Lançamento na CCXP 2025!
Orixás - A prisão de Oxalá adapta para as HQs este famoso itan (histórias sagradas e mitos que contêm a sabedoria ancestral e a cosmologia da cultura iorubá), onde Oxalá vai visitar seu filho, Xangô, na cidade de Oyó, mas acaba enfrentando as armações de um vingativo Exu. O roteiro é de Alex Mir e a arte fica por conta de Germana Viana.
56 páginas
Colorida
17x26cm
Papel Couchè
O objetivo da série Orixás é mostrar ao leitor toda a riqueza das lendas da Mitologia Africana. Todas as edições têm tramas fechadas e podem ser lidas em qualquer ordem.
- Orixás - do Orum ao Ayê: o início da série, que conta o mito da criação na visão da Mitologia Africana. O álbum, ganhador do Proac (Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo), teve duas indicações ao Prêmio HQ Mix e foi adotado pelo PNBE (Programa Nacional da Biblioteca na Escola), sendo distribuído nas Bibliotecas das escolas estaduais de todo o país. Até hoje esta primeira edição é muito usada em escolas e faculdades, sendo inclusive tema de TCCs e de debates sobre a cultura negra.
- Orixás - O Dia do Silêncio: edição com três adaptações curtas de lendas de Ogum, Iemanjá e Oxalá;
- Orixás - Em Guerra: com adaptações de lendas de Xangô e Oxóssi, ambas com pitadas de batalhas em suas páginas. Orixás - Em Guerra foi publicada graças ao financiamento do Catarse e ganhou o Prêmio HQMix em 2018 na categoria Publicação Independente de Grupo;
- Orixás - Renascimento: com lendas de Iroco/Orô e Oxum. Mais uma edição financiada pelo Catarse. Vencedora do Prêmio HQMix 2019 na categoria Publicação Independente de Grupo.
- Orixás - Ikú: Ikú, a Morte, se apaixona por uma mortal. E por algum tempo, vive feliz com sua família, mas nem a Morte está livre das ironias do destino. Uma desgraça com sua esposa e filhos leva Ikú a um caminho de ódio e vingança, passando por cima de tudo o que encontra em seu caminho, de humanos a Orixás. Além de uma batalha épica contra Exu, Ikú ainda enfrenta Iansã, Orunmilá e os gêmeos Ibejis. Sua intenção é exterminar deuses e humanos. Obra vencedora do 36º Troféu Angelo Agostini na categoria Melhor lançamento independente 2019.
- Orixás - Os Nove Eguns: Xangô retorna da guerra e traz consigo mais do que vitórias... atormentado por nove espíritos, os eguns, o Rei enfrenta seus fantasmas interiores e Iansã pode ser sua única esperança. Esta edição traz ainda a história de como Iemanjá criou a Lua.
- Orixás - a revolta dos Eguns: A revolta dos Eguns: centenas de anos depois dos fatos ocorridos em O dia do Silêncio, todas as vítimas de Ogum, atormentadas e que nunca chegaram ao Orum, voltam ao Ayê em busca de vingança. Sua intenção é invadir o Orum e acabar com os Orixás e depois acabar com a vida na Terra. Para impedi-los, os Orixás se unem. No entanto, nem tudo é o que parece. O verdadeiro culpado pode estar se valendo de toda a confusão causada para agir por trás dos panos, e o pior: mover todas as peças do tabuleiro na direção de um xeque-mate. Quando os Orixás perceberem o que está realmente acontecendo, poderá ser tarde demais.
- Orixás - o Monstro do Vale: O Monstro do Vale tem como protagonista Xangô, ainda novo e antes de ser rei e se tornar Orixá. Seu irmão, o rei Dadá Ajacá, recebe um grupo de súditos, que reclamam que um monstro está atacando os aldeões e acabando com a paz no vilarejo. Para se livrar de um problema, o rei manda seu irmão, Xangô, para destruir o monstro. Xangô vai então até a cidade de Tácua e descobre que a situação é pior do que imaginavam. na segunda HQ desta edição, os moradores de Isevin são privilegiados, pois há décadas não há uma morte sequer na cidade. Lá é muito fácil passar dos cem anos com saúde para viver ainda por muito tempo. Isso chama a atenção de Ikú e a Morte não está nada feliz com isso.
- Orixás - Griô: se passa na África antiga e mostra a história de Anaya, uma garotinha de 8 anos que procura por sua mãe e, em sua jornada, encontra um Griô, um contador de histórias que tem por vocação preservar e transmitir as histórias, conhecimentos, canções e mitos de seu povo. O Griô conta a Anaya itans (lendas), que servem como conselhos e aprendizagem para que ela continue sua jornada.
