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Undeadman: A Saga de um Imortal

Como foi o lançamento - e novidades sobre os envios

Olá! Na última sexta-feira, o livro Quadrinhópole 20 Anos foi lançado na Gibiteca de Curitiba. Contei um pouco sobre a como foi essa aventura doida de duas décadas produzindo quadrinhos, batemos um papo sobre o mercado e depois teve bolo e salgadinhos pra comemorar o aniversário da Gibiteca. Foi muito legal e obrigado a todos que compareceram! Seguem algumas fotinhos:

Se você é de Curitiba e não pôde ir, não se preocupe, logo mais eu entro em contato para combinarmos a entrega. E para quem solicitou o envio pelo correio, ele será feito HOJE! Então, se você não receber sua recompensa até semana que vem, entre em contato para vermos o rastreio, beleza?

Até a próxima!

Lançamento: é essa sexta!

Olá, pessoal, está chegando o dia! Só para lembrar, nosso lançamento acontece na próxima sexta, 16 de outubro, na Gibiteca de Curitiba (R. São Francisco, 326), a partir das 19h. Vamos fazer um bate-papo descontraído, vou contar algumas histórias de bastidores e vamos comer bolo!!!

Quem apoiou o projeto no Catarse já vai poder retirar sua recompensa no local. Quem não apoiou, não tem problema, vai poder adquirir no dia, mas é a última chance!

Espero vocês lá!!!

Campanha finalizada e lançamento na Gibiteca!

Olá, pessoal, é com grande satisfação que escrevo para agradecer todos os 44 apoios de nossa campanha no Catarse, que permitiu que atingíssemos 150% da meta! Muito obrigado MESMO!

O livro já está na gráfica e o lançamento vai ser no dia 16 de outubro, na Gibiteca de Curitiba, a partir das 19h! Vai rolar um breve bate-papo no qual vou contar um pouco sobre a história da revista e como foi todo o processo de construção desse livro comemorativo.

Quem é de Curitiba e decidir comparecer, já vai poder pegar sua recompensa lá! Quem não apoiou, vai ser a última chance de comprar o livro! E se você ainda não se convenceu a dar um pulo lá no dia, isso com certeza vai: teremos bolo e salgadinhos pra comemorar o aniversário da Gibiteca e da Quadrinhópole! Quer mais o quê?

E se você não é daqui e não puder comparecer, fique tranquilo que as recompensas serão todas enviadas na semana seguinte.

Mais uma vez, super obrigado e nos vemos no lançamento! Abração!!!

Atingimos a meta, mas ainda tem 2 dias!

Pessoal, MUITO OBRIGADO a quem apoiou até agora e ajudou a atingirmos a meta! O projeto vai sair e já tem data de lançamento: 16 DE OUTUBRO, NA GIBITECA DE CURITIBA! Quem é daqui, já vai poder pegar sua recompensa lá no dia!

E se você ainda não apoiou, corre que ainda dá tempo: o projeto se encerra dia 30/09! Será que dá tempo de atingirmos a meta estendida? Ajudem a divulgar e vamos descobrir!

Abração e nos vemos no lançamento! Valeu!!!

E o jogo do Wolverine, presta?

A Insomniac fez seu nome com os dois jogos do Homem-Aranha, então a expectativa para o jogo solo do Wolverine estava alta. No entanto, logo após seu lançamento, choveram críticas em cima. Mas e aí, será que essas críticas tem algum fundamento?

Apesar de ter sido criado há quase 50 anos (primeira aparição dele em Incredible Hulk # 180, de 1974 – no Brasil, Grandes Heróis Marvel # 26, da Abril, ou Wolverine: Antologia, da Panini) por Len Wein e John Romita Sr., jogos do mutante nervosinho são raros. Nesse tempo todo, apenas 5 games foram dedicados exclusivamente ao Wolverine (sem contar participação em outros jogos, como os Marvel vs Capcom da vida):

Wolverine (1991) – Nintendo.
Wolverine: Adamantium Rage (1994) – para Mega Drive e SNES. Esse foi o único da lista que joguei, e lembro que era difícil pra cacete!
X-Men: Wolverine’s Rage (2000) – Game Boy.
X2: Wolverine’s Revenge (2003) – PS2, Gamecube, Xbox.
X-Men Origins: Wolverine (2009) – PS3, Xbox 360, PC, etc…

Com um hiato de 17 anos e com produção da Imsoniac, a expectativa de Marvel’s Wolverine estava nas alturas. Desde seu anúncio, no entanto, a empresa já havia deixado claro que não se tratava de um jogo de mundo aberto, como os jogos do Homem-Aranha, mas sim focado em uma história linear, o que já fez muita gente torcer o nariz.

