A primeira sessão de cinema a gente nunca esquece. Mas Ricardo Oliveira esqueceu. Ele só lembra daquela que considera realmente a sua primeira sessão de cinema: a estreia de Homem-Aranha, de Sam Raimi, em 2002. Não qualquer sessão, claro. Mas a primeira sessão, do primeiro horário, no novo Multiplex da cidade. Um evento que tinha mais alunos do seu colégio do que em sala de aula.
Sem saudosismo, mas com deleite nostálgico, o jornalista, escritor e cinéfilo Ricardo Oliveira nos apresenta crônicas, críticas e resenhas cinematográficas em Passou no Multiplex, seu novo livro. A obra é um compilado de textos inéditos, além de reedições de ensaios publicados apenas online em diferentes canais de conteúdo.
Este é um livro para quem ama filmes, mas não apenas isso. É também para quem ama boas histórias, especialmente aquelas da adolescência e início da vida adulta nos anos 2000. Repleto de referências a videolocadoras, cinemas locais e downloads de filmes, Passou no Multiplex é também uma homenagem a Passou no Banguê, livro do crítico João Batista de Brito.











