O Elefantes Na Sala nasceu em 2020 como um selo de quadrinhos e jornalismo para amparar as publicações do quadrinista, jornalista e músico Fernando Athayde. Passados alguns anos e várias aventuras Brasil afora, o Elefantes se transformou numa editora de fato, com o lançamento do primeiro volume da coleção Elefantologia de Artistas Brasileiros, publicação que reúne histórias em quadrinhos e textos de outros autores e jornalistas nascidos em terras brasilis.
Depois, veio a revista impressa trimestral Vida-Lixo Magazine (impressa), oferecida como recompensa desta campanha, além do programa de áudio O Pior Podcast do Universo, destinado a refletir sobre a estética trash e produzido em parceria com a editora Mau Gosto Corporations, de Sergipe.
Desde 2025, porém, o Elefantes se mantém ativo principalmente por meio da plataforma Substack, onde hospeda uma newsletter que publica desde gibis curtos e cartuns até ensaios ilustrados, críticas culturais e entrevistas com os mais diversos artistas brasileiros. Esse é o principal produto do selo!
Fernando Athayde é jornalista, mestre em Comunicação, produtor musical e quadrinista. Entre 2020 e 2025, publicou dez álbuns em quadrinhos e colaborou com pesos pesados do universo underground brasileiro, como a Mau Gosto Corporations, a Escória Comix e a Laja Records.
Ele toca o Elefantes Na Sala sozinho: escreve, desenha, edita, imprime, (às vezes) encaderna, distribui e vende livros e revistas ao custo de muito suor.
Manter o Elefantes Na Sala funcionando exige uma série de gastos que vão desde softwares de edição e manipulação de imagem e som até a compra de materiais de desenho, passando pelo orçamento reservado à participação em eventos e feiras de publicação e, é claro, pelo pagamento das gráficas que imprimem nossas revistas.
Para fazer isso acontecer, criamos modalidades de apoio mensal que cabem em todos os bolsos e interesses. Você assina agora e pode cancelar quando quiser. O Catarse fica com 13% de todo o valor arrecadado mensalmente.
O Elefantes Na Sala é um projeto editorial que aposta no valor do jornalismo cultural, da mídia impressa e dos quadrinhos brasileiros em sua forma mais idiossincrática. Ao invés das grandes narrativas do Brasil Profundo, o selo compreende o Brasil-Superfície: aquilo que todo mundo ama, mas quase ninguém se dá conta.
É das mascotinhas dos muros de borracharia, da cultura do lanche barato de rodoviária e dos cartazes de supermercado pintados à mão que extraímos nossa forma de ver a vida.

Experimente AQUI a versão PDF do volume 0 de nossa revista impressa Vida-Lixo Magazine, que é a recompensa das modalidades Vida-Lixo e Mecenas Supremo.
