Você já ajudou um dos nossos livros a existir. Agora, quero te convidar a conhecer um lado inquietante da arte japonesa: nossa nova campanha começa à meia-noite de hoje para amanhã (15/10), no Catarse!
De onde vêm as imagens que nos fascinam e nos perturbam?
Quem conhece os mangás de Junji Ito, Suehiro Maruo ou Shintaro Kago talvez já tenha se perguntado isso. Corpos que se transformam, desejos obsessivos, humor desconcertante… Como esse imaginário se formou?
É o que vamos explorar em Ero guro nansensu: conceito, história e influências, de Alexandre Rodrigues da Costa, nosso novo projeto de financiamento coletivo.
O livro investiga o encontro entre erotismo, grotesco e absurdo, conectando diferentes épocas e expressões da cultura japonesa:
• Nas artes tradicionais, as gravuras eróticas shunga, o teatro kabuki e as imagens de violência e assombração de Tsukioka Yoshitoshi.
• Na literatura, o mistério, os desejos e as obsessões nas obras de Edogawa Ranpo, Yumeno Kyûsaku, Tanizaki e outros escritores.
• No pós-guerra, o kinbaku, a obra de Seiu Ito e as revistas que testavam os limites entre liberdade e censura.
• Na cultura contemporânea, os mangás adultos, o cinema erótico, as animações e os jogos — além de uma galeria dedicada a artistas como Toshio Saeki, Takato Yamamoto, Junji Ito e Shintaro Kago.
É uma oportunidade de descobrir as conexões entre obras que muitas vezes conhecemos separadamente, em um panorama em português sobre um tema ainda pouco explorado em livros por aqui.
A edição terá cerca de 300 páginas, imagens internas coloridas e prefácio da historiadora japonesa Azumi Kawahara, pesquisadora da sexualidade, do sadomasoquismo e do kinbaku no Japão.
O apoio com o livro começa em R$69 na primeira semana!
Vamos alcançar 25% da meta no primeiro dia? Se atingirmos esse objetivo nas primeiras 24 horas, durante o dia 15/10, quem apoiar nesse período ganha um marcador especial com hot stamping e arte exclusiva inspirada em Shôjo jigoku, de Yumeno Kyûsaku!*
Pré-lançamento já disponível pra você seguir e não perder a hora!
Seu apoio ajuda essa pesquisa a ganhar forma e chegar a novos leitores. Te esperamos à meia-noite, no horário de Brasília!
Lua da Laboralivros
*Marcador limitado a 100 unidades, uma por apoiador, por ordem de confirmação do apoio.
Oi! Lua da Laboralivros por aqui. 🧡
Você já ajudou um dos nossos livros a existir. Agora, quero te convidar a conhecer um lado inquietante da arte japonesa: nossa nova campanha começa à meia-noite de hoje para amanhã (15/10), no Catarse!
De onde vêm as imagens que nos fascinam e nos perturbam?
Quem conhece os mangás de Junji Ito, Suehiro Maruo ou Shintaro Kago talvez já tenha se perguntado isso. Corpos que se transformam, desejos obsessivos, humor desconcertante… Como esse imaginário se formou?
É o que vamos explorar em Ero guro nansensu: conceito, história e influências, de Alexandre Rodrigues da Costa, nosso novo projeto de financiamento coletivo.
O livro investiga o encontro entre erotismo, grotesco e absurdo, conectando diferentes épocas e expressões da cultura japonesa:
• Nas artes tradicionais, as gravuras eróticas shunga, o teatro kabuki e as imagens de violência e assombração de Tsukioka Yoshitoshi.
• Na literatura, o mistério, os desejos e as obsessões nas obras de Edogawa Ranpo, Yumeno Kyûsaku, Tanizaki e outros escritores.
• No pós-guerra, o kinbaku, a obra de Seiu Ito e as revistas que testavam os limites entre liberdade e censura.
• Na cultura contemporânea, os mangás adultos, o cinema erótico, as animações e os jogos — além de uma galeria dedicada a artistas como Toshio Saeki, Takato Yamamoto, Junji Ito e Shintaro Kago.
É uma oportunidade de descobrir as conexões entre obras que muitas vezes conhecemos separadamente, em um panorama em português sobre um tema ainda pouco explorado em livros por aqui.
A edição terá cerca de 300 páginas, imagens internas coloridas e prefácio da historiadora japonesa Azumi Kawahara, pesquisadora da sexualidade, do sadomasoquismo e do kinbaku no Japão.
O apoio com o livro começa em R$69 na primeira semana!