- Grilhões: Grilhões se passa no Brasil do século XVIII e conta a história de Iera, uma escrava fugitiva da senzala que é caçada pelo capataz Chico Gaiola, um negro que serve ao coronel Justino. Iera vê sua irmã, Bonami, perder a vida na fuga.
Ela mesma escapa por muito pouco, sendo dada como morta por Chico. Iera percorre então um caminho de vingança contra os assassinos de sua irmã.
Grilhões mostra a realidade de um período onde o negro era tratado como mercadoria e sua vida não valia nada, mas também que, mesmo numa situação de extremo sofrimento e de muitas adversidades, as pessoas ainda podem escolher o caminho do bem.
Pacificadora é uma heroína nacional criada por Di Leonardi, famosa nos fotologs Terra dos anos 90, e Grilhões mostra o surgimento do legado da heroína pelas mãos de Alex Mir e Diógenes Neves.
Alex Mir: é escritor e roteirista de HQs. Participou de diversas publicações, entre elas: Clássicos Revisitados Vol. 1 e 2, Imaginários em Quadrinhos Vol. 1, Pátria Armada - Visões de Guerra, 321 Fast Comics Vol. 2, Frankenstein 200, Almanaque Guará #1 a #3, Baile de Máscaras, entre outras. É responsável pelas Graphic Novels: O Mistério da Mula sem Cabeça, Orixás - do Orum ao Ayê (adotado pelo PNBE), Orixás – o Dia do Silêncio, A Mão e a Luva em Quadrinhos (Catálogo de Bologna 2014), Demétrius Dante #1, Valkíria – A fonte da juventude, Valkíria - Olhos de Cristal, Folklóricas #1 - Y-iara caapora irumo, Folklóricas #2 - Capelobo, Segundo Tempo, Orixás - em Guerra, Inventices, Orixás - Renascimento, Orixás - Ikú (finalista do 3º prêmio LeBlanc na categoria Melhor Quadrinho Independente de 2019 e finalista no Festival de Angouleme 2020 (França) na categoria Melhor Publicação Alternativa de 2019), Orixás - os Nove Eguns (vencedor do 4º prêmio LeBlanc na categoria Melhor Quadrinho Independente de 2020) e Orixás - A Revolta dos Eguns. Tem 43 indicações ao Troféu HQMIX (o Oscar do quadrinho brasileiro), onde venceu em 2010 na categoria Roteirista Revelação, em 2018 e 2019 na categoria Publicação Independente de Grupo, por Orixás - em Guerra e Orixás - Renascimento respectivamente, e Publicação Mix em 2024, por Orixás – O Monstro do Vale. Em 2016 foi contemplado com o Prêmio Ângelo Agostini em duas categorias: Melhor roteirista e Melhor publicação; em 2017 na categoria Melhor roteirista, pelo segundo ano consecutivo; em 2020, Melhor Lançamento Independente de 2019 (Orixás - Iku).
Germana Viana: é desenhista e roteirista de histórias em quadrinhos. Autora de Lizzie Bordello e as Piratas do Espaço 1 e 2, As Empoderadas (vencedor do 29ºHQMix na categoria WebQuadrinhos), Nós Quatro, GdM Apresenta: PATRÍCIA e Só Mais Uma História de uma Banda. Germana é ainda editora e uma das autoras de Gibi de Menininha - Historietas de Terror e Putaria (Vencedor do Angelo Agostini na categoria de Melhor Lançamento e do 31º HQMix na categoria Revista Mix), de Gibi de Menininha - O Faroeste é Mais Embaixo (Vencedor do 32ºHQMix como Publicação de Aventura/Terror/Fantasia), Gibi de Menininha Contos de F<3das (Vencedor do 36ºHQMix como Publicação de Aventura/Terror/Fantasia), Gibi de Menininha: Damas da Noite e d’Os Catecismos de Mama Jellybean. A autora participa também do periódico MÉNAGE (com Laudo Ferreira e Marcatti e vencedor do 33º e 34º HQMix) e várias coletâneas como Orixás: Renascimento, Orixás: Griô, Quadrinhos Queer e adaptou clássicos como Zorro, Razão e Sensibilidade, Carmilla, Era Uma Vez e outros contos de Júlia Lopes de Almeida e Noite de Almirante e outros Contos de Machado de Assis para os quadrinhos.
















