Vai Ficar Branco nasce da urgência de dar voz, visibilidade e reconhecimento às trajetórias de mulheres com baixa visão ou visão monocular.
Mais do que uma obra sobre desafios, esta é uma obra sobre conquistas, descobertas, recomeços e possibilidades. A deficiência monocular deixa de ser vista pelo viés da limitação para ser compreendida também como parte de histórias de realização pessoal, profissional e social.
O livro reúne relatos de mulheres que vivenciaram a deficiência visual de diferentes maneiras e que, a partir de suas histórias, encontraram caminhos para ressignificar suas trajetórias.
E esses relatos não são apenas para quem vive uma deficiência visual.
Este livro é para todo mundo.
Para quem está passando por essa experiência e, em algum momento, achou que era o único.
Para quem acabou de descobrir uma nova realidade e ainda está tentando entender como lidar com ela.
Para familiares, amigos, profissionais e para qualquer pessoa que queira compreender melhor aquilo que muitas vezes não é possível enxergar apenas olhando para alguém.
Porque encontrar histórias de pessoas que passaram por situações semelhantes pode trazer identificação, acolhimento e novas perspectivas.
Pode ajudar quem está começando a perceber que não precisa enfrentar tudo sozinho e mostrar que existem diferentes maneiras de lidar com essa experiência e construir novos caminhos.
Informação também é parte desse caminho
Além dos relatos, a obra conta com um capítulo dedicado às informações jurídicas indispensáveis às pessoas com deficiência, especialmente no que se refere à deficiência visual monocular.
A proposta é aproximar a legislação da vida real, trazendo informações sobre direitos e sobre os caminhos para acessá-los, porque entre aquilo que a lei garante e aquilo que acontece no cotidiano ainda existem dúvidas, burocracias e barreiras.
Assim, o livro reúne duas dimensões que se complementam: a experiência de quem vive e a informação necessária para compreender e buscar seus direitos.





