Você, vocês, são o Canal Bob Fernandes no YouTube. Um canal é via de múltiplas mãos e já chegamos a 280 mil inscritos nesse tráfego cotidiano.
Muitos já vinham sugerindo e achegou a hora de pedir outro aporte nessa parceria: colaboração financeira, via Catarse. Colaboração mensal dos que puderem dar e quanto puderem dar.
Por quê?
Porque o Jornalismo, a Comunicação como ela é, como deve ser, independente, plural, tem custos. Sabemos, vemos, vivemos consequências do quando prevalece a dependência financeira.
Captar e transmitir informação nas mais diversas e abrangentes formas tem custo cada vez maior. Quanto mais se cresce, quanto mais se quer e se busca crescer, maiores os investimentos.
Investigar, viajar, hospedar, entrevistar, contratar profissionais de tecnologia, de informação, custa caro. Até agora este Canal tem bancado custos sem fonte alguma de financiamento. Porque independência é uma exigência.
O YouTube tem publicidade. Mas o que paga é pouquíssimo para se manter um canal. A publicidade não é específica, não é dirigida a um ou outro canal, mas já sabemos que empresas e produtos evitam o que chamam de “temas polêmicos”…
São constantes as “desmonetizações” quando um comentário, mesmo com expressões dentro das normas convencionais, aborda, como deve ser, os tais “temas polêmicos”…
Ou seja... Política, Violência, Religião, Sexualidade, Ciência etc…Imaginem o que seria informar e comentar este Brasil de hoje evitando ou usando meias palavras ao falar sobre Política, Violência, Religião, Sexualidade, Ciência...
Profissionais, muitas vezes exatamente por serem de excepcional qualidade, incomodarem, têm sido afastados de seus Meios. É objetivo deste Canal cada vez mais torná-los parceiros; e como profissionais que vivem do que produzem.
É objetivo deste Canal a diversidade, o criar redes, diálogos, contrapontos, pluralidade. Também por isso, mas não só, chegou o momento de pedir colaboração financeira.
Esse é um Tempo em que mais do que nunca na Comunicação é vital o Jornalismo que dispensa adjetivos para ser definido. O que o define é a caminhada, a história dos que o fazem, e como fazem já há tempos. É também a caminhada, e como, dos que agora começaram e a dos que daqui a pouco, e como, estarão fazendo.
O que define o jornalismo vital, necessário, a Comunicação se falamos de formas e conteúdos os mais diversos, depende cada vez mais de quem são os parceiros...
... E parceiros deste Canal são os que querem que ele exista, que o fazem existir. Nesse existir estão os que participam diretamente, os que assistem, sugerem, comentam, compartilham, criticam, colaboram para que o Canal cresça e possa avançar cada vez mais para a interlocução ao vivo.
Este Canal busca ser cada vez mais amplo. Em volume de informação e qualidade. E não só com comentários, documentários e entrevistas, como já faz há alguns meses.
Este Canal busca ser um imã (ou hub, como muitos preferem) que cada vez mais atraia o que e quem há de bom, de melhor, esteja onde estiver.
Vivemos tempos de mudanças aceleradas. Tempos estimulantes. Mas também perigosos. Informação, conhecimento, Vida, quase tudo submetido a uma velocidade que impede reflexão, digestão. O Tempo Digital fratura e acelera. É só olhar em volta, sentir...
...o jornalismo, a informação seja sobre o que e como for não escapa dessa voracidade. Voracidade-velocidade que facilitam qualquer coisa dita, escrita, vista, soar como concreto, substantivo, real, mesmo quando é só ilusão, mentira.
Isso que chamam de fake news teve e tem caminhos escancarados no Brasil.
Também porque, desde sempre, país com Imprensa, Mídia monopolista. Com oligopólios regionais de chefões ou chefetes.
Nesse “bioma”, velocidade e voracidade encontram escassa resistência e têm sido ainda mais perigosas e destrutivas. Basta olhar em volta. Os Poderes (e também as Mídias são um Poder) se fraturando, uma democracia frágil sendo atacada por arrivistas, por farsantes sem compromisso com nada.
Nada além de uma visão ressentida, egoísta, medíocre, do que é a Vida, o País, a Terra. Por isso, esse um Tempo em que mais do que nunca é vital o Jornalismo, a Comunicação que dispensa adjetivos para ser definida.
Na informação, opinião, são inevitáveis erros eventuais, porque humano. E o subjetivo, o olhar, as escolhas de cada um são inescapáveis. Um fato, qualquer ato, deve ser descrito com toda fidelidade possível de ser alcançada. A partir daí “imparcialidade” é apenas uma quimera. Ou um engana-que-eles-engolem.
Compromisso central, se no jornalismo, deve ser o de respeitar a integridade dos fatos. Compromisso, também, buscar o quanto for possível a pluralidade, a diversidade nas opiniões, análises, entrevistas, nas narrativas...