Vamos alcançar 25% da meta no primeiro dia? Se atingirmos esse objetivo nas primeiras 24 horas, durante o dia 15/10, quem apoiar nesse período ganha um marcador especial com hot stamping e arte exclusiva inspirada em Shôjo jigoku, de Yumeno Kyûsaku!*
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Depois de semanas acompanhando cada porcentagem, cada novo apoio e cada compartilhamento, Otogizôshi atingiu a meta necessária para sua publicação.
Isso significa que agora podemos dizer sem nenhum “se”:
Nossa edição bilíngue japonês–português de Otogizôshi, de Osamu Dazai, vai existir!
E isso aconteceu porque vocês decidiram apostar no projeto antes de ele existir. Foram vocês que tornaram possível dar início a todo o trabalho de tradução, preparação, revisão, projeto gráfico e produção que vem pela frente.
Então, antes de falar de qualquer outra meta: muito obrigada! 🖤
Mas acontece que o contador continua rodando...
🎨 Ainda temos 4 dias — e faltam só 5% para Otogizôshi ganhar ilustrações!
Nossa primeira meta estendida está em 105%.
Se conseguirmos chegar lá até o encerramento da campanha, o livro ganhará quatro ilustrações exclusivas de Daniél Silvestre — uma para cada um dos contos de Otogizôshi.
Ou seja: a corrida para fazer o livro existir terminou.
Agora queremos aproveitar esses últimos quatro dias para fazer a melhor edição que conseguirmos.
E aqui vocês ainda podem nos ajudar muito.
Talvez vocês conheçam alguém que acompanhou a campanha, mas preferiu esperar para saber se ela seria financiada. Talvez tenham um amigo que goste de Dazai, literatura japonesa, folclore ou simplesmente de edições um pouquinho fora do comum.
Agora é uma ótima hora para mandar o projeto para essa pessoa.
O livro já está garantido. Cada novo apoio, daqui em diante, nos ajuda a acrescentar mais à edição — e nossa primeira parada está muito pertinho:
🎯 100% — Otogizôshi será publicado ✓ 🎨 105% — quatro ilustrações, uma para cada conto
Temos só mais quatro dias para descobrir até onde conseguimos levar esse livro.
Se vocês nos ajudaram a chegar até aqui, ajudem Otogizôshi a atravessar mais esses últimos 5%. 👹🖤
⛩️ catarse.com.br/dazai
A meta foi alcançada. Agora vamos fazer esse livro crescer.
Olá, pessoal!
Conseguimos. Chegamos aos 100%! 🖤⛩️
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Nossa primeira meta estendida está em 105%.
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Ou seja: a corrida para fazer o livro existir terminou.
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A meta foi alcançada. Agora vamos fazer esse livro crescer.
Carmilla. A Ed. Clock Tower apresenta uma edição crítica do clássico gótico de Sheridan Le Fanu. Capa dura, fitilho marcador, cerca de 50 notas explicativas, a maior biografia do autor já publicada em português e o apoio de especialistas como Kate Sullivan e W. J. McCormack. O volume ainda conta com introdução de Lord A, estudo sobre o mito do vampiro e 7 ilustrações exclusivas de Sandro Andrade, fiéis à novela. Uma edição pensada para ser completa, diferente e definitiva. http://www.catarse.com.br/projetocarmilla
Crimes Rurais é uma antologia literária de Rural Noir publicada pela Luva Editora. A obra reúne contos que exploram a violência, disputas de terras, segredos de família, relações de poder e abusos institucionais longe dos grandes centros urbanos do Brasil. Transitando entre o suspense policial, o horror, a crítica social, o drama e o folclore, o livro mergulha nas particularidades do interior brasileiro em cenários como o sertão, garimpos, vilas e fazendas. A edição impressa conta com cerca de 220 páginas e traz uma proposta gráfica alinhada à atmosfera sombria e claustrofóbica da obra. http://www.catarse.com.br/crimesrurais
"Parece o fim dos tempos, não é mesmo?" A extinção, a entropia, o fim do mundo, o término de todas as coisas — segundo a física, esse será o destino inexorável do universo em um tempo incomensurável no futuro. Segundo algumas religiões, algum tipo de término apocalíptico acontecerá para que a humanidade ressurja, renovada. Para a arte e para a literatura, o apocalipse costuma ser evocado de formas variadas e complexas, da alegoria à especulação filosófica. “Parece o fim dos tempos, não é mesmo?” É a apresentação vertiginosa das mais diversas evocações do fim, o apocalipse ao estilo Raphus Press. Cadastre-se na pré-campanha para garantir seu exemplar e as recompensas limitadas. http://www.catarse.com.br/fimdostempos
