


E aí? Gosta de tirinhas? Apoia aí pra eu continuar produzindo. É baratinho.. rs.
Obrigado pelo prestígio e logo logo tem mais.




E aí? Gosta de tirinhas? Apoia aí pra eu continuar produzindo. É baratinho.. rs.
Obrigado pelo prestígio e logo logo tem mais.

Quem acompanha o Punk Dog pelo Instagram agora também pode encontrar as publicações diretamente no site.
Acabei de colocar no ar um novo Feed do Instagram, desenvolvido especialmente para o site do Punk Dog. Ele mostra as publicações mais recentes do perfil em uma pequena galeria e, clicando em uma delas, você pode ir direto para a publicação no Instagram.
Parece uma coisa pequena, mas faz parte de uma ideia maior: deixar o universo do Punk Dog cada vez mais conectado. Site, tirinhas, Instagram, zines e Catarse não precisam ser lugares separados. Quero que tudo vá formando, aos poucos, um único espaço para quem acompanha o projeto.
E tem uma parte que eu particularmente gosto: esse módulo foi desenvolvido especificamente para o site do Punk Dog, em vez de simplesmente colocar um widget pronto de terceiros. Isso significa que podemos continuar melhorando e adaptando a ferramenta conforme o projeto cresce.
É mais uma dessas pequenas peças que vão entrando no lugar. 🛹🐶
Se você acompanha ou apoia o Punk Dog no Catarse, você também está ajudando a tornar possíveis essas melhorias no projeto.
Obrigado por estar por aqui e fazer parte desse universo independente.
Não deixe de visitar o site e conferir as novidades técnicas e artísticas.
Acesse www.punkdog.com.br
Marcos, do Universo Criativo

Punk Dog descobriu que talvez não seja uma boa ideia confundir o folclore brasileiro com Halloween... 😂
Na nova tirinha, Makoto só queria ler tranquilamente seu livro sobre folclore. Mas quando Punk Dog resolve dar uma olhada, as coisas saem um pouquinho do controle!
O Dia do Folclore já passou, mas as histórias e personagens da nossa cultura continuam por aí o ano inteiro. E nesta tirinha, eles resolveram aparecer de um jeito bem inesperado.
👉 Leia a tirinha completa no site do Punk Dog:
www.punkdog.com.br
Boa leitura! E cuidado ao abrir livros de folclore... nunca se sabe o que pode sair de dentro deles. 👀📖 😂😂😂

Você já comprou um caderno, separou os lápis (ou abriu o seu programa de desenho), mas travou na hora de começar, achando que precisa de um "dom" secreto? A verdade é que desenhar não é mágica, é uma habilidade que se constrói.
No novo artigo do blog da Escola de Artes, eu desmonto esse mito e mostro que o segredo não está em maratonas exaustivas, mas na regularidade e no caminho certo.
No texto completo, eu detalho um roteiro prático e sem enrolação para iniciantes: explico por que você deve dominar a observação e as formas básicas antes de se preocupar com anatomia complexa; como entender luz e sombra em uma simples maçã ensina mais do que tentar um retrato hiper-realista logo de cara; e como montar uma rotina de estudos sustentável que cabe na sua semana, sem culpas.
Esse guia (se é que posso assim dizer) é apenas a ponta do iceberg do que produzimos para desmistificar a arte e fortalecer a criação humana. Quer ler o roteiro completo e dar o primeiro passo? Clique no link abaixo e leia o artigo na íntegra, gratuitamente, no blog da Escola de Artes. E se você acredita que o ensino de arte deve ser acessível, humano e livre da tirania dos algoritmos, considere apoiar o Universo Criativo aqui no Catarse. Com apenas R$ 7,00/mês, você garante acesso a materiais exclusivos, bastidores do meu processo de produção artística e ajuda a manter essa jornada viva.
Não existe um momento mágico em que alguém recebe autorização para se chamar de artista. Existe o momento em que você começa a praticar. Pegue seu lápis, leia o artigo e venha fazer parte dessa comunidade!