O que não significa travestir-se de “esquerdista”, “direitista”, “garantista”, “democrata”... a depender de quem esteja nos Poderes.
Significa, perseguindo condições para tanto, buscar ouvir, entender, olhar, perceber também o diferente, dissonante, disruptivo.
A busca pela pluralidade não implica em abrir mão de posições e opiniões próprias. Muito menos significa negar Sua Excelência, O Fato.
Mesmo, e principalmente, em tempos em que O Fato, Os Fatos se chocam com o senso comum, a correnteza, com a multidão desembestada.
O objetivo das biografias a seguir é indicar a caminhada no jornalismo, no vasto mundo da comunicação, dos que deram início a esse canal.
BOB FERNANDES
Bob Fernandes formou-se em jornalismo em Salvador, na Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia (FACOM).
Trajetória
Bob Fernandes trabalhou entre 1978 e 1979 na Rádio Jornal do Brasil, sucursal da Bahia, em Salvador. Entre 1979, ainda estudante, e 1982, cobriu a Bahia e Sergipe como repórter da sucursal da revista Veja.
Entre maio de 1983 e fevereiro de 1986 foi repórter do Jornal do Brasil, em Brasília, onde foi escalado para cobrir a campanha de Tancredo Neves à Presidência da República em 1984/85.
Em 1986, foi subeditor da revista Status, em São Paulo, onde também escreviam Barbara Gancia, Fernando Paiva, José Saramago, Osmar Freitas Junior, Paulo Francis, e o diretor da redação, Wagner Carelli.
Do início ao fim encarregado da cobertura do líder da maioria, Mario Covas (PMDB/PSDB), cobriu a Constituinte como repórter do Jornal do Brasil e depois da Folha de S. Paulo, sucursais de Brasília.
De Abril de 1989 a dezembro de 1991 foi diretor da sucursal da revista ISTOÉ, em Brasília. Sendo autor de pioneira série de reportagens de capa sobre as ações ilegais do governo Collor/ PC Farias.
Como correspondente da Isto É nos Estados Unidos, em 1992 e 1993, cobriu a eleição presidencial Bill Clinton x George Bush. Em 1992 esteve na África, acompanhando eleição e guerras, e cobriu a guerra na Somália.
Retornando ao Brasil, foi repórter especial da Folha de S. Paulo, até se tornar um dos fundadores de Carta Capital. Revista dirigida por Mino Carta e lançada em agosto de 1994. Foi editor de Carta Capital por dois anos e seu Redator-Chefe por oito anos, até dezembro de 2005.
Em 1997, como comentarista, fez o programa de televisão São Paulo/Brasil, nos canais GNT e TV Cultura, juntamente com Barbara Gancia e Roberto Muylaert.
Criou e dirigiu a revista eletrônica Terra Magazine, do Portal Terra, entre abril de 2006 e novembro de 2014. Terra Magazine que, em ação pioneira, por dois anos e meio teve edição diária em espanhol em 17 países. Em 2010, ao mesmo tempo dirigiu para o Portal Terra a cobertura da eleição presidencial e das eleições estaduais no Brasil.
Entre 2011 e 2014 foi também comentarista da Rádio Metrópole, de Salvador. Até novembro de 2018, por 7 anos, foi comentarista no Jornal da Gazeta, da TV Gazeta de São Paulo.
Na TVE da Bahia Bob Fernandes faz o “Entrevista Especial”, que em 2018 ouviu candidatos à Presidência e vice. “Entrevista Especial”, programa que conversa com personagens em destaque.
Mantém perfil e página "Bob Fernandes" e "Bob Fernandes jornalista" no Facebook, e “Bob Fernandes” no Twitter e Instagram. Em fevereiro de 2019 lançou no YouTube o Canal Bob Fernandes.
Bob Fernandes é o autor de mais de 150 reportagens de capa nas revistas Carta Capital e ISTOÉ.
Cobriu nove campanhas presidenciais no Brasil, a campanha Clinton X Bush nos Estados Unidos e esteve nas eleições de 1992 em Angola. Em Caracas acompanhou e escreveu sobre golpe de Estado e o contragolpe na Venezuela em Abril de 2002, o referendo na Venezuela em 2004, a reeleição de Hugo Chávez em 2006 e sua morte em março de 2013.
Como cronista cobriu todas as Copas do Mundo/FIFA desde 1994 (à exceção de 2002), escrevendo para Carta Capital, Diário Lance, Correio Braziliense, O Estado de Minas e para a revista eletrônica Terra Magazine, do Portal Terra...
Cobriu também as Olimpíadas de Pequim, Londres e Rio de Janeiro, as Copas das Confederações da África do Sul e do Brasil e a Copa América na Venezuela.
