Bruno Nunes gravou com Milton Nascimento, Delmar Brown e Ronnie Forster; dividiu coletânea com Madonna e Seal, Paulo Miklos e Mundo Livre S/A; passou pela Som Livre, Copacabana Records e MZA.
Você, aí em casa, porém, vai achar pouquíssimo da obra dele na Internet. A maior parte da trajetória de tio Bruno ainda não foi digitalizada.
Tudo o que mostrei da imprensa até aqui veio da pasta de uma única amiga. Há um acervo inteiro – fitas K7, VHS, fotos, vídeos e até disquetes (sim, a filha Giulia encontrou disquetes!) – espalhado com familiares e parceiros, que guardam tesouros aos quais o filme ainda não tem acesso.
Localizar, higienizar, digitalizar, catalogar e preservar esse patrimônio exige muito tempo, rigor e recursos. É para isso que estabelecemos uma meta inicial de R$ 33 mil. Se mantivermos o ritmo do fim de semana passado, conseguimos.
Com esse valor, podemos iniciar essa etapa de recuperação do acervo e realizar entrevistas com dez pessoas fundamentais para reconstruir uma história da música baiana (e brasileira).
Apoiar o filme é garantir que o tempo não continue apagando essa história – nem levando quem a viveu.
Faltam apenas 4 dias.





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