Os Maiores Sucessos de Harlan Ellison. Está no ar o financiamento coletivo do primeiro livro de Harlan Ellison no Brasil!Um dos grandes nomes da ficção especulativa, Ellison influenciou gerações de autores e nos deixou histórias que continuam assustadoramente atuais — como “Não tenho boca e preciso gritar”. A coletânea reúne 19 narrativas premiadas e mundialmente reconhecidas. Confira a campanha da Editora Diário Macabro, garanta sua recompensa exclusiva e venha conhecer Harlan Ellison! http://www.catarse.com.br/harlan
O Ritual, publicado originalmente em 2011 é o livro mais famoso do escritor britânico Adam Nevill, um dos maiores nomes do horror contemporâneo. Vencedor do British Fantasy Award, em 2012, como Melhor Romance de Horror e adaptado para o cinema em 2017, O Ritual chega pela primeira vez em português, através da Editora O Grifo, em uma edição feita especialmente para colecionadores e fãs dessa obra-prima do Folk Horror e marcando a estreia de Adam Nevill no mercado editorial brasileiro. http://www.catarse.com.br/oritual
Contos tradicionais japoneses, recontados no fim do mundo. Escrito em 1945, nos últimos meses da Segunda Guerra Mundial, Otogizôshi revela uma faceta pouco conhecida de Osamu Dazai, autor de Declínio de um homem. Na obra, Dazai revisita quatro célebres contos tradicionais japoneses — entre oni, tanuki, coelhos e viagens fantásticas — com seu humor, sua ironia e seu olhar profundamente humano. A Laboralivros prepara a primeira tradução integral de Otogizôshi publicada no Brasil, traduzida diretamente do japonês por Victoria Toscani, em uma edição bilíngue japonês–português, ilustrada e acompanhada de notas culturais. Acampanha é Tudo ou Nada e termina em 11 de outubro: precisamos alcançar 100% da meta para que esta edição possa existir. Apoie Otogizôshi no Catarse e ajude a trazer este outro Dazai aos leitores brasileiros. http://www.catarse.com.br/dazai
Carmilla. A Ed. Clock Tower apresenta uma edição crítica do clássico gótico de Sheridan Le Fanu. Capa dura, fitilho marcador, cerca de 50 notas explicativas, a maior biografia do autor já publicada em português e o apoio de especialistas como Kate Sullivan e W. J. McCormack. O volume ainda conta com introdução de Lord A, estudo sobre o mito do vampiro e 7 ilustrações exclusivas de Sandro Andrade, fiéis à novela. Uma edição pensada para ser completa, diferente e definitiva. http://www.catarse.com.br/projetocarmilla
Crimes Rurais é uma antologia literária de Rural Noir publicada pela Luva Editora. A obra reúne contos que exploram a violência, disputas de terras, segredos de família, relações de poder e abusos institucionais longe dos grandes centros urbanos do Brasil. Transitando entre o suspense policial, o horror, a crítica social, o drama e o folclore, o livro mergulha nas particularidades do interior brasileiro em cenários como o sertão, garimpos, vilas e fazendas. A edição impressa conta com cerca de 220 páginas e traz uma proposta gráfica alinhada à atmosfera sombria e claustrofóbica da obra. http://www.catarse.com.br/crimesrurais
"Parece o fim dos tempos, não é mesmo?" A extinção, a entropia, o fim do mundo, o término de todas as coisas — segundo a física, esse será o destino inexorável do universo em um tempo incomensurável no futuro. Segundo algumas religiões, algum tipo de término apocalíptico acontecerá para que a humanidade ressurja, renovada. Para a arte e para a literatura, o apocalipse costuma ser evocado de formas variadas e complexas, da alegoria à especulação filosófica. “Parece o fim dos tempos, não é mesmo?” É a apresentação vertiginosa das mais diversas evocações do fim, o apocalipse ao estilo Raphus Press. Cadastre-se na pré-campanha para garantir seu exemplar e as recompensas limitadas. http://www.catarse.com.br/fimdostempos
Os Maiores Sucessos de Harlan Ellison. Está no ar o financiamento coletivo do primeiro livro de Harlan Ellison no Brasil!Um dos grandes nomes da ficção especulativa, Ellison influenciou gerações de autores e nos deixou histórias que continuam assustadoramente atuais — como “Não tenho boca e preciso gritar”. A coletânea reúne 19 narrativas premiadas e mundialmente reconhecidas. Confira a campanha da Editora Diário Macabro, garanta sua recompensa exclusiva e venha conhecer Harlan Ellison! http://www.catarse.com.br/harlan
