Olá pessoal!
Esta mensagem é para os apoiadores e não apoiadores!
Transcrevo uma mensagem muito significativa para mim, de uma grande amiga, a colega professora Leylanne Martins (https://www.instagram.com/psi.leylannemartins/), que pode motivar quem ainda não apoiou e aguçar a expectativa de quem já aguarda o seu exemplar.
Oi, André. Boa noite, meu amigo. Muito obrigada por ter enviado a história da formiguinha. Que história preciosa. André, que história linda. Eu fiquei aqui babando por ver os últimos quadrinhos e o desfecho da história. Acho que está super alinhado! Eu vejo tantas formas de debater essa tua história. Tantas, tantas!
Que essa é uma queixa que eu tenho dos livros que a gente adquire. Porque a literatura em si, ela não tem que ter uma função. Ela é para apreciar! Mas a gente, enquanto psicoterapeuta, vai tentar extrair a moral da história. E aí fica procurando conexões, procurando ver como que a criança, o adolescente e até o adulto assimilam. E às vezes não tem esse elo. E aí você me chega com a história que fala da conexão com o “presente”. Eu posso puxar o mindfulness, eu posso puxar, sair da vida do automático... As pessoas estão vivendo tão no automático, que elas carregam coisas que elas nem sabem o que é e por que estão carregando aquilo. E isso gera sofrimento, porque a pessoa é incapaz de recalcular a rota.
Então eu fico vendo, nossa dá pra deitar e rolar em cima dessa história, porque as reflexões são inúmeras, sabe? É trabalhando a própria noção de autoconceito. É autoimagem, autocompaixão, que tudo isso vai fazer parte, né? Da noção de autoconhecimento. A pessoa que não se autoconhece não está num lugar de fala de melhor decisão sobre si mesma. Então ela vai deixar as decisões a cargo de outras pessoas e isso tem uma série de consequências para as pessoas. Não é? Inclusive nos relacionamentos interpessoais.
E eu vejo muito a figura da formiga rainha, como a do próprio psicoterapeuta mediando o processo. A audiência não punitiva e tentando dar uma função àquela vivência que a pessoa traz. Então, nossa, como estou te dizendo... Tem várias, tem inúmeras reflexões e eu acho super rica André essa fusão que você tem, porque você tem as 2 coisas muito aguçadas. O teu papel na psicologia é imenso e o teu papel, com a criatividade, com a simbolização, é mais imenso ainda. Então tu tem o lugar de fala das 2 searas e o privilégio de poder juntar uma coisa à outra. E eu acho que é um nicho totalmente ausente, que falta mesmo pra gente.
E aí, André, eu fico olhando por outro lado. A literatura que eu consumo é infantil, né? A gente tem que comprar muito livro paradidático, para trabalhar várias demandas, tipo, treinar o banheiro, separação de pais, essas coisas. E assim como eu te disse, são livros de literatura. Não tem essa reflexão. E você vem com a riqueza tão grande no livro da formiguinha que você está longe de imaginar, André, porque é o que eu procuro e eu não acho para comprar, entende? E aí eu fico de mãos atadas, tendo que fazer as conexões usando recursos lúdicos para ver se a criança, ao recontar uma história que a gente já leu, ela possa lembrar pelo menos do tema principal que a gente está trabalhando. E aí a gente vai explorando.
Tanto crianças com desenvolvimento neurotípico quanto com neurodivergência. Ao recontar a história, eles vão se lembrar muito mais dos personagens do que do tema propriamente dito. Mas aí a gente vai tentando pela tangente fazer com que alguns conteúdos se fixem e eles encontrem algumas estratégias de enfrentamento para os próprios problemas, sabe? Mas, assim, tá de parabéns, André, sabe, eu fiquei superfeliz com a história da formiguinha e já coloque meu nome. Aí quando você for lançar na pré-venda, nem que você mande de Sedex para cá, não tem importância. Eu pago Sedex, mas eu quero ser história aqui para trabalhar com sua história aqui comigo, viu? Porque recursos como esse não tem. André é um nicho totalmente novo e eu acho que se tu investisse nisso, tu ia ter muita rentabilidade, viu? Um beijo bom fim de semana, beijo a sua esposa, seu filho e o doguinho, que já deve estar um dogão viu. Beijão André. Tchau, tchau.
Linda né? Muito obrigado Leylanne. Também espero ter esse alcance! :D
Estamos na reta final, pessoal. Apoie, compartilhe, sinta-se à vontade para entrar em contato comigo. O link vocês já sabem: https://catarse.me/oquevoceestacarregando
Grande abraço!
André Moniz