch, de George Eliot, e se alcançarmos a primeira meta estendida, o primeiro romance policial do mundo, A Pedra da Lua, de Wilkie Collins. Ambos em capa dura.
Middlemarch - o retrato mais completo escrito até hoje da psique humana! Não é acaso ser considerado o mais importante romance vitoriano!
E o inédito A Pedra da Lua, de Wilkie Collins, o primeiro romance policial do mundo!

Dorothea Brooke é uma jovem bela, séria, rica e inteligente, que decide se casar com Edward Casaubon, um erudito pomposo cerca de trinta anos mais velho do que ela. Paralelo a essa trama, desenvolve-se a história de Tertius Lydgate, um jovem médico apaixonado pela medicina, especialmente por sua pesquisa. Logo depois de chegar a Middlemarch, ele se envolve com Rosamond Vincy, a quem ele considera “polida, refinada e dócil”, todas as qualidades que ele deseja em uma esposa. De sua parte, Rosamond acredita que o casamento com Lydgate melhorará sua posição social. Mas tanto Dorothea quanto Lydgate perceberão que possivelmente cometeram o pior erro de suas vidas. Quando o primo de Dorothea, o apaixonado Will Ladislaw, um artista cheio de ideais, chega a Middlemarch, Dorothea terá que desafiar a oposição da família e as convenções da sociedade para viver seu grande amor.
Middlemarch é a soma de dois livros diferentes – o núcleo com Dorothea Brooke, Edward Casaubon e Will Ladislaw; e o núcleo em que se encontra Tertius Lydgate e Rosamond Vincy e outros –, mas a autora juntou as duas obras e fez um romance épico, com muitos dos personagens inspirados em pessoas de sua convivência, com várias subtramas que reúnem a vida dos habitantes de uma cidade/vila. É considerado autobiográfico, pois a autora, assim como sua heroína, teve que desafiar a sociedade inglesa para viver com um homem casado, o também escritor George Henry Lewes, de onde, possivelmente, vem o seu pseudônimo, George Eliot. Mary Ann também era fã da escritora francesa Amandine Aurore Lucile Dupin, pseudônimo George Sand. Portanto, seus biógrafos acreditam que seu nome artístico provém das duas referências. Mas foi Lewes quem deu o impulso inicial na carreira literária da autora, levando um manuscrito dela para um amigo editor – Cenas de uma Vida Clerical –, sugerindo que George Eliot era um pároco interiorano. Este foi o primeiro romance de Eliot, composto por três contos que apareceram originalmente em série na Blackwood's Magazine, de janeiro a outubro de 1857, e foram publicados juntos em dois volumes em 1858. Mas a farsa foi descoberta algum tempo depois, pois o escritor Charles Dickens afirmou que aquele texto jamais poderia ter sido escrito por um homem e sim por uma mulher. Mas quando Middlemarch foi lançado, em 1871, muitos falaram que Casaubon tinha sido inspirado em Lewes. A autora negou, mas se verdade ou não, a obra é considerada uma das grandes conquistas da literatura inglesa. Middlemarch foi imensamente popular em sua publicação original e permanece até hoje um dos melhores exemplos da carreira literária bem-sucedida da autora.
George Eliot foi o pseudônimo escolhido pela inglesa Mary Ann Evans, uma das mulheres mais inteligentes da literatura mundial. Tendo que abandonar os estudos formais muito cedo para cuidar da casa, após a morte da mãe, Mary Ann tornou-se uma intelectual por seus próprios méritos. Segundo o biógrafo Frederick R. Karl, que escreveu A Voz do Século, ela era uma leitora compulsiva, que lera mais de 10 mil livros. Começou a ler com 8 a 9 anos e, ainda criança, lia Walter Scott que sua irmã pegava emprestado de um vizinho. Em Dorothea Brooke, de Middlemarch, ela retratou a si mesma em sua juventude. Mary Ann entrou para o mundo da literatura quando, corajosamente, traduziu A Vida de Jesus, de David Strauss, do alemão para o inglês, sem saber pronunciar sequer uma palavra do idioma. Há um episódio engraçado sobre isso: certa vez ela e Strauss se encontraram na Alemanha e ela não conseguiu trocar duas palavras com ele, o que deixou Strauss intrigado sobre a qualidade da tradução inglesa. Mas a despeito desse “detalhe” da pronúncia, Mary Ann fez um excelente trabalho de tradução. Com uma vida marcada por polêmica, fato muito comum à vida dos gênios, Mary Ann fez muito sucesso na Europa e ganhou muito dinheiro. Escreveu cerca de sete romances e Middlemarch é sua obra-prima. Nasceu na zona rural de Nuneaton, na Inglaterra, em 1819, na propriedade do empregador de seu pai, que era um administrador de terras, e teve uma relação conflituosa com seu irmão, que cortou relações com ela quando Mary Ann começou um relacionamento com George Lewes, um homem casado, embora separado de sua primeira esposa e impossibilitado do divórcio. Mary Ann e Lewes ficaram juntos até a morte dele e Lewes foi fundamental para sua carreira.

