"O medo é um sentimento universal, mas as suas causas são profundamente históricas: cada era, cada lugar, cada grupo social, cada indivíduo carrega em si as condições ideais para que alguns pavores aflorem.
DIZ-ME O QUE TEMES E EU TE DIREI QUEM ÉS."
Professor Júlio França, no posfácio à edição da Bandeirola de PAVOR DENTRO DA NOITE.
Os contos de João do Rio em Pavor Dentro da Noite, carregam os traços do decadentismo, marcado pelo fascínio do extraordinário, com narrativas que apontam afetividade mórbida, neurastênicos que exprimem paixões incomuns em ambientes exóticos, sem deixar de lado a frivolidade social, a mordacidade, o estilo afetado, a moralidade hesitante.
O RIO DE JANEIRO NA BELLE ÉPOQUE
Paulo Barreto, o João do Rio, e Francisca Gonzaga, conhecida como Chiquinha Gonzaga brilharam no período da Belle Époque carioca. Audazes em suas atitudes e no trabalho que amavam: João do Rio como jornalista e escritor, Chiquinha Gonzaga como compositora e maestra.
Ambos, negros descendentes de escravizados alforriados, quebraram regras mediando a cultura popular e a erudita, escandalizando, com suas atitudes e criações, a sociedade do final do século XIX e inicio do século XX.
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São trechos das letras de Chiquinha e seus parceiros, notas biográficas, imagens da época em que a compositora viveu e, o melhor, um espaço inspirado para você, suas criações e pensamentos, a ocupar as páginas em branco desse livro. EU e CHIQUINHA GONZAGA, definitivamente uma grande inspiração.
Um lançamento duplo que não poderia dar tão certo: EU e CHIQUINHA GONZAGA, livro de anotações / PAVOR DENTRO DA NOITE, contos de João do Rio.
🌿 O nosso trabalho só tem sentido tendo a companhia de leitores especiais como você.
Sandra Abrano
editora da Bandeirola
sandra.abrano@bandeirola.com.br
whatsapp (11) 948793467


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