Como correspondente de guerra esteve em Angola, em 1992, e no mesmo ano cobriu a Guerra da Somália, para a revista Isto É.
Na revista Carta Capital foi autor de mais de 100 reportagens de capa. Entre elas, ao longo de seis anos, uma série de oito capas sobre a presença e espionagem da CIA, FBI, DEA e outras agências dos EUA no Brasil.
Ainda na Carta Capital, outra série de reportagens de capa sobre a tentativa de libertação da ex-senadora Ingrid Betancourt, na Amazônia brasileira. À época Ingrid era prisioneira das FARC. Operação aquela ordenada pelo primeiro-ministro francês Dominique de Villepin e feita por agentes do serviço secreto da França.
Bob Fernandes é autor do livro “Bora Bahêeea, A História do Bahia Contada Por Quem A Viveu”, de 2003 (Ediouro), e coautor de “O complô que elegeu Tancredo”, de 1985.
É autor de uma série de reportagens sobre a prisão do banqueiro Daniel Dantas, do banco Opportunity, publicada na revista eletrônica Terra Magazine, entre os dias 8 e 18 de julho de 2008.
ANTONIO PRADA
Antonio Prada, jornalista, estrategista de mídias digitais e curador de conteúdo, é diretor executivo do canal.
Fundador da Baixo Madalena Digital Co., vive em Tóquio, e tem sido responsável por importantes produtos e estratégias digitais nas áreas de esportes, notícias e entretenimento, direitos e coberturas jornalísticas (de Jogos Olímpicos, Jogos Pan-americanos, Copa do Mundo da FIFA a conteúdo digital original e notícias em tempo real pelo mundo).
Trajetória
Em 18 de outubro de 1999, Antonio Prada assumiu como gerente de conteúdo no ZAZ, um portal web e provedor de internet nacional de propriedade do grupo de mídia RBS. Ele foi responsável pela estruturação da operação e pela implementação, inicialmente, do conceito de notícias em tempo real. Na época, o portal foi líder de audiência no Brasil, ganhou prêmios de excelência em jornalismo online e de melhor conteúdo banda larga do país por 4 anos.
Quando o grupo Telefónica adquiriu o ZAZ, tornou-se gerente de conteúdo do portal Terra para o mercado brasileiro. Coordenou a criação e operação da área de conteúdo, focada em notícias em tempo real, serviços, vídeos e entretenimento. Foi o responsável pela criação e lançamento do Terra TV, e liderou o desenvolvimento do primeiro estúdio de Internet TV na América Latina. Coordenou, entre outros projetos, iniciativas inovadoras e pioneiras, como a cobertura online de cinco eleições no Brasil e de grandes eventos esportivos internacionais (Copas do Mundo de 2002, 2006, 2010, Jogos Olímpicos de 2000, 2004, 2008 e 2012), além de projetos como Terra Magazine, Terra Live Music, Marcelo Tas ao Vivo, entre outros. Ao mesmo tempo, foi responsável pelo departamento de Parcerias do portal.
Em 2007, assumiu como Diretor de Conteúdo e Produto no portal Terra para a América Latina, EUA e Espanha, tornando-se responsável pelo conteúdo e estratégia de produto e das equipes e laboratórios em 8 países: Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, Peru, México, Estados Unidos e Espanha.
Foi também diretor de desenvolvimento de produto (arquitetura de informação, design, experiência do usuário, SEO, Business Intelligence). No Terra liderou oito grandes projetos globais de conteúdo: a cobertura ao vivo e transmissão da Copa do Mundo da Alemanha (2006), dos Jogos Pan-Americanos do Rio (2007), Jogos Olímpicos de Pequim (2008), Copa do Mundo Fifa na África do Sul (2010), Olímpiadas de Inverno de Vancouver e Jogos Pan-Americanos de Guadalajara (2011) e os Jogos Olímpicos de Londres (2012 ) para internet, tablets e celular.
Antonio Prada começou sua carreira no Diário do Grande ABC, um dos principais jornais diários regionais do Brasil. Ocupou diversas posições: crítico de música, repórter, editor de Cultura, editor-executivo e editor-chefe. Em 1994, foi responsável pela criação, desenvolvimento e lançamento da operação online da empresa, uma experiência inovadora em jornalismo digital no Brasil, que se tornou uma referência no país, inaugurando o conceito de notícias em tempo real e cobertura minuto a minuto de eventos esportivos. O site do jornal também foi o primeiro em território brasileiro a oferecer cobertura ao vivo (incluindo atualizações de vídeo) da Copa do Mundo de 1998 na França.
Na década de 80, participou do Teatro Lira Paulistana, uma dos espaços mais renomados da vanguarda artística de São Paulo. Durante 10 anos, trabalhou também como produtor musical, em parceria com os principais artistas brasileiros de vanguarda dos anos 1980: Arrigo Barnabé, Itamar Assumpção, Língua de Trapo, Premeditando o Breque, Rumo, Inocentes, entre outros.