Eu, particularmente, não ligo, desde que seja um jogo bem feito, pois afinal de contas, não está barato: o jogo base está saindo por R$ 400,00 praticamente. Fiquei preocupando, então, quando saíram as primeiras críticas dizendo que dava pra fechar o jogo em 15 horas. Aí, decididamente, não valeria a pena.

Felizmente, não foi o caso. Levei umas vinte e tantas horas pra fechar e mais umas tantas pra platinar, totalizando 36 horas (ou seja, ou eu sou muito ruim – o que é bem provável – ou quem fechou em 15 horas usou a dificuldade mínima e foi pulando todas as cutscenes). Ainda assim, é pouco se comparado com os jogos do Aranha, em que devo ter jogado umas 60 horas cada um, pra mais até. Então, é pouco jogo pra um valor bem elevado, mesmo que lancem uma DLC depois (nada previsto por enquanto nesse sentido).

Mas vamos à história, sem muito spoiler: nesse universo, os X-Men não existem e Logan foi encontrado por Nathaniel Essex 30 anos atrás, enquanto agia feito um animal selvagem nas florestas do Canadá. Sem lembranças sobre seu passado, ele logo acabaria se juntando ao “Time X” formado por Essex: Dentes-de-Sabre, Mística e outros que vão fazendo aparições ao longo do jogo, pessoalmente ou como referências. É o caso, por exemplo, de Maverick, que os fãs dos quadrinhos vão reconhecer pela máscara, mas que não é mostrado como personagem. Aliás, referência no jogo é o que não falta e os fãs mais ardorosos certamente vão curtir.

Pode-se dizer que o enredo se divide essencialmente em três atos, sendo o primeiro focado em Bolivar Trask, ferrenho inimigo dos mutantes e criador dos Sentinelas. Ele emprega um exército próprio e também os Carniceiros em seu plano de extermínio dos mutantes. Ao persegui-lo, Logan se depara com Jean Grey pela primeira vez e ajuda ela e os Morlocks a se livrarem dos inimigos.

O segundo ato é centrado no Tentáculo e no sequestro de um cientista aliado ao Time X, chamado Walter Langkowski, e na busca do culto por um estranho artefato chamado Agente Helix, capaz de despertar mutantes dormentes. E se você está se perguntando se vemos a contraparte de Walter das HQs – o Sasquatch – a resposta é sim: muito embora você acabe não enfrentando ele no jogo, o que é meio frustrante.

E por fim, se você conhece os X-Men, sabe que Essex é também conhecido como Sr. Sinistro, um dos maiores inimigos do grupo e é claro, ele se torna o vilão no terceiro ato do jogo. Além disso, a verdade sobre ele e o passado do Wolverine vão sendo desvendados pouco a pouco, numa intrincada trama que é bem construída.

Vamos aos pontos positivos: quase todos os críticos concordam que o combate é impecável. Bem sanguinolento, cheio de mecânicas diferentes que você vai desbloqueando no decorrer do jogo e com confrontos espetaculares com os chefes, que incluem: Ômega Red, um Sentinela protótipo, Lady Letal (Deathstrike), Dentes-de-Sabre e, claro, Sinistro. Cada um bem diferente um do outro, sendo o penúltimo talvez o mais desafiador, pelo fato dele também ter fator de cura, o que pode acabar prolongando bastante o confronto se você não conseguir acertar corretamente os golpes.

Como em outros jogos do Wolverine, há um a barra de fúria em três níveis, que cresce na medida em que você vai acertando golpes nos inimigos. O terceiro nível lhe permite dar golpes mais poderosos e é um deleite sempre que você consegue atingir esse ápice.