O Ritual, publicado originalmente em 2011 é o livro mais famoso do escritor britânico Adam Nevill, um dos maiores nomes do horror contemporâneo. Vencedor do British Fantasy Award, em 2012, como Melhor Romance de Horror e adaptado para o cinema em 2017, O Ritual chega pela primeira vez em português, através da Editora O Grifo, em uma edição feita especialmente para colecionadores e fãs dessa obra-prima do Folk Horror e marcando a estreia de Adam Nevill no mercado editorial brasileiro. http://www.catarse.com.br/oritual
Contos tradicionais japoneses, recontados no fim do mundo. Escrito em 1945, nos últimos meses da Segunda Guerra Mundial, Otogizôshi revela uma faceta pouco conhecida de Osamu Dazai, autor de Declínio de um homem. Na obra, Dazai revisita quatro célebres contos tradicionais japoneses — entre oni, tanuki, coelhos e viagens fantásticas — com seu humor, sua ironia e seu olhar profundamente humano. A Laboralivros prepara a primeira tradução integral de Otogizôshi publicada no Brasil, traduzida diretamente do japonês por Victoria Toscani, em uma edição bilíngue japonês–português, ilustrada e acompanhada de notas culturais. Acampanha é Tudo ou Nada e termina em 11 de outubro: precisamos alcançar 100% da meta para que esta edição possa existir. Apoie Otogizôshi no Catarse e ajude a trazer este outro Dazai aos leitores brasileiros. http://www.catarse.com.br/dazai
Já percorremos uma boa parte do caminho de Otogizôshi — e isso só aconteceu porque vocês decidiram embarcar nesse projeto com a gente. 🖤
Agora entramos em uma fase muito importante da campanha. O financiamento termina no dia 11 de outubro e, como nosso projeto é Tudo ou Nada, ainda precisamos chegar aos 100% para que o livro possa existir.
E é aí que vocês podem nos ajudar mais uma vez.
Desta vez, não estamos pedindo um novo apoio, mas algo que pode fazer uma diferença enorme: ajudem a apresentar Otogizôshi para mais gente.
Preparamos um vídeo curtinho sobre o livro justamente para facilitar. Ele pode ser compartilhado pelo WhatsApp, enviado naquele grupo de amigos, colocado nos Stories ou simplesmente encaminhado para aquela pessoa que vocês sabem que gosta de Osamu Dazai, literatura japonesa, folclore, cultura do Japão ou edições bilíngues.
📲 O vídeo está aqui nesta novidade — é só baixar/compartilhar e mandar adiante!
Às vezes, a pessoa que falta para uma campanha chegar aos 100% está a apenas uma mensagem de distância e ainda nem sabe que o projeto existe.
Para quem quiser mandar junto com o vídeo, pode ser algo tão simples quanto:
“Olha esse projeto que apoiei! É uma edição inédita no Brasil de Otogizôshi, do Osamu Dazai, bilíngue japonês–português. A campanha é Tudo ou Nada e termina em 11 de outubro. Achei que você ia gostar.”
Pronto. Sem textão, sem precisar virar divulgador oficial da Laboralivros. 😅 Uma mensagem já ajuda.
Nós seguimos daqui fazendo barulho, contando sobre os quatro contos, mostrando o livro e procurando novos leitores. Se cada pessoa que já está conosco conseguir fazer Otogizôshi chegar a mais uma pessoa, nossa voz fica muito maior.
Contos tradicionais japoneses, recontados no fim do mundo.
Vamos levar Otogizôshi até os 100%? ⛩️👹
catarse.com.br/dazai
Olá, pessoal!
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Agora entramos em uma fase muito importante da campanha. O financiamento termina no dia 11 de outubro e, como nosso projeto é Tudo ou Nada, ainda precisamos chegar aos 100% para que o livro possa existir.
E é aí que vocês podem nos ajudar mais uma vez.
Desta vez, não estamos pedindo um novo apoio, mas algo que pode fazer uma diferença enorme: ajudem a apresentar Otogizôshi para mais gente.
Preparamos um vídeo curtinho sobre o livro justamente para facilitar. Ele pode ser compartilhado pelo WhatsApp, enviado naquele grupo de amigos, colocado nos Stories ou simplesmente encaminhado para aquela pessoa que vocês sabem que gosta de Osamu Dazai, literatura japonesa, folclore, cultura do Japão ou edições bilíngues.
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Às vezes, a pessoa que falta para uma campanha chegar aos 100% está a apenas uma mensagem de distância e ainda nem sabe que o projeto existe.
