II
Abrimos a campanha de Os Dias do Sol no Catarse na segunda passada, 17 de agosto. João Renato Faria foi o primeiro apoiador. Ele comprou a Edição de Colecionador/a, com frete grátis, na versão capa dura, às 15h21. Agradeço muito a ele e a cada um de vocês.
Ontem a campanha completou uma semana. Hoje estamos batendo 40% da meta – o objetivo era fechar esse período com 20%. Então, até aqui, estamos (muito) bem.
Como escrevi antes, essa não é uma campanha de crowdfunding de modelo “tudo ou nada”, em que o projeto depende exclusivamente do atingimento da meta para acontecer. A campanha de Os Dias de Sol é “flex” – ou seja: o livro vai sair; já sairia de qualquer modo.
Então planejei essa corrida de divulgação e vendas, pelas próximas seis semanas, como uma campanha de pré-vendas. Como uma celebração do livro para quem se interessou por ele, e pelo autor, logo de saída.
Para isso, produzimos uma edição especial, com design de capa exclusivo, quarta-capa autografada e inclusão do nome do apoiador no livro – benefícios que não estarão disponíveis depois que a campanha se encerrar, em 2 de outubro.
A partir daí seguiremos com a edição regular, com outra capa, que será oferecida em todos os marketplaces de livros do Brasil, inclusive na versão digital, por tempo indeterminado.
Por que estou lançando um livro desta forma?
Os Dias de Sol é o meu décimo segundo livro. E é também a minha volta à ficção. Até aqui, foram: um livro de contos, um romance, cinco livros de carreira & negócios, três memoirs e um livro-reportagem.
Cada vez mais, o autor precisa batalhar pela visibilidade e pela circulação do seu livro. Cada vez mais, o escritor precisa construir uma plataforma para veicular sua obra – e uma comunidade de leitores ao redor de si capaz de sustentar o seu trabalho literário.
Se é assim, se não é possível se isolar na montanha e cuidar apenas de escrever, então por que não empreender o próprio livro?
Encontrei em Tiago Ferro, da Galáxia Livros, um ótimo parceiro nessa jornada. Os Dias de Sol está saindo em edição caprichada do Tiago, em todas as suas versões, pelo selo Galáctico.
Com o modelo de impressão sob demanda, em que você só roda efetivamente os exemplares que vender, o processo todo fica mais eficiente – você não precisa contrair custos vultosos antecipadamente, nem gerir o estoque físico da edição etc.
Essa é a minha aposta. Ter mais controle criativo sobre a obra, trazer os leitores mais para perto, chamar mais a responsabilidade sobre o processo inteiro de produção e distribuição do livro. Dá um tantinho a mais de trabalho. Mas estou me divertindo muito mais também...







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