Em 2007, com Jaime Spitzcovsky e Fernanda Cerávolo, criou o MediaOn, um pioneiros e mais importantes seminários internacional de Jornalismo Online na América Latina. Durante as sete edições do evento, realizada em parceria com o Itaú Cultural, MediaOn foi um dos principais fóruns de debate do jornalismo online, com as presenças de profissionais da BBC, New York Times, CNN, Globo, Facebook, The Guardian, Huffington Post, Pro-Publica, Google, Microsoft, Terra, Clarin, Folha de São Paulo, Estado de São Paulo, entre outros.
Dirigiu dois documentários: "Paranapiacaba, a Inglaterra Perdida nos Trópicos"", em parceria com Elcio Thenorio, e ""Noite Ilustrada"", com Joyce Abraham e Marcelo Monteiro. Produziu também série de reportagens sobre o futebol brasileiro e personagens do esporte brasileiro para a Sky Sports, da Inglaterra. Participou também do livro “A Crítica de Arte no ABC”, organizado por Manuel Reis, e com a participação de jornalistas e críticos como Ulysses Cruz, Fernando Rodrigues, Heitor Capuzzo, entre outros.
MIKHAEL THEODORO
Mikhael Theodoro é editor de vídeo e áudio do canal Bob Fernandes.
Formou-se em Comunicação e Multimeios pela Universidade Estadual de Maringá, em 2018, com habilitação nas áreas de jornalismo, publicidade, produção audiovisual, cinema, áudio e sonoridades e fotografia.
Em 2021, se formou no Bootcamp: 21 - Brand Design, Strategy and Technology, pela Miami Ad School, e no curso de Técnico de Som pela AvMakres.
No início de sua carreira, atuou em estágios como redator, produtor de conteúdo, audiovisual, editor e videomaker em startups e agências de Maringá. Ao se formar, trabalhou como redator publicitário na Agência Amblard e como Analista de Mídias Digitais, na Unicesumar.
Em 2019, em São Paulo, atuou como Assistente de Produção na filmagem dos filmes publicitários da campanha “Alelo é tudo isso!”, da Damasco Filmes. Em 2020 passou a integrar a equipe da produtora de áudio HEYHEYMYMY, na qual trabalhou como assistente de produção e mixagem, em filmes como “#NúmerodoRespeito”, da Brahma, e “Carnaval Lupo 2020”, da Lupo. Também no campo da publicidade, em 2021, foi assistente de montagem no filme publicitário “O seu apoio é o nosso maior orgulho”, da Oi, da produtora BigBonsai.
Integrou também o time responsável pelo foley e efeitos sonoros do curta-metragem “Not Too Late”, da produtora britânica de animações Cookie Studio e selecionado para o Around International Film Awards 2021 de Paris, Manchester Film Festival 2022 e Berlin Short Film Festival 2022.
ELIANO JORGE
Eliano Jorge é repórter e produtor do canal Bob Fernandes.
Graduado em Jornalismo pela Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia, foi repórter, editor-assistente, editor interino e colunista em duas passagens pela editoria de Esportes do jornal A Tarde, de Salvador.
Trabalhou como repórter e editor da revista eletrônica Terra Magazine, do Portal Terra, entre 2009 e 2012, sob comando de Bob Fernandes. Foi repórter e redator na Folha de S.Paulo, de 2012 a 2014.
Colaborou com reportagens para o portal UOL, os sites BBC Brasil e Globoesporte.com, os sites das revistas Bravo! e Trip, o Diário Lance! e as revistas Trivela e Placar. Prestou serviço de fixer para correspondente internacional e de produtor para o departamento de jornalismo da TVE da Bahia.
GABRIEL EDÉ
Gabriel Edé é responsável pela identidade sonora do canal Bob Fernandes. Atuou como editor de vídeo e áudio até janeiro de 2020.
Cursou Ciências Sociais na USP e se formou em Música Popular pela UNICAMP. Também é técnico Radialista e Operador de Áudio pelo SENAC.
Compõe trilhas originais para espetáculos teatrais e projetos audiovisuais, sendo desde 2016 encarregado da direção musical da companhia Teatro do Perverto nos espetáculos A Demência dos Touros (2016) e Roda Morta (2018).
Em 2016, desenvolveu a identidade sonora e foi editor de áudio do Elegante Preguiçosa, canal no YouTube produzido pela Plateau Produções. Entre 2017 e 2018, assumiu também a função de editor de video.
É integrante-fundador do selo musical TUDOS, atuante desde 2013. Como produtor musical, compositor e/ou instrumentista participou da gravação, lançamento e circulação de 12 álbuns, além de espetáculos com artistas nacionais e internacionais. Em 2019, lança seu primeiro álbum solo de canções autorais.
