Tem uma coisa curiosa acontecendo nos videogames. Enquanto a tecnologia avança cada vez mais, com gráficos impressionantes e experiências gigantescas, alguns jogos novos estão olhando para trás. Pixel art, beat'em ups, jogos de luta, trilhas sonoras eletrônicas e até filtros CRT estão voltando a aparecer com força.
E não acho que seja apenas nostalgia. Talvez a gente esteja redescobrindo uma coisa que os jogos antigos faziam muito bem: eram fáceis de entender e divertidos de jogar. Você pegava o controle, começava a partida e, em poucos minutos, já estava completamente envolvido. Foi justamente essa sensação que encontrei jogando Final Vendetta, um beat'em up moderno que parece ter escapado de um fliperama dos anos 90.
Fiquei pensando nisso e acabei transformando essa experiência em um texto lá no HQ Pixel, onde fui um pouco além do jogo para conversar sobre nostalgia, CRT, arcades, consoles antigos e essa curiosa vontade que temos de continuar jogando videogames que, de alguma maneira, ainda parecem videogames.
👉 Você pode assistir ao vídeo e ler o conteúdo completo no HQ Pixel. O vídeo mostra minha experiência jogando Final Vendetta, enquanto o artigo amplia a conversa e tenta entender por que essa estética retrô continua funcionando tão bem.
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