Nós, colorados de hoje, temos a obrigação de preservar alguns legados. E um deles, recentemente vivemos à flor da pele, é o octacampeonato gaúcho, a maior sequência de títulos estaduais entre os grandes clubes do Brasil. O Inter dos anos setenta era uma máquina e colocou, com espírito de fogo e punho de aço, um recorde no futebol gaúcho.
Este livro é uma grande crônica embasada em pesquisa e depoimentos, parida entre o violão de Escurinho e a aura de Falcão, que apresenta os momentos mais sublimes daqueles anos dourados do Inter, desde a inauguração do Beira-Rio, em 1969, até o gol decisivo de Dadá Maravilha, em 1976.
Desde quando Ibsen Pinheiro ameaçou abrir os portões da Coreia no primeiro Gre-Nal decisivo do Beira-Rio até quando o campeonato foi interrompido pelas fotos de Figueroa pelado: sim, as chilenas nádegas de Don Elias tiveram o poder de paralisar o Gauchão.
Aquele Inter era o melhor time do Brasil, talvez mesmo do mundo, mas mesmo assim fazia questão de manter o Rio Grande do Sul sob seus domínios, sem choro nem vela. E o fez por oito anos, quase uma década, período em que o estado era terreno (e terreiro) vermelho e branco.
Por 70 pilas, o livro está garantido (já com o valor dos correios incluído, pura barbada). Melhor do que isso, só se chegasse por meio de pombo-correio enviado por Enner Valencia.
Outros livros do autor sobre o Inter:
- Inter hoje e sempre - A história colorada em cada dia do ano
- História Universal da Angústia
- 1992 - A quarta estrela






