III
A campanha de lançamento de Os Dias do Sol estreou no Catarse na segunda, 17 de agosto. Entre os dias 7 e 19 daquele mês, publicamos seis teasers. Entre 20 de agosto e 2 de outubro – dia em que a campanha se encerrará – publicaremos nove posts e oito vídeos. Serão, portanto, ao todo, 23 publicações celebrando o lançamento de Os Dias de Sol, ao longo de quase dois meses. (Por favor, releve a ultraexposição do autor e do livro neste período!)
Em 2 de outubro, a Edição de Colecionador/a, com design de capa exclusivo, quarta-capa autografada e inclusão do nome do apoiador no livro, sairá do cardápio. Quem garantiu seu exemplar, a terá para sempre. Os demais terão a seu dispor a edição regular, com outra capa, que será oferecida em todos os marketplaces de livros do Brasil, inclusive na versão digital, por tempo indeterminado.
Ontem a campanha de lançamento de Os Dias de Sol completou duas semanas com 150 apoiadores e (quase) 50% da meta alcançada. Isso é muito bom. Agradeço muitíssimo a cada um/a de vocês!
Essa campanha de pré-venda foi desenhada, e está sendo executada, com o auxílio luxuoso de Manoel de Souza, da Editora Heroica. Manoel, em 2018, depois de 25 anos de Editora Europa, resolveu remar em seu próprio barco, e abriu a Heroica, casa editorial especializada em quadrinhos e cultura pop. Participei de uma das dezessete campanhas que Manoel já realizou no Catarse – fui um feliz apoiador do ótimo O Império dos Gibis, de 2020, finalista do Prêmio Jabuti.
Percebi que, além do Manoel, outros autores e editores que admiro, como André Barcinski e André Forastieri, vêm empreendendo seus livros. E utilizando plataformas como o Catarse como meio de divulgar seu trabalho, de ter mais controle criativo e retorno financeiro sobre sua obra, e de reunir de modo mais próximo e pessoal sua comunidade de leitores ao redor dos seus lançamentos.
Ao lado de comprar livros na Amazon (em geral, digitais), e no site das editoras (em geral, físicos), também passei a adquirir obras “na planta”, em campanhas de financiamento coletivo, de ótimos autores como Jéssica Balbino, Euler Lopes e Gonçalo Júnior, da Editora Noir, que de outro modo seriam mais difíceis de alcançar.
Não sei se esse é o futuro do livro. Nem sei se esse será o meu futuro como autor. Mas estou bem entusiasmado em testar esse caminho. Vem comigo?







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