Uma das maiores e melhores editoras do mundo, produziu duas HQs desenhadas por um dos maiores nomes da nova arte:
Estas histórias inéditas no Brasil serão publicas em uma edição única pela editora Tábula:

Com pré-venda RELÂMPAGO pelo Catarse:

Em MISTER NO #362 e #363 de julho e agosto de 2005, foi publicada em duas partes a história desenhada por Colonnese, que já havia produzido esta história anos antes, mas que foram engavetadas pelo antigo editor, por conta de uma briga com o artista que se negou a desenhar uma cena que contrariava a mecânica do avião. Este preciosismo do Colonnese, que é um dos muitos motivos que os fãs tanto admiram suas obras, lhe causou uma única participação na gigante editora italiana. Somente com a mudança do editorial, é que sua história viu a luz do dia lá na Itália, mas, aqui no Brasil, permaneceu inédita até agora…

As páginas estão em seu idioma original. A publicação pela Tábula será em português:


Mister No: estreou em junho de 1975 quando nas bancas italianas. Projetado para uma minissérie de apenas cinco edições, mas, com o sucesso, perdurou muito, muito mais! Mister No é como se chama o piloto norte-americano Jerry Drake, um sobrevivente da Segunda Guerra Mundial.
o protagonista abandonou sua pátria, desiludido pela violência e as imposições da sociedade pós-guerra. Passou a viver em Manaus, no coração da Amazônia após sua deserção. Embora seja um bom sujeito é viciado em álcool e mulher bonita.
No Brasil, desde 2018 a Editora 85 já publicou diversos especiais e almanaques do personagem.

A HQ será em capa cartão, com miolo PB em offset de alta gramatura e 200 páginas. Com tradução de Paulo Guanaes, paratexto de Leonardo Campos (editora 85). Revisão de Rita de Arruda.
O formato da HQ será 22 por 15,5 cm. 
Com os afiados roteiros de Marco Del Freo e Luigi Mignacco, tradicionais roteiristas de Mr No, esta edição tem um grande diferencial, a arte de Eugenio Colonnese

Trata-se de um dos maiores artistas publicados no Brasil, nasceu na Itália (filho de mãe brasileira e pai italiano), em 1929 e faleceu no Brasil em 2008. Sua produção e legado são para poucos, trabalhando por anos na Itália, Argentina e Brasil. Conheça um pouco de sua trajetória nas palavras de seu editor e amigo: Franco de Rosa.



A partir de 15 de março, pelos Correios






