Prezado Irmão,
Para você, que é um apoiador de nossas campanhas, temos o prazer de apresentar em primeira mão nosso mais novo projeto literário: "O Triângulo Vermelho: uma história da Antimaçonaria", obra-prima do pesquisador maçônico de renome internacional, Robert Cooper, que foi Grande Curador da Grande Loja da Escócia e Venerável Mestre da Loja de Pesquisas "Quatuor Coronati", da Grande Loja Unida da Inglaterra.Traduzida por Kennyo Ismail, essa obra tem tudo para ser um divisor de águas na cultura maçônica brasileira. E isso porque ela destrincha algo que nenhum outro autor maçônico brasileiro ou estrangeiro publicado no Brasil jamais abordou: a “alma” da Antimaçonaria.
Tudo que tivemos publicado sobre Antimaçonaria no Brasil se restringiu a aspectos religiosos. Contudo, a Antimaçonaria de caráter religioso é apenas uma consequência de algo bem mais amplo, que é a Maçonofobia. E Cooper prova que o medo de Maçonaria não nasce nem se restringe às Igrejas, sendo também social e... político. Não por acaso, a Maçonaria foi perseguida, tanto por soviéticos quanto por nazifascistas; e não havia nada de religioso nisso. A exposição negativa da Maçonaria nas artes, como no filme “Do Inferno”, estrelado por Johnny Depp, tampouco foi religiosa. E até mesmo as leis e projetos de leis que pretendem desestimular policiais e juízes de serem maçons em alguns países não vislumbram religião, sendo baseados numa crença de que “maçom favorece maçom”.
Ainda, usando exemplos relativamente atuais ocorridos na Europa, principalmente na Escócia, Cooper mostra os desafios e riscos que a Maçonaria enfrenta hoje, frente a uma onda crescente de intolerância, turbinada por uma mídia tendenciosa e sensacionalista, que dá publicidade a teorias conspiratórias.
O livro, de 304 páginas, tem várias ilustrações dos fatos narrados, o que muito enriquece sua leitura. E, como não poderia deixar de ser, nossa editora caprichou na capa, inspirada no uniforme listrado que os prisioneiros usavam nos campos de concentração. O triângulo vermelho invertido era a marca que identificava no uniforme os maçons e outros “inimigos políticos”. Assim, prestamos nossa homenagem aos milhares de maçons perseguidos pelo nazifascismo, mas esquecidos por um mundo, parte ignorante disso, e parte maçonofóbico.
Para saber mais a respeito, visite a página da campanha:
https://www.catarse.me/antimaconaria
TFA,
Kennyo Ismail - No Esquadro



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