Olá, tudo bem com você!?
Este mês estamos nos preparando para voltar com a Feira já na primeira quinzena de março na Galeria dos Estados, aos domingos. Em 2021, a Feira No Setor se consolidou como novo espaço de lazer e cultura para quem passa pelo centro de Brasília aos domingos. Foram 10 edições com cerca de duas mil pessoas a cada realização, mais de 40 expositores de diversas regiões do DF, mais de 30 atrações culturais, 07 edições do SCS Tour e 04 publicações sobre cultura e economia criativa no site Panorama SCS (www.panoramascs.com). Entre os destaques da Feira, estão artesanato, comidas e bebidas, orgânicos, compotas e outros produtos naturais, moda, bijuterias e jóias, autocuidado e muita arte e turismo. E por falar em turismo, o SCS Tour é um passeio a pé pelo SCS que traz um pouco sobre história, arquitetura e memória da própria cidade. Passeios podem ser agendados no
Na parte social, que é muito impactada pelas doações recorrentes, estamos em processo de receber novos voluntários para ajudar na realização das atividades coletivas. Dessa vez, serão estudantes estagiárias e estagiários de psicologia de duas faculdades do DF: CEUB e UDF, que devem compor as atividades de ronda psicoassistencial, roda de conversa e jogos de tabuleiros. Parte da sua doação vai para a manutenção dessas ações e é o que mantém a realização do trabalho. Obrigada por fazer parte!
Neste fevereiro, um dos fundadores desse movimento chamado No Setor, Ian Viana, provoca e faz pensar…
…mais uma vez, obrigada por fazer parte dessa caminhada, Equipe No Setor.
Cadê meu Carnaval?
Mais um Fevereiro cinza. As esperanças acesas com a ampliação da vacinação no território nacional, infelizmente não se materializaram na execução da nossa festa. Festa de onde viemos. De onde fomos paridos. E aonde queremos chegar. “Só se volta de onde já se veio. A fonte é o objetivo.
Os anos se passaram e aqui seguimos. Um pé no mato e outro no caminho.
Brasília reinventa seu imaginário político e cultural costurando retalhos e revoltas do país. Atualmente, apesar da cruel conjuntura em que estamos inseridos, capitaneada pelo Governo Bolsonaro, fruto de origens coloniais tão profundas quanto complexas, vivemos um florescer de uma nova geração que, conectada aos mais antigos, mescla tradição, ousadia e invenção na construção da tão almejada Cidade Sentimental.
Cidade Sentimental: Território em que terra, povo, arte & luta se fazem sagrados. Diz Mãe Beth de Oxum: todo país começa em um território: é nele que amamos, que somos amados, rejeitados. É nele que vivemos a vida cotidiana. É nele que sofremos preconceito. É nele onde as contradições sociais são sentidas na carne. É nele onde se inicia a Rebelião.
Rebeldia como um estado de espírito. Uma forma de enxergar a realidade em que se vive, uma forma de ouvir as demandas de outra pessoa, uma forma de se pisar em cada solo.
Rebeldia como projeto coletivo, como esse que você apoia, nos ajudando a dar um passo depois do outro. Nos ajudando a seguir com tudo que você já sabe que fazemos. Os projetos que já fizemos, os que estamos fazendo e os que estão por vir. Nos ajudando a manter o sonho de uma vida digna fincada no centro da capital do país.

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