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Pronto. Sem textão, sem precisar virar divulgador oficial da Laboralivros. 😅 Uma mensagem já ajuda.
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Contos tradicionais japoneses, recontados no fim do mundo.
Aqui é a Lua da Laboralivros, editoras Urso & BuruRu.
Se você curte livros que resgatam histórias esquecidas, mundos mágicos e culturas que quase não chegam por aqui, deixa eu te contar sobre nosso projeto mais recente: Contos Fantásticos Mongóis e Calmuques: Sagas do Extremo Leste.
Faltam apenas 5 dias para o fim da campanha no Catarse, e já chegamos a 75% da meta.
Isso só foi possível graças ao apoio de pessoas que acreditam no poder das boas histórias — e agora precisamos de mais mãos para dar o último passo.
Mas afinal, que livro é esse?
📖 É uma coletânea inédita no Brasil de contos orais da Mongólia e das estepes da Ásia Central. São histórias que viajaram por séculos, passadas de geração em geração por xamãs, anciãos e contadores de histórias.
🐎 Os protagonistas aqui enfrentam desafios propostos por khans, fazem pactos com animais falantes, atravessam reinos encantados e precisam decifrar enigmas que não cabem na lógica ocidental.
São narrativas repletas de misticismo, sabedoria popular e imaginação selvagem — um verdadeiro antídoto para o excesso de realismo e racionalidade que nos cerca.
✨ O livro foi traduzido diretamente do inglês (com base na compilação da folclorista Rachel H. Busk, publicada em 1916) e inclui uma introdução inédita, projeto gráfico caprichado e ilustrações inspiradas na arte tradicional mongol.
💬 Se você acredita que é hora de abrir espaço para outras vozes, outras formas de imaginar o mundo, esse livro é pra você.
Temos recompensas acessíveis (inclusive e-book!) e, no Catarse, dá pra dividir em até 6x no cartão.
E, claro, se não puder apoiar financeiramente, já ajuda muito compartilhando o projeto com quem possa se interessar.
Esse livro também pode ser seu.
Só depende de nós.
Oi 😃
Aqui é a Lua da Laboralivros, editoras Urso & BuruRu.
Se você curte livros que resgatam histórias esquecidas, mundos mágicos e culturas que quase não chegam por aqui, deixa eu te contar sobre nosso projeto mais recente: Contos Fantásticos Mongóis e Calmuques: Sagas do Extremo Leste.
Faltam apenas 5 dias para o fim da campanha no Catarse, e já chegamos a 75% da meta.
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Mas afinal, que livro é esse?
📖 É uma coletânea inédita no Brasil de contos orais da Mongólia e das estepes da Ásia Central. São histórias que viajaram por séculos, passadas de geração em geração por xamãs, anciãos e contadores de histórias.
🐎 Os protagonistas aqui enfrentam desafios propostos por khans, fazem pactos com animais falantes, atravessam reinos encantados e precisam decifrar enigmas que não cabem na lógica ocidental.
São narrativas repletas de misticismo, sabedoria popular e imaginação selvagem — um verdadeiro antídoto para o excesso de realismo e racionalidade que nos cerca.
✨ O livro foi traduzido diretamente do inglês (com base na compilação da folclorista Rachel H. Busk, publicada em 1916) e inclui uma introdução inédita, projeto gráfico caprichado e ilustrações inspiradas na arte tradicional mongol.
💬 Se você acredita que é hora de abrir espaço para outras vozes, outras formas de imaginar o mundo, esse livro é pra você.
Temos recompensas acessíveis (inclusive e-book!) e, no Catarse, dá pra dividir em até 6x no cartão.
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Está tentando remover o blur no CSS né? Não pode, assim é feio, você precisa desbloquear o post para ver o conteúdo completo. Este texto borrado é só uma prévia genérica, não é o conteúdo real. Para acessar tudo, você precisa seguir o criador, apoiar a campanha ou fazer upgrade do seu plano de assin...
Este post é exclusivo para quem apoia Irui Kon'in A REIMPRESSÃO.
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Quando a árvore wiliwili floresce, os tubarões a mordem... (Significado: "Uma bela mulher atrai os jovens homens que se tornam ferozes rivais dela") – ‘Olelo No‘eau, Proverbio havaiano
Tempos atrás, zapeando pelos canais de TV, me deparei com o longa Moana, um mar de aventuras, já quase no final. De pronto as cores todas me chamaram muito a atenção! Eram fortes, vívidas, tropicais, familiares e ainda assim diferentes. Dias depois, para a minha sorte, a programação tradicionalmente repetitiva dos canais particulares passaria a animação que eu nunca tinha visto antes (embora seja de 2017). Marquei o horário e aguardei.
