Os nativos, os bosques e as canoas do território norte americano sempre me seduziram. Que grandes e belas imagens! Volta e meia me deparava com elas nos quadrinhos que adaptavam seriados de televisão, como Davy Crockett ou Daniel Boone, ambos interpretados por Fess Parker. As histórias eram legais, mas não se comparavam, nem de longe, a obra que conheceria mais tarde: Ticonderoga, dos grandes Pratt e Oesterheld. Os primeiros encontros com ela foram na revista argentina Frontera, nos poucos números que chegaram às minhas mãos. Até um outro dia eu tinha a maravilhosa edição da Figura, por onde andará? Ficou por aí, num banco de metrô ou esquecida no cinema. Uma tragédia! Meu Vento Bravo deve muito a Ticonderoga, deve muito a Pratt e Oesterheld. Não que ele fosse, creio, se dar muito bem com Davy Crockett, Daniel Boone ou Ticonderoga Flint.





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