Usando o pseudônimo Yoñlu, Vinicius Gageiro Marques deixou um legado de cerca de 60 canções, que revelaram uma intrigante e talentosa produção artística, todas compostas e gravadas inteiramente por ele em seu quarto, quando tinha entre os 15 e 16 anos, principalmente.
As faixas trazem letras reflexivas e melodias invariavelmente melancólicas, sendo marcadas pela confluência de inúmeros gêneros musicais.
Em 2007, a gravadora goiana Allegro Discos reuniu 23 dessas músicas no álbum Yoñlu, trazendo ao público parte do legado de Vinícius.
Em 2009, Yale Evelev, diretor da gravadora americana Luaka Bop, foi apresentado ao disco em uma feira de música. A Luaka é conhecida por suas coletâneas de música brasileira e que tem em seu catálogo, álbuns dos Mutantes, de Tom Zé e Tim Maia, por exemplo.
Em 2010 foi lançando nos EUA, o CD, intitulado A Society in which no tear is shed is inconceavably mediocre (Uma Sociedade na qual nenhuma lágrima é derramada é inconcebivelmente medíocre),
A versão americana é diferente da lançado no Brasil pela gravadora Allegro, com algumas faixas inéditas e uma abordagem mais conceitual, e desde então vem despertando comparações com artistas como Nick Drake, Ian Curtis e Caetano Veloso.
Agora o fundador do selo, Sandro Bello. estará a frente deste projeto que inclui o relançamento nas plataformas digitais dos discos anteriores que serão remasterizados e também o lançamento de material inédito, tanto nas plataformas quanto em CD.
https://m.youtube.com/watch?v=emHOlBL5wj4&feature=youtu.be&noapp=1