Tem uma coisa curiosa acontecendo nos videogames. Enquanto a tecnologia avança cada vez mais, com gráficos impressionantes e experiências gigantescas, alguns jogos novos estão olhando para trás. Pixel art, beat'em ups, jogos de luta, trilhas sonoras eletrônicas e até filtros CRT estão voltando a aparecer com força.
E não acho que seja apenas nostalgia. Talvez a gente esteja redescobrindo uma coisa que os jogos antigos faziam muito bem: eram fáceis de entender e divertidos de jogar. Você pegava o controle, começava a partida e, em poucos minutos, já estava completamente envolvido. Foi justamente essa sensação que encontrei jogando Final Vendetta, um beat'em up moderno que parece ter escapado de um fliperama dos anos 90.
Fiquei pensando nisso e acabei transformando essa experiência em um texto lá no HQ Pixel, onde fui um pouco além do jogo para conversar sobre nostalgia, CRT, arcades, consoles antigos e essa curiosa vontade que temos de continuar jogando videogames que, de alguma maneira, ainda parecem videogames.
👉 Você pode assistir ao vídeo e ler o conteúdo completo no HQ Pixel. O vídeo mostra minha experiência jogando Final Vendetta, enquanto o artigo amplia a conversa e tenta entender por que essa estética retrô continua funcionando tão bem.
E se você gosta desse tipo de conteúdo e quiser ajudar a manter meu trabalho criativo acontecendo, considere fazer parte do Universo Criativo. Sua assinatura é um apoio financeiro direto para que eu continue produzindo textos, vídeos, quadrinhos, aulas e outros projetos. É uma assinatura baratinha, mas faz uma diferença enorme para quem produz de forma independente. ❤️
Venha conhecer o conteúdo, assistir ao vídeo e, se gostar do que estou fazendo, considere fazer parte do Universo Criativo. 🎮✏️


Acredito na força do traço autêntico, por isso faço questão de manter cada linha e cada cor fruto do meu próprio trabalho manual no Krita, preservando a identidade artística que você vê em cada quadrinho. Para mim, a tecnologia deve ser uma aliada da criatividade e não uma substituta. Aqui em minha produção, utilizo a Inteligência Artificial apenas como suporte técnico para revisar roteiros, destravar ideias e estruturar textos mais longos. Isso me ajuda muito garantindo que o tempo que eu ganho na escrita seja dedicado inteiramente ao que mais me importa que é a arte.
Neste vídeo de speed paint, eu mostro um pouquinho dos bastidores dessa produção. Sei que há formas mais ágeis de se fazer essa etapa, mas pra mim esse processo é muito prazeroso. Gosto de ir colorindo com a caneta digital e ver como cada detalhe ganha vida assim do meu jeito. Ter esse registro é uma forma de honrar o ofício de quadrinista e dar a certeza de que cada quadro da tirinha tem um pedaço da minha dedicação e das minhas mãos nela. É um processo que exige tempo e paciência, e é aqui que o seu apoio faz toda a diferença para que o Punk Dog continue ganhando novas histórias.
Gostou de conhecer um pouquinho dos bastidores por aqui? Se você valoriza a arte autêntica e quer ver este universo crescer, considere apoiar o projeto com uma assinatura aqui no Catarse. Se não puder apoiar financeiramente agora, compartilhar este conteúdo com seus amigos já ajuda demais a espalhar o meu trabalho. Sei que tem muita gente talentosa por aí e quero muito fazer parte desse grupo. Tem muita coisa legal que quero publicar. Deixa seu like aí.
Visite o site www.punkdog.com.br para conhecer a tirinha do vídeo.

