A obra-prima de Wilkie Collins que preexistiu à realidade da vida do autor!
Sem Nome – original No Name – antecedeu a vida polêmica do autor, como um rascunho no qual ele escreveria sua própria história. Lançado em 1862, pouco tempo depois, Collins veria a ficção tornando-se realidade, na ilegitimidade de suas duas filhas, fato que as marcariam para sempre.
Sem Nome é a história de duas irmãs, Magdalen e Norah, que descobrem depois da morte de seus amados pais, que seus pais não eram casados. Deserdadas e expulsas de sua propriedade, elas devem cuidar de si mesmas, resignar-se ao seu destino, ou determinar a recuperar a sua riqueza por qualquer meio.
As filhas de Mr. Vanstone não são filhas de ninguém
Magdalen Vanstone e sua irmã Norah aprendem o verdadeiro significado do estigma social na Inglaterra vitoriana somente após a traumática descoberta de que seus amados pais, cujas mortes repentinas as deixaram órfãs, não eram casados no momento de seu nascimento. Deserdadas pela lei e brutalmente expulsas de Combe-Raven, a idílica propriedade rural que tinha sido o seu lar pacífico desde a infância, as duas jovens são deixadas à própria sorte. Enquanto a submissa Norah segue um caminho do dever e das dificuldades como governanta, sua irmã mais nova, espirituosa e rebelde, tomou outras decisões. Determinada a recuperar a qualquer custo a herança que lhe é legítima, Magdalen usa a sua beleza pouco convencional e o seu talento dramático para prosseguir imprudentemente com a sua vingança. Ajudada pelo audacioso vigarista, capitão Wragge, ela enfrenta uma série de provações que levam ao teste culminante: será que ela conseguirá se casar com o homem que ela odeia?
Sem Nome, a ficção que prenunciou a vida bígama do autor e a ilegitimidade de suas filhas, é notável como “a vida que imita a arte”.
O segredo morto vem à tona
Em sua obra Sem Nome, Collins escreveu: “Nada neste mundo permanece oculto para sempre [...] o segredo duradouro é um milagre que o mundo nunca conheceu”. Bem, isso se tornou verdade, pois sua morte revelou seu segredo através do testamento, que tirou as cortinas de cima de seus filhos ilegítimos e os apresentou para o mundo. No caso da ficção, Sem Nome, a morte também revelará o segredo.
A edição da Pedrazul trará toda a história do testamento de Wilkie Collins na introdução do livro.
Uma obra-prima magistral
Escrito no início da década de 1860, entre A Mulher de Branco e A Pedra da Lua, ambos já lançados pela Pedrazul, Sem Nome foi rejeitado como imoral pelos críticos de sua época, mas hoje é considerado um romance de notável visão social, mostrando Collins no auge de seus poderes criativos e que, certamente, encantará e surpreenderá o leitor.
Este projeto da Pedrazul traz, além de Sem Nome, um outro livro do autor – que estamos chamando de “livro incógnita” até alcançarmos 100% do projeto –, A Mulher de Branco em capa nova, e A Pedra da Lua (capa original)! O apoiador poderá escolher apoiar apenas o livro principal, no caso, a obra-prima Sem Nome; dois livros: Sem Nome + “livro incógnita”; três livros: Sem Nome + “livro incógnita” + A Mulher de Branco em capa nova em brochura; ou quatro livros: Sem Nome + “livro incógnita” + A Mulher de Branco em capa nova em brochura + A Pedra da Lua (capa original) em brochura. Ou qualquer um deles sozinho. Ou “Livro incógnita” + A Mulher de Branco em capa nova em brochura + A Pedra da Lua (capa original) em brochura.
Sem Nome foi lançado em 1862, dois anos antes de Wilkie Collins (1824 – 1889) conhecer Martha Rudd – cuidadora da mãe doente do autor –, com menos da metade de sua idade, com quem teria duas filhas ilegítimas e mais um filho: Marian, em 1869; Harriet Constance, em 1871, e o filho, William Charles, em 1874. Quando Collins conheceu Martha, a mãe de seus filhos, ele já tinha uma mulher, Caroline Graves, com quem vivia como se ela fosse uma governanta, mas, na verdade, ela era sua amante (Collins nunca foi casado). Caroline permaneceu com ele, exceto por um curto período no final da década de 1860, pelo resto de sua vida. Collins e Martha assumiram a identidade de Mr. e Mrs. William Dawson, nomes falsos. O final da vida de Collins poderia se chamar um morto e duas viúvas. Martha Rudd também permaneceu com ele até a morte do autor. A história completa da vida bígama de Collins, seu testamento, o futuro de suas duas filhas e filho, está na introdução do livro.
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- Tradução: Maria Aparecida Mello Fontes, a mesma tradutora de Cecilia e Camilla, de Frances Burney, e de Feira das Vaidades, dentre outros.
- Peso: 1,9 kg
- Largura: 16 cm
- Altura: 23 cm
- ISBN: 978-65-88494-63-9
- Número de páginas: Cerca de 856 (pode ser mais ou pode ser menos).
- Idioma: português
- Acabamento: Capa dura
- Pinturas das capas: Jacques Cancaret e Louis Emile Adan; Leonard Campbell Taylor
- Ilustrações: John Everett Millais
- Imagens aberturas dos volumes: Jozef van Aken; Louise Rayner e Franz von Persoglia
- Tradução: Raissa Di Foggi
- Peso: 970g
- Largura: 16 cm
- Altura: 23 cm
- Número de páginas: Cerca de 480 (pode ser mais ou pode ser menos).
- Idioma: português
- Acabamento: brochura
- Pinturas das capas: Carl Joseph Begas (1794 – 1854)
- Impressão gráfica: setembro/outubro de 2024.
- Empacotamento e prazo de entrega dos Correios: outubro/novembro de 2024 (podendo adiantar)
Os envios destes livros são feitos em embalagens de papelão (padrão da Pedrazul).
Fundada em 2012, a Pedrazul é, atualmente, a principal editora a lançar clássicos ingleses inéditos no Brasil. Possui um clube de assinatura de clássicos, o www.clubedeleitorespedrazul.com.br , e o clube traz, a cada dois meses, dois clássicos, sempre inéditos, para o leitor brasileiro. Além do clube, no site geral, www.pedrazuleditora.com.br , há centenas de obras-primas, muitas em capa dura, que foram o resultado de projetos de apoios coletivos aqui no Catarse, como: A pequena Dorrit e Nosso Amigo em Comum, de Charles Dickens; A Pedra da Lua, de Wilkie Collins; Middlemarch e Adam Bede, de George Eliot; Feira das Vaidades, de Thackeray; A Irmã mais Nova, iniciado por Jane Austen como “Os Watsons” e terminado por sua sobrinha, Catherine Anne Austen Hubback. Livros da principal influência de Jane Austen, Frances Burney, como: Cecilia (de onde retirou o título de Orgulho e Preconceito), e Camilla, citado em Emma. E também Você pode Perdoá-la?, de Anthony Trollope e Homenzinhos, de Louisa May Alcott. Para saber mais sobre a Pedrazul, acesse os sites acima. Pedrazul Editora, uma história que se mistura aos clássicos!