Eu fiquei encantada. Antes de Moana, o mais próximo que cheguei da cultura polinésia foi Lilo & Stich e informações aleatórias sobre danças Maori e saber que o ator Dwayne Johnson é descendente de chefes samoanos. Mas ver aquelas imagens impactantes de mar e natureza, os padrões das roupas, a dança e nomes me instigou. Como será a cultura polinésia e onde posso experienciar mais dela? Fiquei com isso na cabeça.
Uma das coisas que me motivou a criar a editora foi a oportunidade de aflorar meu lado pesquisadora e encontrar as narrativas mais diversas possíveis.
Ao definir temas para nossos livros, começava a busca pelos contos. E durante essas buscas eu descobria sempre muito além do que procurava. É como descer um rio, de repente você encontra inúmeras ramificações, o que era uma possibilidade torna-se cinco, dez, mil.
Muitos projetos saíram dessas descobertas inesperadas pelo caminho. Em certo momento encontrava um continho perdido que infelizmente não se encaixava em nenhum projeto maior, mas era tão legal que merecia espaço: Isso foi o que nos motivou a fazer o clube de assinatura Do lendário ao raro.
E claro, foi nessas pesquisas que encontrei uma das raridades que ocupou minha mente desde ano passado: um romance havaiano. E não apenas isso, ele era o primeiro e escrito por um nativo, e mais; contava a história de uma mulher.
Sabe ganhar numa loteria? Me senti assim.
Um dos meus principais objetivos enquanto editora é justamente resgatar esses tesouros que ficaram esquecidos. Esquecidos ou ignorados, em especial quando falamos de literatura fora do eixo eurocêntrico e principalmente que não é de língua inglesa ou francesa.
Muitos conhecem os textos clássicos da cultura ocidental, mas quando vamos mais longe as coisas ficam difusas, quando chegamos a povos originários então, uma densa névoa parece tomar conta.
E ao ler o chamado O romance havaiano de Laʻieikawai (Ke Kaao o Laieikawai), escrito por S. N. Haleʻole em 1863 aumenta ainda mais a estranheza: trata-se de um texto que nada deixa a dever para qualquer livro fantástico da tradição europeia, ousaria dizer que até aos mais contemporâneos.
O narrador vai nos apresentando os personagens e suas histórias, e em alguns casos dá uns saltos para acompanhar esse ou aquele personagem que, claro, mesmo distantes um do outro no livro, continuam suas missões. A história foi publicada em um periódico havaiano chamado Ka Nupepa Kuokoa entre 1862 e 1863.
Entre as narrativas, há vários poemas afinal, o romance todo foi escrito baseado no kaʻao[1] tradicional sobre a princesa Laʻieikawai , uma narrativa ensaiada em prosa e intercalada com canções transmitidas oralmente por antigos contadores de histórias havaianos.
E a história dessa princesa é cheia de fantasia, em especial se falamos dos misteriosos poderes que ela tem, bem como alguns de seus pretendentes, entre eles descendentes de deuses. Divindades completamente diferentes das que conhecemos, pois entre seus filhos alguns parecem ser humanos com algum aspecto especial ou outros deuses, “confusão” que a tradução de Martha W. Beckwith ajuda a esclarecer, com suas preciosas notas culturais adicionadas em 1918.
Em relação à trama, o que posso dizer enquanto leitora ocidental, à parte os aspectos diferentes da cultura polinésia, é que é um livro cheio de tramas dignas de novelas ou romances: a beleza de Laʻieikawai atrai muitos jovens pretendentes que na verdade não são bons para ela, e por várias vezes, por acreditar em alguns deles (e em outras pessoas) ela acaba sendo enganada e sofrendo durante toda sua jornada até finalmente virar uma mulher madura de fato, capaz de entender as coisas por si e, finalmente, tomar seu lugar sagrado junto aos deuses.
Um ponto fortíssimo dessa história é a lealdade que se forma entre ela e as irmãs abandonadas de seu primeiro pretendente — a saber: um chefe muito forte, habilidoso e arrogante chamado Aiwohikupua e que pede ajuda para as irmãs convencerem a bela de Paliuli a se casar com ele. Todas falham e por isso ele as abandona na floresta de Paliuli, bem ressentido —, Maile-Haiwale, Maile-Kaluhea, Maile-Lau'ii, Maile-Pakaha e Kahalaomapuana se mostram muito diferentes de seu irmão ao serem acolhidas por Laʻieikawai e tidas como suas próprias irmãs. São elas que “seguram a barra” por assim dizer, quando as maldições e terríveis situações abatem nossa heroína, e de certo modo, é graças a essa irmandade que Laʻieikawai consegue sua ascensão, muito embora torne-se então “a mulher do crepúsculo”.
