aqui tudo é seco
dos poemas de fim do mundo
nada nasce
nem a palavra (ponto final),
Esse é um dos poemas da Plaquete para o fim do mundo. O livro nasceu de uma pergunta sobre o fim, mas acabou encontrando muitas outras coisas pelo caminho.
Alguns poemas são mais sérios, outros mais absurdos, outros brincam com a ironia e com o cotidiano. Porque talvez essa também seja uma forma de sobreviver ao fim: rir um pouco dele enquanto tentamos entendê-lo.
Na plaquete, Brígida encontra sua própria voz enquanto experimenta diferentes formas de olhar para si e para o mundo.
Às vezes, escrever é simplesmente uma maneira de prestar atenção ao que está acontecendo agora: uma refeição gostosa, a patinha de um gato, uma conversa com os amigos, uma boa aula, um filme, uma música que parece boa demais para ser verdade.
Garanta seu exemplar da Plaquete para o fim do mundo na pré-venda e seja um dos primeiros a recebê-lo!


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