Esta é parte do texto que o jogo trará. Se você tiver alguma consideração para incluir, fique à vontade para sugerir.
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Os jogos de RPG vêm sendo analisados cientificamente no Brasil e em outros países há bastante tempo, nas mais diversas áreas das ciências. De forma mais direta e básica, os jogos de RPG podem gerar benefícios nas práticas da leitura, escrita e pesquisa, pois quem joga procura ler mais para imergir mais nas histórias, escreve sobre as personagens e os cenários e pesquisa fatos para entender melhor os mundos que joga, como por exemplo, a vida na Idade Média ou a Revolução da Cabanagem. Até mesmo passa a ter interesse pelos conteúdos da escola, para entender como algo funciona, como um feudo, o ângulo de uma flecha, a área de um vulcão, etc.
Além das práticas de leitura, escrita e pesquisa, jogar RPG é socializar, é deixar de lado por um tempo as redes sociais digitais, é verbalizar as ações e pensamentos de suas personagens e aprender a lidar com outras pessoas, com público, algo que usamos a vida toda.
Alguns docentes usam os jogos de RPG na Educação Básica, Ensinos Fundamental e Médio, mas é um grande desafio jogar com uma turma toda. Uma das estratégias é separar pequenos grupos que jogam no mesmo reino, país, guerra, etc. Depois, quem sabe, solicitar a história que foi contada e a história dos feitos da personagem de maneira escrita, e também articular com o conteúdo do currículo oficial. Alguns docentes orientam alunas e alunos mais enérgicos para narrarem como estratégia social


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