Eu ouso dizer que Laʻieikawai é um clássico da literatura. Pois, se clássico é aquele texto que é atemporal, sem dúvida existem várias passagens do romance que irão falar de coisas e sentimentos humanos que independem de tempo e espaço. É impossível ler e não sentir conexão com alguns personagens e situações vividas, mesmo sendo eles de uma cultura e tempo totalmente diferente do nosso.
O cinema é um grande difusor cultural, sem dúvida, mas a literatura tem a capacidade e o tempo perfeitos para que a gente realmente consiga saborear muito mais: é tipo a diferença entre assistir O senhor dos anéis e ler O senhor dos anéis. Se Moana e Lilo me chamaram a atenção para as historias polinésias por meio de suas animações, sem dúvida é Laʻieikawai e suas irmãs que me proporcionaram poder experimentar de uma maneira bem mais ampla e rica a mágica da mitologia havaiana.
Espero poder trazer para os leitores brasileiros essa preciosidade que está em financiamento coletivo neste momento na plataforma Catarse e que poderá ser apoiada até dia 11 de novembro, e com isso ampliar nossas visões sobre culturas e narrativas diferentes das nossas.
[1] Lenda, conto, novela, romance, geralmente fantasioso; ficção; contar uma história fantasiosa. ho'o.ka'ao Para contar histórias; narrativa. (wehewehe.org)
"Pua ka wiliwili nanahu ka mano…”
Quando a árvore wiliwili floresce, os tubarões a mordem... (Significado: "Uma bela mulher atrai os jovens homens que se tornam ferozes rivais dela") – ‘Olelo No‘eau, Proverbio havaiano
Tempos atrás, zapeando pelos canais de TV, me deparei com o longa Moana, um mar de aventuras, já quase no final. De pronto as cores todas me chamaram muito a atenção! Eram fortes, vívidas, tropicais, familiares e ainda assim diferentes. Dias depois, para a minha sorte, a programação tradicionalmente repetitiva dos canais particulares passaria a animação que eu nunca tinha visto antes (embora seja de 2017). Marquei o horário e aguardei.
Eu fiquei encantada. Antes de Moana, o mais próximo que cheguei da cultura polinésia foi Lilo & Stich e informações aleatórias sobre danças Maori e saber que o ator Dwayne Johnson é descendente de chefes samoanos. Mas ver aquelas imagens impactantes de mar e natureza, os padrões das roupas, a dança e nomes me instigou. Como será a cultura polinésia e onde posso experienciar mais dela? Fiquei com isso na cabeça.
Uma das coisas que me motivou a criar a editora foi a oportunidade de aflorar meu lado pesquisadora e encontrar as narrativas mais diversas possíveis.
Ao definir temas para nossos livros, começava a busca pelos contos. E durante essas buscas eu descobria sempre muito além do que procurava. É como descer um rio, de repente você encontra inúmeras ramificações, o que era uma possibilidade torna-se cinco, dez, mil.
Muitos projetos saíram dessas descobertas inesperadas pelo caminho. Em certo momento encontrava um continho perdido que infelizmente não se encaixava em nenhum projeto maior, mas era tão legal que merecia espaço: Isso foi o que nos motivou a fazer o clube de assinatura Do lendário ao raro.
E claro, foi nessas pesquisas que encontrei uma das raridades que ocupou minha mente desde ano passado: um romance havaiano. E não apenas isso, ele era o primeiro e escrito por um nativo, e mais; contava a história de uma mulher.
Sabe ganhar numa loteria? Me senti assim.
Um dos meus principais objetivos enquanto editora é justamente resgatar esses tesouros que ficaram esquecidos. Esquecidos ou ignorados, em especial quando falamos de literatura fora do eixo eurocêntrico e principalmente que não é de língua inglesa ou francesa.
Muitos conhecem os textos clássicos da cultura ocidental, mas quando vamos mais longe as coisas ficam difusas, quando chegamos a povos originários então, uma densa névoa parece tomar conta.
E ao ler o chamado O romance havaiano de Laʻieikawai (Ke Kaao o Laieikawai), escrito por S. N. Haleʻole em 1863 aumenta ainda mais a estranheza: trata-se de um texto que nada deixa a dever para qualquer livro fantástico da tradição europeia, ousaria dizer que até aos mais contemporâneos.
