Este é um conto curto. Não é um livro. Leia com cuidado a campanha.
É um conto, inteiramente digital, de 2.300 palavras.
EPUB e PDF.

#todosjuntossomosfortes
Palavras honestas são as maiores armas de uma alma tranquila.
Eu preciso, por um momento, falar como Ian Fraser.
Eu quero ajudar. Eu quero ajudar da melhor forma possível. E, ao analisar o que EU posso fazer, ficou claro que a melhor forma de engajar mais pessoas num movimento é usando a minha arte, pois foi através dela que eu me comuniquei com milhares de pessoas.
Não falo em nome da Associação Pariri.
Não falo em nome de povo algum.
Falo em nome apenas de Ian, e digo, eu quero ajudar e eu preciso da sua ajuda.
Estarei compartilhando com todos os apoiadores, de forma digital, um conto que escrevi para uma antologia sertãopunk. O sertãopunk, criado por G. G. Diniz, Alan de Sá e Alec Silva, é um movimento de ficção futurista focado em representatividade nordestina, tomando como referência o solarpunk, o afrofuturismo e o realismo mágico. Antes de mais nada, o sertãopunk busca olhares do Nordeste para imaginar o futuro da região, longe do lugar comum criado por pessoas de fora, integrando aspectos culturais, históricos e étnicos do Nordeste às narrativas especulativas. Você pode conhecer mais sobre o sertãopunk aqui e aqui.
Com o título de O segredo que vale uma alma, este conto é repleto de realismo mágico. Foi a partir deste desta história que eu comecei a desenvolver um novo romance, chamado Mané ou a persistência, que deverá ser publicado ano que vem.
Aviso! É um conto curto, duas mil palavras (aproximadamente 5 páginas num A4), mas o que vale aqui é o movimento. Independente do valor apoiado, a recompensa será o conto O segredo que vale uma alma. A única coisa que muda é o valor que será repassado para a Associação Pariri.
Aviso2! Este conte fala, de forma poética, sobre a morte. Se este assunto é muito sensível para você, talvez não seja o conto apropriado.
100% do que for arrecadado (menos 11% do Catarse) será direcionado a Associação Pariri.
Uso este espaço para compartilhar com vocês o lindo conto Era isso, do escritor Ytanajé Coelho Cardoso, recomendado por ninguém menos que Daniel Munduruku,
Graduado em Letras pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Ytanajé tem mestrado em Letras e Artes pela UEA e é doutorando em Educação, pelo Programa de Pós-Graduação em Educação, da Universidade Federal do Amazonas (UFAM). É professor efetivo da Secretaria de Educação e Qualidade de Ensino do Amazonas (SEDUC/AM). Atua como professor colaborador do Curso de Pedagogia Intercultural Indígena (PARFOR/UEA). É integrante do Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Escolar Indígena e Etnografia (UEA). Ytanajé Cardoso é oriundo da aldeia Kwatá, localizado no rio Canumã, Médio Rio Madeira, município de Borba. Grande parte de seu trabalho acadêmico está voltado para a documentação das últimas falantes da língua munduruku do Amazonas. Em 2019, Ytanajé Cardoso iniciou a carreira como escritor de literatura indígena, lançando a obra Canumã: a travessia, primeiro romance indígena do Amazonas.
Você pode acompanhar seu canal no youtube clicando neste link.
Uso este espaço para compartilhar com vocês a linda história que a escritora Priscila Saatmam escreveu, A espada do leão coroado.
Priscila Saatmam (@thepristar) luta pela visibilidade das PcDs. É moradora da Ilha de Itamaracá, tem paralisia cerebral, é escritora, blogueira, podcaster e leitora sensível. Mãe de três gatos, já teve um conto publicado pela Faísca.
Amigos, amigas, colegas e desconhecidos, convido vocês a apoiar a Associação Indígena Pariri, associação que representa doze aldeias Munduruku do Médio Tapajós e atua em conjunto com o Movimento Ipereagayu e associação Wakoborun e associações do Alto Tapajós.
Com a situação do COVID-19, os povos indígenas estão sendo abandonados pelo governo, necessitando uma ação direta nossa.
Clique no link para conhecer mais sobre a Associação Indígena Pariri.
A principal missão da Associação Representativa é lutar pelos direitos indígenas e pela melhoria da qualidade de vida nas aldeias, por meio do fortalecimento de seus valores culturais tradicionais e de projetos de sustentabilidade. A associação luta pela sobrevivência física e cultural do povo Munduruku do Médio Tapajós, representando legalmente sete aldeias: Praia do Mangue (207 pessoas), Praia do Índio (145 pessoas), Sawre Apompu (Km 43, 50 pessoas), Sawré Jaybu (45 pessoas) , Dace Watpu (43 pessoas), Sawre Muybu (46 pessoas), e Karo Muybu (10 pessoas), sendo as três últimas parte da Terra Indígena Daje Kapap Eipi, ameaçada pela construção de barragens hidrelétricas e ainda não demarcada pelo Governo, apesar de reconhecida em relatório da FUNAI.
(texto retirado da página do facebook)
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Recomendo apoiar esta campanha https://www.catarse.me/mundurukucontracovid19











