Texto: Antonio Sergio Elysée
Arte original: Di Magalhães
Antonio Sergio Elysée é ator, autor e empreendedor cultural. É o autor de livros como O Abduzido da Praça Ozório e Pandemônio em Curitiba. Também faz a série Cinema Elysée.

Texto: Antonio Sergio Elysée
Arte original: Di Magalhães
Antonio Sergio Elysée é ator, autor e empreendedor cultural. É o autor de livros como O Abduzido da Praça Ozório e Pandemônio em Curitiba. Também faz a série Cinema Elysée.

Os Gatos de Curitiba - Capítulo 11
Texto: Antonio Sergio Elysée
Arte original: Di Magalhães
Antonio Sergio Elysée é ator, autor e empreendedor cultural. É o autor de livros como O Abduzido da Praça Ozório e Pandemônio em Curitiba. Também faz a série Cinema Elysée.

Os Gatos de Curitiba - Capítulo 11
Texto: Antonio Sergio Elysée
Arte original: Di Magalhães
Antonio Sergio Elysée é ator, autor e empreendedor cultural. É o autor de livros como O Abduzido da Praça Ozório e Pandemônio em Curitiba. Também faz a série Cinema Elysée.

O Maravilhoso Mágico de Oz, é a primeira adaptação cinematográfica da obra clássica de Frank L. Baum, produzida e dirigida pelo próprio autor.
Confira em: https://nanu.blog.br/assista-o-filme-o-maravilhoso-magico-de-oz-de-1910/

Conheça a Ink Webtoons, uma plataforma para publicação de HQs, webtoons, ilustrações e conteúdos digitais criada por artistas brasileiros.
Confira em: https://nanu.blog.br/ink-webtoons-plataforma-para-publicacao-e-monetizacao-de-hqs/

StopMotion MT é um aplicativo desenvolvido pelo animador Pedro Iuá, com recursos de câmera, edição e controle remoto.
Confira em: https://nanu.blog.br/stopmotion-mt-aplicativo-gratuito-para-producao-de-stop-motion/

Os Grandes Compositores das Trilhas Sonoras de Filmes
John Barry, John Williams, Nino Rota, Maurice Jarre, Ennio Morricone. Esta lista basta para encher uma galeria de grandes compositores na história do cinema. Sim, encher, porque neste balaio de emoções, que acompanham grandes cenas pontuando dão vida e põem as escalas da emoção no mais alto nível. Desde a sua fundação, o cinema tem trazido compositores extraordinários, e desde sempre, estes são os grandes há mais de cinquenta anos. Atualmente pode-se dizer de um Michael Giachino, ou Ludwig Göransson ou ainda Hildur Guonadottir. Mas esta marca de um estilo que, mesmo aos poucos, vai sendo substituído por uma outra linguagem sonora, ainda assim, é colocada no pedestal dos mestres, e ainda se escora muito roteiro com a escrita destes grandes intocados, na memória, nas lembranças, quando oferecem o clima irresistível correndo tão arrebatadores, ou líricos ou na transparência oferecendo o espetáculo nas telas, a grandiosidade de um filme, que sem eles, perderia metade do clima nas películas mais recordadas no tempo e no espaço, gravadas com as marcas de um estilo inesquecível.
De John Barry, nos vastos naipes dos metais com os acordes suntuosos e densos preenchem cheios de vigor a descrição encorpando o fundo dos dramas e ação: Out Of África e seu recorte do voo do aeroplano sobre uma savana africana, O medley de 007, que explode a ação mais pura sobre o perigo e excitação da aventura, A Bossa da Conquista, carinhosa e cheia de charme, não escapam de um espectador o julgamento que faz de uma obra, de mestre, e de John Williams, é pouca, a mais grandiosa análise que se pode fazer com a sua excepcional variedade melódica pondo ao quadro ao mesmo tempo da nobreza, o puro êxtase da humanidade de ET, O Parque dos Dinossauros, A Lista de Schindler, com tantos outros decálogos da música, coloca juntas as grades viajando pela dimensão sempre muito particulares no alcance dos temas, e ainda por cima Nino Rota, o mais lírico de todos com a grande tradição poética e melódica no mais individual, melancólico e sentimental traço italiano misturando um carrossello que não sai da lembrança em 8/2, La Dolce Vita, O Leopardo, Amarcord.
Considerando, ainda não menos marcante, é Maurice Jarre, o mago do grande espectro sinfônico das percussões de Lawrence da Arabia, Doutor Jivago, Passagem para a Índia, A Filha de Ryan conseguindo, além de tudo, entrar pelo íntimo do espectador revelando o drama pungente do amor e as epopeias adentradas na história. Até entrar no minério mais puro, propriamente, a ser visto de qualquer espectador, para estender este tapete da excelência com o maestro Ennio Morricone: Cinema Paradiso, Era uma Vez no Oeste, Era Uma Vez na América, A Missão. Sem ainda falar de Francis Lai, Michel Legrand, Henri Mancini e outros, que entra o assunto é vasto e nunca está longe da longa trajetória que o cinema vem encantando multidões devido ao som o fascínio de sua sobrevivência.
Veja mais em: https://nanu.blog.br/tag/cinemaelysee/

Eu Ia, de Samuel Amaro, videoclipe com estética analógica e narrativa sobre frustração amorosa e medo da vulnerabilidade.
Confira em: https://nanu.blog.br/confira-eu-ia-videoclipe-de-samuel-amaro/

Além dos bons anos dedicados ao cinema, John Malkovich tem em seu repertório de filmes um estilo inimitável de interpretação. Mais de cinquenta trabalhos com sua categoria de ator da velha guarda de intérpretes saídos da escola de atores de Sanford Meisner, criador do sistema chamado de Técnica de Meisner, cujo papa da formação de atores na América foi Lee Strasberg com seu famoso Actor’s Studio e ali foi onde Meisner aprendeu e desenvolveu o seu método. E assim, Malkovich vem vindo após estudar neste Studio com sua presença sempre pessoal com a marca que o distingue de qualquer outro intérprete. Na sua galeria estão películas como O Céu Que Nos Protege, Os Gritos do Silêncio, Ligações Perigosas, O Homem da Máscara de Ferro, Império do Sol e Um Lugar no Coração.
Neste ano, para acrescentar a sua lista de prêmios, vem ser coroado como melhor ator no Festival de Veneza com o filme Cavalo Selvagem Nove (Wild Horse Nine).
Para quem gosta de interpretações calcadas na personalidade, este ator é um dos grandes. Para quem prefere ver atores com golpes de maestria na técnica, ele passa longe da versatilidade. Mas, de qualquer forma, tem no seu aparato de recursos de interpretação uma boa quota de admiração e de admiradores.
Proximamente será dada a oportunidade de vê-lo no filme do qual ganhou o prêmio deste ano.
Cavalo Selvagem Nove. Direção de Martin McDonagh.
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Contra-Filé é um curta em stop motion, dirigido por Pedro Iuá, que combina comédia e horror em uma história ambientada em um açougue.
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