Estudantes brasileiros podem mudar o futuro dos antibióticos. E você pode ajudar a tornar esse futuro real!
Com a sua colaboração, o time iGEM-USP poderá representar o Brasil na maior competição de biologia sintética do mundo, buscando novas respostas para a crise global de resistência antimicrobiana.
Há modalidades de apoio para pessoas físicas e pessoas jurídicas (empresas).
Como pessoa física, você pode doar a partir de 20 reais (ou mais, se quiser) para escolher o animal que servirá de estampa da camisa oficial do time iGEM-USP no grande evento em Paris, em novembro de 2026. Cada animal representa uma causa. Veja ao lado as causas e animais e escolha quantos quiser! A meta para cada causa é de 15 mil reais. Se mais de uma causa bater a meta, todas se tornarão estampa da camisa e também aparecerão nos banners e na página oficial.
Todos os apoiadores pessoas físicas figurarão na página de agradecimentos do site oficial do iGEM-USP.
Como empresa, há três modalidades de patrocínio: bronze, prata e ouro. Verifique ao lado os investimentos e o que a sua empresa ganha ao investir no time iGEM-USP.
O que significa iGEM?
Em inglês, International Genetically Engineered Machine. É o maior evento mundial de biologia sintética, fundado em 2003 pelo MIT. Times de universidades do mundo todo desenvolvem projetos originais ao longo do ano e os apresentam no Jamboree — a grande final anual, realizada em Paris desde 2023. Os projetos são avaliados por critérios técnicos, impacto social e inovação.
O que é biologia sintética?
Biologia sintética é a ciência que combina biologia e engenharia para projetar e construir sistemas biológicos novos, ou mesmo redesenhar sistemas já existentes, com finalidades específicas.
Em termos simples: é a ciência que permite programar microrganismos vivos como se fossem tecnologia. Usando ferramentas como edição genética, pesquisadores podem, por exemplo, fazer bactérias produzirem medicamentos, detectarem poluentes ou degradarem plástico.
É uma ciência com aplicações em saúde, agricultura, meio ambiente e indústria, e o iGEM é o principal celeiro mundial de novos talentos nessa área.
O que é o iGEM-USP? Quem faz parte dele?
Somos um time de pesquisadores de biologia sintética. Estudantes de graduação e pós-graduação da Universidade de São Paulo que, ao longo da última década, acumularam diversas medalhas de ouro e prata e prêmios especiais concedidos pela iGEM Foundation. A equipe muda a cada ano, algumas pessoas saem, muitas permanecem e outras entram.
Temos um forte compromisso com a equidade de gênero. Somos atualmente 16 pesquisadores, sendo 8 mulheres e 8 homens. Nossos projetos e participação são viabilizados pela Universidade de São Paulo, mas os recursos são limitados. Diferente de times de países desenvolvidos que conseguem levar até 30 pesquisadores ao Jamboree, até o momento apenas 3 dos 16 integrantes do time iGEM-USP dispõem de recursos garantidos para representar a equipe no grande evento que acontece em novembro, em Paris, e são todos homens. Esta campanha é para viabilizar pelo menos mais duas pessoas e aumentar a representatividade feminina e/ou de pessoas de baixa renda da equipe.
Qual o projeto do iGEM-USP em 2026?
A resistência a antibióticos já mata mais de 1 milhão de pessoas por ano no mundo. Se nada mudar, pode se tornar a principal causa de morte humana até 2050, ultrapassando até mesmo as mortes por câncer. O arsenal de medicamentos disponíveis está se esgotando, e o desenvolvimento de novos antibióticos caminha devagar demais. É aqui que a ciência de ponta entra. É aqui que entra o iGEM-USP.
Em 2026, estamos trabalhando no projeto S(H)ARP — Streptomyces Hidden Antibiotic Regulated Pathways (vias ocultas e reguladas de produção de antibióticos em Streptomyces), uma iniciativa de biologia sintética para descobrir antibióticos escondidos dentro de bactérias do solo que a natureza já produziu, mas que a ciência ainda não aprendeu a usar.
Bactérias do gênero Streptomyces são responsáveis por mais de dois terços dos antibióticos que conhecemos. Mas estimativas indicam que mais de 90% do seu potencial ainda permanece inexplorado — silenciado por genes que nunca se "ligam" em laboratório.
A parte científica de nosso projeto tem três frentes complementares:
O iGEM-USP também tem projetos educacionais e de inclusão social. Em 2026, o iGEM-USP leva a biologia sintética para públicos que raramente têm acesso a ela. Em parceria com a Fundação CASA, o time desenvolve o programa "Um Ano como Biocientista", oferecendo vivências científicas para jovens que cumprem medidas socioeducativas, preparando-os para competir nas Olimpíadas Brasileiras de Biologia Sintética, para que também sejam medalhistas e descubram a ciência como um possível caminho profissional.
O iGEM-USP também ministra um curso sobre resistência antimicrobiana para pessoas acima de 60 anos, tornando acessível um tema de saúde pública urgente para uma geração que conviveu com o surgimento dos primeiros antibióticos.
O time atua ainda junto ao Lar das Moças Cegas, adaptando a comunicação científica para pessoas com deficiência visual, e colabora com a LABS liga, engajando professoras e professores da rede pública em discussões sobre biotecnologia. Todas essas iniciativas integram o eixo de Práticas Humanas do projeto, movidos que somos pela convicção de que ciência de excelência só faz sentido quando dialoga com a sociedade.
Quer tirar dúvidas ou falar conosco?
Entre em contato pelo e-mail igem.uspbrasil@usp.br


