Uma das coisas que mais gosto de fazer no HQ Pixel é descobrir obras que fogem do óbvio. Nem sempre são os grandes lançamentos ou os títulos mais comentados que acabam me marcando. E fugir do óbvio pra mim, é não viver na bolha Marvel, DC e MSP. Às vezes, uma leitura aparece de forma discreta e consegue prender minha atenção justamente pela proposta diferente.
Foi exatamente isso que aconteceu com Gioconda, uma HQ brasileira que parte de uma ideia muito interessante: transformar a famosa Mona Lisa em peça central de uma história cheia de surpresas, coincidências e reviravoltas. Chega a ter um ar de mistério com uma pitadinha de suspense e quem sabe até conspirações. A premissa me chamou a atenção logo de cara e, conforme a leitura avançava, fui percebendo o cuidado dos autores em construir uma narrativa envolvente, misturando arte, história e descobertas intrigantes até.
Resolvi escrever uma análise dessa obra lá no Blog HQ Pixel contando um pouco dessa experiência, sem estragar as surpresas da história. Se você gosta de quadrinhos, acredito que vale a pena conhecer esse gibi caso ainda não conheça e conferir minhas impressões.
Aproveito para agradecer a todos que já acompanham meu trabalho. O HQ Pixel existe porque gosto de compartilhar as coisas que gosto e minhas descobertas sobre quadrinhos, videogames, arte e cultura visual. Cada texto publicado é resultado de bom tempo de leitura, pesquisa, escrita e edição, tudo feito com muito gosto e dedicação.
Se você gosta desse conteúdo e quer ver esse projeto continuar crescendo, considere apoiar o HQ Pixel aqui no Catarse. Sua assinatura ajuda diretamente na produção de novos, vídeos e outros materiais que compartilho por aqui e em outros canais do meu ecossistema criativo.
E, se no momento você não puder contribuir financeiramente, existe uma forma igualmente importante de ajudar: compartilhe o conteúdo com seus amigos, indique o HQ Pixel para quem gosta desses assuntos ou deixe um comentário. Esses pequenos gestos fazem uma enorme diferença para um projeto independente.
Muito obrigado. O simples fato de você parar por aqui um pouquinho pra ler esse texto já te torna parte desse universo criativo. Vai lá no blog pra conferir. Espero que goste da leitura!
Marcos Antônio
Universo Criativo

Está tentando remover o blur no CSS né? Não pode, assim é feio, você precisa desbloquear o post para ver o conteúdo completo. Este texto borrado é só uma prévia genérica, não é o conteúdo real. Para acessar tudo, você precisa seguir o criador, apoiar a campanha ou fazer upgrade do seu plano de assin...

Na terça-feira, 30 de junho, aplicamos na prática a oficina Traço a Traço: Criação de Tirinhas aqui na Escola de Artes, no Parthenon Center, em Goiânia.
Foram 3 horas de imersão reunindo crianças, jovens e adultos do nosso Grupo de Desenhos, todos dividindo a mesma mesa para aprender sobre enquadramento, roteiro e a linguagem das HQs, do clássico Yellow Kid aos fundamentos da Gramática do Design Visual.
O resultado? 100% dos participantes saíram com suas tirinhas autorais finalizadas! E essas produções já têm destino certo: vão fazer parte da nossa Exposição do Grupo de Desenhos no final do ano.
Confira as fotos e o relato completo no blog da Escola de Artes em www.escoladeartes.net.
E se você acredita na importância de conteúdos como este, considere apoiar esta campanha. Seu apoio ajuda a manter a produção de artigos, materiais educativos e projetos voltados ao ensino da arte.
Obrigado por fazer parte dessa jornada artística!
#Arte #Desenho #Quadrinhos #EscolaDeArtes #OficinaCriativa #TraçoATraço #Goiânia

Recentemente joguei Maiden Cops, um beat'em up brasileiro desenvolvido pela Pippin Games que me fez voltar direto para os tempos de fliperama. A fórmula é conhecida: ruas cheias de inimigos, chefões exagerados, pixel art caprichada e aquela sensação de estar jogando algo que poderia muito bem ter saído dos anos 90. A diferença é que tudo isso ganhou um sotaque brasileiro.
O que mais me chamou atenção foi justamente a força do visual. A pixel art tem personalidade e transmite muito carinho da equipe de desenvolvimento. Claro, o jogo também aposta pesado no fan service, algo que pode dividir opiniões, mas que faz parte da identidade escolhida pelos criadores. No fim das contas, fiquei com a impressão de que Maiden Cops não tenta reinventar o gênero. Ele faz algo diferente: presta homenagem aos clássicos dos arcades enquanto mostra que os estúdios independentes brasileiros têm muito talento para entregar experiências divertidas e cheias de carisma.
E você? Qual beat'em up retrô mais marcou sua vida: Final Fight, Streets of Rage, Cadillacs & Dinosaurs ou algum outro clássico?