Faltam apenas 4 dias para o fim da pré-venda de Hot L.A. no Catarse e estamos a aproximadamente 100 apoios de alcançar a meta. Para nós, esse cenário é perfeitamente viável — em campanhas anteriores, já chegamos a registrar mais de 150 apoios apenas nos últimos três dias. O objetivo está ao nosso alcance.
O que nos chamou a atenção ao longo das últimas semanas foi um engajamento menor em torno deste título. Para nós, a única explicação possível é que a força e a importância de Hot L.A. ainda não ficaram claras para muitos leitores.
Nós já provamos com O Último Recreio, Charlie Moon, Escapadas e Ficcionario que o nome Horacio Altuna no nosso catálogo é sinônimo de qualidade máxima. E garantimos a vocês: Hot L.A. não fica um milímetro atrás. Pelo contrário. A história principal e os cinco contos inéditos formam um dos trabalhos mais viscerais de toda a carreira do autor. É um quadrinho político, violento, profundo e com uma arte soberba. Nós sabemos a excelência do material que estruturamos. Quem deixar esse título passar, perderá a chance de ter uma verdadeira obra-prima nas mãos.
O projeto é Tudo ou Nada e não existe meio-termo. Ou a campanha bate os 100% e o livro vai para a gráfica exatamente com a qualidade e as especificações rigorosas que prometemos (capa dura, papel premium, acabamento impecável), ou o projeto é cancelado e o dinheiro é devolvido a todos. Não faremos uma edição mais simples ou reduzida. É o formato definitivo ou nada.
O que fazer nestes 4 dias finais:
Se você ainda não apoiou: Se você conhece o nosso padrão e confia na qualidade do que publicamos, não ignore este trabalho do Altuna. Clique no link agora e garanta a sua edição.
Se você já apoiou: Você pode acelerar nossa chegada aos 100% fazendo um upgrade no seu apoio. Adicione nossos outros títulos que estão com descontos na seção de add-ons do Catarse e fortaleça a arrecadação.
Caso a meta não seja batida, o nosso cronograma seguirá em frente normalmente com os próximos lançamentos já previstos para este ano. Mas a publicação de Hot L.A. no Brasil acaba aqui.
A decisão final está com vocês.
Forte abraço,
Gabriel e Marcus, editores








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