Eu disse que estou lançando meu livro, mas sobre o que é?
Esse prefácio do meu Ex melhor amigo Zé Alberto explica um pouco da obra, leiam e se gostarem colaborem:
“Vou escrever um livro.”
“Tá... E eu vou mudar meu nome pra Arnold Schwarzenegger.”
Lembro muito bem que foi assim que começou a história do tal livro. Estávamos na casa dele, antes de algumas das clássicas orgias. A rotina era a mesma: Antes de comermos as menininhas conversávamos filosoficamente sobre tudo o que há pra se conversar. Quando o papo acabava, batia uma tristeza... O orgasmo maior estava no diálogo. O que viria a seguir era só formalidade.
O Felipe sempre foi sofisticado em tudo o que faz. Eu o comparo a Frank William Abgnale Jr. Não sabe fazer porra nenhuma do que diz que sabe... Mas faz mesmo assim. E o resultado acaba sendo muito melhor do que se imagina. Felipe é um cara de quem as pessoas gostam, mesmo que não queiram.
Ele é o meu melhor amigo. Meu Forrest Gump. Um contador de histórias cabeludo que vive intensamente cada dia de sua vida. Somos a cigarra e a formiga que nunca se separam. Enrolado, desleixado, descompromissado... Mesmo assim, não imagino fazer as coisas que eu faço sem tê-lo do lado.
Bem... Não é que o filho da mãe escreveu o livro?
E eu estou no livro. Histórias estão no livro. O livro está no livro. Ele disse que faria... E o fez. Geralmente ele não concluiu nada do que começou. Mas desta vez ele concluiu. E não apenas isso. Ficou bom. Muito bom. É ácido, melancólico, solitário, sensual, engraçado, sensível. Um Bukowski moderno, regado a Coca-Cola, com mais calcinhas que o Wando.
Infelizmente, não é uma obra que vá ganhar um Pulitzer. Na verdade, já imagino puritanos politicamente corretos correndo atrás dele na rua com tochas e foices. Mas esse não é o objetivo dessa obra. É um pseudo-livro, de um pseudo-autor, pseudo-poeta, pseudo-pseudo.
É Brutal.
Agora, com licença. Preciso procurar um cartório para registros civis.
José Alberto Sant’Anna Martins
(Em breve, Arnold Schwarzenegger)
https://www.catarse.me/pt/Pseudo