Um dos primeiros super-heróis criados no Brasil, produzido pelo gênio ítalo-brasileiro

Um resgate histórico finalmente republicado em uma versão omnibus

Com 248 páginas e em formato europeu 20x28cm), a edição reúne TODAS as edições de Mylar (mai-1967 a jun-1968, editora Taika)

“Em maio de 1967, a editora paulista Taika lançava a primeira edição de Mylar, criação do artista ítalo-brasileiro Eugenio Colonnese, para aproveitar o momento de popularidade com o gênero super-herói, renovado pela chegada dos personagens Marvel à televisão brasileira.
Mylar era um alienígena que tinha como missão trazer a paz ao planeta Terra - nem que para isso precisasse usar seus poderosos punhos. Ele trajava uma roupa vermelha bem chamativa e usava um cinturão atômico, que lhe permitia voar. Seu apelido era "Homem-Mistério", pelo fato de ninguém saber como era sua face, sempre encoberta por uma máscara totalmente fechada.
Colonnese contava com a colaboração de Luiz Merí nos roteiros. Após oito edições lançadas o título foi cancelado, e o personagem desapareceu das bancas por um bom tempo, até que, em 1986, foi homenageado - junto a outros personagens e personalidades do mundo real - numa HQ de Watson Portela para o especial Paralelas, da Press Editorial.”
(texto de Roberto Guedes - http://guedes-manifesto.blogspot.com/2017/05/50-anos-de-mylar-o-heroi-misterioso.html?m=1 )
Conheça as capas das oito edições de Mylar por Colonnese são:

Finalmente, todas as histórias destas edições foram reunidas em uma versão omnibus com páginas restauradas

Marte da capa, contracapa e parte interna delas.






Um dos maiores artistas publicados no Brasil, nasceu na Itália (filho de mãe brasileira e pai italiano), em 1929 e faleceu no Brasil em 2008. Sua produção e legado são para poucos, trabalhando por anos na Itália, Argentina e Brasil. Conheça um pouco de sua trajetória nas palavras de seu editor e amigo: Franco de Rosa.

Pela editora Tábula, são títulos com histórias desenhadas por Colonnese:

Com diagramação de Gabriel Britto (Gabú), revisão de Alexandre Baptista e edição de Douglas Freitas para esta nova versão.

Dia 10 de fevereiro.









