A ARTE
Jaubert olhava para tudo o que havia conquistado, lembrou de toda a jornada até aqui e sorriu. “Foi difícil, mas cheguei lá!” Uma casa grande e bonita, decorada finamente como sempre sonhou. Bastava pedir pela manhã e à noite lhe serviam o melhor boeuf bourguignon e lhe enchiam a taça de vinho tinto seco, seu preferido. No pátio, os pardais se refestelavam com as sobras e ele sorria. Ele mal sabia ler e escrever, mas sabia fazer conta e cozinhava muito bem. Seu pequeno restaurante e seu enorme carisma lhe fizeram um homem muito rico naquele vilarejo. “Agora já dá pra casar!”, gritou sua velha mãe do outro lado do salão. Ele ergueu a sobrancelha, torceu o bigode, tomou mais um gole do vinho e olhou de escanteio a bela e jovem ajudante de cozinha; ela tinha belas ancas e o sorriso encantador.
Eu amei escrever cada história dessas! A melhor fase de trabalho foi fazer os Arcanos Menores.https://www.catarse.com.br/o-taro-anunnaki






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