Profunda conhecedora da mente humana, Mary Ann Evans, pseudônimo George Eliot, traz uma obra-prima completa, um esmiuçado retrato dos moradores de uma cidadezinha interiorana, com uma análise penetrante dos relacionamentos em geral, especialmente das relações amorosas e do casamento.
A obra traz idealismo, desilusão, devassidão, lealdade, paixão e amor – alguns deles frustrados –, todas as nuances das múltiplas personalidades humanas têm seus representantes em Middlemarch. O foco, no entanto, está no idealismo frustrado de seus dois personagens principais: Dorothea Brooke e o talentoso médico Tertius Lydgate.
Situado no início do século XIX, Middlemarch se passa durante o período de agitação social anterior ao Projeto de Lei da Reforma de 1832. Além de um desnudo da mente humana, trata-se de um trabalho realista, um estudo de todas as classes da sociedade: pequena nobreza, o clero, os comerciantes, os fabricantes, os profissionais liberais, os fazendeiros e os trabalhadores.
Middlemarch foi adaptado para série de TV em 1994 pela BBC em sete capítulos que narram a vida, os amores e a política na fictícia cidade inglesa Middlemarch. A trama gira em torno da conscienciosa mas ingênua Dorothea Brooke, cujas desastrosas relações com o pedante Edward Casaubon iniciam uma cadeia de eventos que mudarão a cidade para sempre. A atriz Juliet Aubrey interpretou Dorothea Brooke; Patrick Malahide interpretou Edward Casaubou e Rufus Sewwell foi Will Ladislaw. O médico Tertius Lydgate foi interpretado por Douglas Hodge e Rosamond Vincy por Treeyn Mcdowell, e grande elenco.
Não é novidade para ninguém que de marcadores a Pedrazul entende! A editora tem uma longa história que colecionadores de marcadores contam pelo mundo afora. E não será diferente agora, enviaremos quatro marcadores, caso batamos a primeira meta estendida, caso não, dois lindos marcadores com quotes!

E a Pedrazul gosta de surpreender o leitor. Por que um clássico só se podemos trazer dois? Pois é, meus amigos, a segunda meta traz o inédito A Pedra da Lua, de Wilkie Collins, o primeiro romance policial do mundo!
Quando um gigantesco diamante amarelo, a Pedra da Lua, primeiro é roubado da Índia, da estátua do deus da Lua; depois desaparece de uma casa de campo em Yorkshire, a trama começa
Um livro de mistério, que leva os leitores de exóticos templos indianos aos mais elegantes salões ingleses na pista de um preciosíssimo diamante, sobre o qual repousa uma grande maldição.
A valiosa joia é dada a bela Rachel Verinder em seu aniversário de 18 anos. Mas, na mesma noite, é novamente roubada, lançando os mais diversos personagens em uma busca repleta de mistério e suspense. Quantas pessoas a Pedra da Lua ferirá? Quantos devem morrer antes que a vingança do diamante seja concluída?
No estilo único de Wilkie Collins, o romance é narrado por vários personagens diferentes. O primeiro é Gabriel Betteredge, o criado-chefe da casa Verinder, que se torna um relutante Watson para o detetive Cuff durante a investigação. Ele é um homem convencido da orientação espiritual de Robinson Crusoé e acredita que qualquer interrupção em sua vida pode ser explicada pela leitura e interpretação de passagens de sua cópia amarelada do clássico de Defoe.
Um dos grandes triunfos da ficção do século XIX, A Pedra da Lua é um dos mais importantes romances ingleses, com uma sequência de revelações surpreendentes em direção à revelação da verdade. Nas últimas cem páginas, o leitor não poderá largar o livro por nada.

William Wilkie Collins foi um dos principais escritores ingleses da era vitoriana. Fez Direito, mas nunca exerceu a profissão; encontrou na escrita a realização profissional. Amigo de Charles Dickens e de George Eliot, esse cidadão de costumes diferentes (leia sobre a vida dele no blog da Pedrazul) possuía a incrível habilidade em escrever para diferentes áreas, criando 27 romances, mais de 50 contos, mais de 15 peças teatrais e 100 peças de não-ficção. Sua criatividade exacerbada e a riqueza com que descrevia cada personagem são, sem dúvida, pautadas nas suas experiências pessoais. São dele A Mulher de Branco, A Dama e a Lei e A Pobre Senhorita Finck, todos publicados em português. A Pedra da Lua foi lançado em 1868 e publicado na revista de Charles Dickens durante todo o ano. Em 1877, Collins o adaptou para o palco.
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MIDDLEMARCH
- Tradução: Maria Aparecida Mello Fontes
- Peso: 1,9 g
- Largura: 16 cm
- Altura: 23 cm
- ISBN: 978-65-88494-158
- Número de páginas: cerca de 800 (podendo variar para mais ou para menos)
- Idioma: português
- Acabamento: capa dura
- Pinturas das capas: pintura clássica de Samuel Hieronymus Grimm e John Constable
A PEDRA DA LUA
- Tradução: Nathália A. Rondán Peso: 1,9 g
- Largura: 16 cm
- Altura: 23 cm
- ISBN: 978-65-88494-172
- Número de páginas: Cerca de 480 (podendo variar para mais ou para menos)
- Idioma: português
- Acabamento: capa dura
- Pinturas das capas: pintura clássica de Henry A. Ferguson e Thomas Girtin
- Impressão gráfica: novembro de 2021
- Empacotamento e prazo de entrega dos Correios: novembro/dezembro de 2021.
Os envios destes livros são feitos em embalagens de papelão (padrão da Pedrazul).