O narrador vai nos apresentando os personagens e suas histórias, e em alguns casos dá uns saltos para acompanhar esse ou aquele personagem que, claro, mesmo distantes um do outro no livro, continuam suas missões. A história foi publicada em um periódico havaiano chamado Ka Nupepa Kuokoa entre 1862 e 1863.
Entre as narrativas, há vários poemas afinal, o romance todo foi escrito baseado no kaʻao[1] tradicional sobre a princesa Laʻieikawai , uma narrativa ensaiada em prosa e intercalada com canções transmitidas oralmente por antigos contadores de histórias havaianos.
E a história dessa princesa é cheia de fantasia, em especial se falamos dos misteriosos poderes que ela tem, bem como alguns de seus pretendentes, entre eles descendentes de deuses. Divindades completamente diferentes das que conhecemos, pois entre seus filhos alguns parecem ser humanos com algum aspecto especial ou outros deuses, “confusão” que a tradução de Martha W. Beckwith ajuda a esclarecer, com suas preciosas notas culturais adicionadas em 1918.
Em relação à trama, o que posso dizer enquanto leitora ocidental, à parte os aspectos diferentes da cultura polinésia, é que é um livro cheio de tramas dignas de novelas ou romances: a beleza de Laʻieikawai atrai muitos jovens pretendentes que na verdade não são bons para ela, e por várias vezes, por acreditar em alguns deles (e em outras pessoas) ela acaba sendo enganada e sofrendo durante toda sua jornada até finalmente virar uma mulher madura de fato, capaz de entender as coisas por si e, finalmente, tomar seu lugar sagrado junto aos deuses.
Um ponto fortíssimo dessa história é a lealdade que se forma entre ela e as irmãs abandonadas de seu primeiro pretendente — a saber: um chefe muito forte, habilidoso e arrogante chamado Aiwohikupua e que pede ajuda para as irmãs convencerem a bela de Paliuli a se casar com ele. Todas falham e por isso ele as abandona na floresta de Paliuli, bem ressentido —, Maile-Haiwale, Maile-Kaluhea, Maile-Lau'ii, Maile-Pakaha e Kahalaomapuana se mostram muito diferentes de seu irmão ao serem acolhidas por Laʻieikawai e tidas como suas próprias irmãs. São elas que “seguram a barra” por assim dizer, quando as maldições e terríveis situações abatem nossa heroína, e de certo modo, é graças a essa irmandade que Laʻieikawai consegue sua ascensão, muito embora torne-se então “a mulher do crepúsculo”.
Eu ouso dizer que Laʻieikawai é um clássico da literatura. Pois, se clássico é aquele texto que é atemporal, sem dúvida existem várias passagens do romance que irão falar de coisas e sentimentos humanos que independem de tempo e espaço. É impossível ler e não sentir conexão com alguns personagens e situações vividas, mesmo sendo eles de uma cultura e tempo totalmente diferente do nosso.
O cinema é um grande difusor cultural, sem dúvida, mas a literatura tem a capacidade e o tempo perfeitos para que a gente realmente consiga saborear muito mais: é tipo a diferença entre assistir O senhor dos anéis e ler O senhor dos anéis. Se Moana e Lilo me chamaram a atenção para as historias polinésias por meio de suas animações, sem dúvida é Laʻieikawai e suas irmãs que me proporcionaram poder experimentar de uma maneira bem mais ampla e rica a mágica da mitologia havaiana.
Espero poder trazer para os leitores brasileiros essa preciosidade que está em financiamento coletivo neste momento na plataforma Catarse e que poderá ser apoiada até dia 11 de novembro, e com isso ampliar nossas visões sobre culturas e narrativas diferentes das nossas.
[1] Lenda, conto, novela, romance, geralmente fantasioso; ficção; contar uma história fantasiosa. ho'o.ka'ao Para contar histórias; narrativa. (wehewehe.org)
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Este post é exclusivo para quem apoia Irui Kon'in A REIMPRESSÃO.
🍡Um lindo diário de bordo ilustrado e poemas clássicos em uma delicada pesquisa sobre a arte do chá japonês, chanoyu
🐾 No livro “O som do chá” é possível encontrar uma linha do tempo sobre a história do chá, as influências religiosas e os pilares filosóficos do chanoyu, a tradução de 10 dos poemas do chá e uma explicação sobre a culinária presente em uma cerimônia. Para ressaltar a experiência única de cada um ao percorrer o caminho do chá, e trazer um texto mais interativo a autora traz relatos da sua própria vivência, retirados do seu diário de bordo.
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