E há aqueles momentos cinematográficos bem padrão Insomniac, que fazem valer a pena você mergulhar de cabeça no jogo. Um confronto com o Tentáculo em um avião, por exemplo, certamente está entre os pontos altos do jogo.

As habilidades são legais, há vários colecionáveis para serem buscados (os fãs vão curtir os diferentes uniformes, apesar deles não possuírem habilidades diferentes como para o Aranha) e o desafio, no geral, é bem moderado.

Agora, aos pontos negativos: há um excesso gigantesco de cutscenes desnecessárias e também aqueles momentos tediosos entre um capítulo e outro em que você só tem que ficar andando pra lá e pra cá e conversando com os personagens. Isso irrita um pouco, mas não chega a estragar.

Agora, com tantos parceiros ao longo da narrativa, Jean acaba se destacando mais. E sei lá, apesar dela ser um interesse romântico nos quadrinhos – ainda que casada com Ciclope – aqui achei bem estranha a dinâmica entre os dois. É legal ter ela como aliada, mas poderiam ter outros para variar um pouco. Tem um personagem BEM LEGAL que você encontra em Tóquio (não vou dizer quem é pra não estragar a surpresa, mas sendo um mutante japonês, você já deve adivinhar de quem estou falando) e que poderia ter aparecido mais em outras lutas, mas essencialmente só aparece no final.

Esse destaque excessivo da Jean tanto na jogabilidade quanto na história meio que enche o saco e não parece se encaixar direito na trama. Talvez porque estejamos acostumados a ver ela como X-Woman e não como mais uma mutante sanguinária (sim, ela mata tanto quanto o Wolvie durante a história), o que acaba causando estranheza.

Tem isso, e os demais personagens que acabam ficando subaproveitados. Até existem momentos em que você tem Mística e Dentes-de-Sabre como aliados, mas penso que teria sido mais interessante uma variedade maior de aliados em cada fase, com diferentes habilidades, para quebrar a monotonia.

E sem querer chover no molhado, mas também acho que poderia ter tido mais algumas horas de gameplay, com outros tipos de inimigos, pois chega no final e já está meio que cansando. Mas apesar da linearidade do jogo, ele compensa isso com desafios que vão desbloqueando suas memórias e outras habilidades.

Agora, sobre as críticas que pipocaram aí nas redes sociais, cuidado, pois nem tudo é o que parece. Muita gente reclamando do tal “rastro azul” que indica o caminho que Logan deve seguir, mas isso não é verdade. Esse rastro aparece em alguns momentos apenas, indicando que é um odor que o mutante está rastreando, o que não é uma mecânica assim tão rara. Tem vários outros jogos que se valem de técnicas parecias.

Também reclamaram que o jogo “se joga sozinho”, o que é outra mentira. Sim, as cenas de moto são meio toscas, mas são apenas 2 e não devem somar 5 minutos em todo o tempo de gameplay. É coisa que passa batido fácil e se você acha que pode ir batendo nos carros e obstáculos de boa e nada vai acontecer, segue batendo para ver o que acontece.

Bugs. Sim, existem, o que é bem chato para um jogo desse valor e infelizmente está se tornando um padrão na indústria: mal testam o jogo, verificação de qualidade feita nas coxas e lançam assim mesmo, porque depois sempre pode corrigir com patches. Isso é irritante, mas preciso se honesto aqui: não é nada que atrapalhe a jogabilidade. É um ou outro bug que acontece em momentos bem específicos, mas também não saí caçando defeitos.

Em resumo: é um jogo bem feito, divertido e com jogabilidade incrível. Vale o preço? Com certeza não. Mas se você não quer esperar baixar (o que seguramente deve demorar), então vai fundo. Esqueça as críticas e jogue por si mesmo. Se você é fã do Carcaju, com certeza não vai se arrepender.

86% da meta atingida: estamos na reta final!

Quase lá! Muito obrigado a todos que apoiaram até agora e estão ajudando a realizar esse álbum histórico! E se você ainda não apoiou, corre que ainda dá tempo: faltam só 9 dias!

