E se a linguagem fosse a chave da realidade? E os signos, a senha?
Todo mundo já esteve num lugar sentindo que havia algo além do que via, um sentido ainda sem nome. Semionautas começa aí. No intervalo entre o que você percebe e o que está realmente acontecendo. No livro, três amigos descobrem que signos, escolhas e afetos moldam a realidade, e o tempo não obedece a uma linha única. Uma ficção filosófica sobre consciência, linguagem e o ato de seguir criando sentido mesmo quando tudo parece indeterminado.
E a história segue mais ou menos assim:
Sobre o livro
Florianópolis, setembro de 2012. Samuel, Kat e Jota vivem no mesmo mundo que todos nós, no ano de 2012. Até perceberem que esse mundo tem uma estrutura, feita de signos, padrões, relações invisíveis. E que alguns conseguem navegar por isso.
É uma história sobre o que acontece quando você começa a enxergar além das interpretações, das narrativas, além do simbólico. E isso te dá poder. Ou melhor: poderes.
Uma narrativa contemporânea onde ficção especulativa, filosofia e aventura se encontram num sistema de mundo construído sobre linguagem, consciência e escolha. Mas também é um livro divertido, de aventura, caça a tesouros no melhor estilo suspense e mistério, e descobertas, identidade e principalmente: amizades raras.


Semionautas tem uma estrutura que estou chamando de Semio-Fi, um nome que criei para batizar o cruzamento entre semiótica e ficção especulativa – a ficção onde o significado é a força mais poderosa. Além da tecnologia, além da magia: o signo. Ler a realidade do jeito certo é o que dá poder. Um sistema onde a percepção humana atua quase como um código executável, capaz de alterar a matéria.
São 448 páginas, 49 capítulos, três posfácios e dois epílogos. Texto finalizado e revisado. Projeto gráfico autoral. Pronto para impressão.

Sobre o projeto
Este livro tem vinte anos. De escrita e acúmulo de experiências.
Começou em 2005, numa aula de semiótica na Universidade Tuiuti, com um professor chamado Alexandre e uma frase que marcou de cara: tudo que existe é signo. Aquilo mudou a forma como eu via o mundo.
Em 2010, essa ideia virou um conto chamado Além do Quadro. Alguém usava quadros, fotografias, pinturas para viajar no tempo e no espaço, acessando o signo em estado puro. Era simbólico demais para uma história de ficção. Mas era o embrião de tudo.
Em 2012, virou um rascunho chamado Beyonders. Já existiam os personagens. Já existia o conflito. Já existia a sensação de que o mundo não era apenas cenário, mas um sistema de leis nas quais se escolhe acreditar.
Nos anos seguintes, mudou de nome. Perdeu capítulos. Ganhou personagens que não estavam no rascunho original, perdeu outros que eu achava essenciais. Absorveu semiótica de Peirce, psicossíntese, antropologia dos povos originários de Floripa e de Foz do Iguaçu, inscrições rupestres que ninguém sabe ao certo o que dizem, matemática simbólica. E muita, muita história no meio disso tudo.
Um universo inteiro foi sendo construído por baixo da superfície e a percepção de que a realidade é, antes de tudo, uma forma de linguagem.
Em 2025, encontrou o próprio nome: Semionautas.



O universo além do livro
Este financiamento é o que permite que ele chegue ao mundo com o cuidado que a história exige, do texto ao objeto físico. E é o primeiro passo de um universo que vai além deste volume: novos livros, histórias paralelas, experiências que se expandem fora das páginas.
Em algum momento, quem ama a cultura nerd, geek, os heróis e os universos, imaginou um mundo. Uma história. Eu também sou assim.
E este livro saiu do fundo da minha mente com afeto por cada pessoa que decidir apoiá-lo.
É um universo novo. E prometo: inesquecível.



Quem está por trás
Sou Rodrigo Guedes. Nasci em Florianópolis em 1976. Passei quase 20 anos trabalhando como diretor de arte, redator e designer, isso antes de entender que o que fazia o tempo todo era construir linguagens. Tá bom: contar histórias.
Semionautas é meu terceiro livro. Os outros dois são Allison: Identidade Programada e Menina Wi-Fi, pela editora Lumus e pela editora Ases da Literatura.
O projeto gráfico de Semionautas é todo meu também. A capa foi feita em parceria com Amanda Galeano, minha parceira de vida e de criação. E irei convidar alguns parceiros para as ilustrações e construções de recompensas que te prometo, já irão nascer icônicas.

Por que apoiar aqui
Este projeto existe porque acredito que algumas histórias precisam existir com qualidade, no papel, no peso, nos detalhes que a gente quer ter todo o cuidado e controle de construir. E também é um sonho, um baita de um sonho, que demorou pra chegar e só faz sentido se for compartilhado com você.
Apoiar Semionautas no Catarse é o que torna isso possível.
E é também a única forma de acessar recompensas que não vão existir em nenhum outro lugar: o Códex dos Semionautas, o sketchbook do Jota, a edição em capa dura, artes assinadas e os objetos do universo, produzidos em tiragem limitada, exclusivamente para apoiadores.
A meta é R$18.500.




Cada apoio conta. E os primeiros a entrar ajudam a criar a prova de que esse universo tem lugar no mundo, mundo esse que, eu sei, já tem muita coisa bacana para mostrar.
Apoiar aqui é entrar na origem de um novo universo.
E eu quero que o seu nome faça parte disso.
Seja também um SEMIONAUTA em sua vida. Amplie a percepção, leia além das aparências e deixe sua marca nesse novo mundo.
Conto contigo?


