O boneco da gráfica já chegou para aprovação e eu fiz um vídeo pra mostrar como que vai ficar ele pronto. Está coisa linda!

Então, bora bater logo esses 100% pra poder dar ok na gráfica e garantir o lançamento no dia 16 de outubro, na Gibiteca de Curitiba.

Nos vemos lá!!!

Quadrinhópole 20 Anos - 70% já foi!

Olá, pessoal, como vão?

Agora estamos na reta final: faltam só 30% para bater a meta e garantir que o projeto seja feito! Mas não acaba por aí: se chegarmos a 160%, a intenção é fazer um livro de capa dura! Então, bora lá apoiar: https://catarse.com.br/quad20anos. E quem já apoiou, não esquece de divulgar pra família, pros amigos, pro cachorro, pra todo mundo!

Esse é um livro histórico, não apenas por reunir algumas das melhores HQs publicadas ao longo desses 20 anos, mas também porque conta a história da Quadrinhópole, um resumo da história do Quadrinho Curitibano, fotos e registros de eventos e muito mais!

E não se esqueça: o livro só estará disponível para os apoiadores do Catarse! Então, corre lá e garante o seu!

Valeu!!!

Quadrinhópole 20 anos - faltam só 45%!

Olá, pessoal, já conseguimos atingir 55% da meta! Obrigado a todos os que apoiaram até o momento e continuem nos ajudando a atingir a meta divulgando para os amigos!

E se você não apoiou ainda, corre lá! Faltam poucos dias!!!

Campanha no ar!

Olá, pessoal, a campanha Quadrinhópole 20 anos já está no ar! Quem puder apoiar, AJUDA DEMAIS se vocês conseguirem fazer isso já na primeira semana, porque aí o Catarse "dá um up" na divulgação. Desde já, muito obrigado!!!

Coyote vs Acme

Filmes que misturam pessoas reais com desenhos animados sempre tem um "quê" de diferente, seja pelo clássico de Robert Zemicks, Uma Cilada para Roger Habbit, seja pelo infame Space Jam. Mais recentemente, o gênero ganhou uma sobrevida com Tico e Teco: Defensores da Lei, que também deveria ter tido uma estreia à altura no cinema.

De qualquer forma, Coyote vs Acme vem somar às fileiras de filmes como Tico e Teco, que são, ao mesmo tempo, uma releitura de um clássico e uma carta de amor aos personagens que atravessaram décadas trazendo diversão e entretenimento para gerações e gerações. E o filme é exatamente isso: diversão pura, sem falsas pretensões. E olhe, fazia muito tempo que não me divertia tanto vendo um filme.

Talvez isso já fosse esperado, já que pela própria sinopse da trama você já dá risada: Willie Coyote (sim, aquele que vivia caçando o Papa-Léguas), cansado de ter seus planos frustrados de novo e de novo e de novo, decide processar a Acme, empresa responsável pelo fornecimento dos produtos defeituosos que sempre acabaram lhe prejudicando ao longo dos anos.

Ele então vai procurar um advogado pé-de-chinelo, Kevin Avery (Will Forte), que evita ir ao tribunal a qualquer custo, sempre procurando fazer acordos para seus clientes. Mas dessa vez o Coyote consegue dar um jeito para forçar Will a ir a julgamento, enfrentando o poderoso Buddy Crane (John Cena) e sua equipe de inescrupulosos advogados de corporação.

Mas o que começa com um "simples" caso de Davi contra Golias acaba se desdobrando em algo muito maior por trás, uma conspiração escondida por anos e que agora finalmente vem à tona. Não é nada tão sombrio quanto a HQ Três Dedos: um escândalo ilustrado, mas cumpre o seu papel, que é na verdade ser apenas um pano de fundo para que a investigação leve advogado e Coyote a reencontrar os personagens clássicos que amamos.

Tudo isso é regado com aquele humor absurdo dos desenhos dos anos 60 e 70, mas inseridos em cada cena de um jeito que faz sentido. O resultado é o que eu falei no começo: diversão pura. Vá ver no cinema HOJE!