Saudações, viajantes! Bons ventos lhes trouxeram até o Catarse do “Um bardo me disse”! Gostariam de ouvir histórias de grandes heroínas? Poderosos dragões e seus tesouros? Jornadas de aventureiros em busca de itens mágicos maravilhosos? Se vocês são fãs de fantasia, esse é o seu lugar!

Muita gente me pergunta se as histórias que conto em meus vídeos são de minha autoria. E a resposta é sim. Nesta construção, existe uma criação de mundo onde as histórias todas acontecem na mesma ambientação, com lugares e personagens recorrentes nos contos, como o próprio bardo sem nome, a rainha feiticeira Melindra e o patife favorito de todos, Ferradura.
Um elemento característico dos Contos do Bardo é a participação dos seguidores na criação das histórias. Muitas delas nascem a partir de alguma sugestão de nome de personagem, objeto ou lugar, que eu utilizo como ponto de partida para a concepção de uma nova história.
Meu nome é Marcos Teixeira, tenho 34 anos e trabalho com arte desde os meus 17, apesar de fazer arte desde que me entendo por gente. Sou ator, cantor e arte educador por formação, além de artista plástico e escritor autodidata. Ah, é claro! Bardo também, né?
Minha pesquisa e dedicação enquanto artista está relacionada ao rito de se contar histórias e ao imaginário fantástico.
Sou apaixonado por fantasia desde sempre, isso envolve livros, filmes, séries, quadrinhos e claro, RPG. Foi com 12 anos que descobri First Quest - Advanced Dungeons And Dragons e foi um momento catártico, que foi essencial para a minha construção enquanto pessoa e artista. Com certeza minha vontade de me tornar um contador de histórias (por quais meios forem), veio da minha experiência muito jovem como narrador, além da escuta a outros narradores.
A vida de um artista independente nunca foi fácil, seja nos dias de hoje ou entre os bardos, menestréis e trovadores da Idade Média. Muitos desses artistas precisavam rebolar (literalmente às vezes) para juntar algumas moedas de cobre no fim do mês. Mas a sua sorte podia mudar caso caísse nas graças de algum mecenas, indivíduo com posses que patrocinava artistas. (Até Shakespeare tinha o seu Conde de Southampton, né?).
Porém, abaixo a monarquia, né? Então VOCÊ, plebeu como eu, pode ser o meu mecenas! Ou melhor, meu apoiador. A partir de R$ 5, você apoia o meu trabalho e permite que eu continue produzindo conteúdo gratuito nas minhas redes, além de ser um membro da comunidade do “Um bardo me disse”.
Para manter esse projeto eu preciso me dedicar muitas horas, assim como qualquer trabalho que se espera qualidade. São diversos processos, entre eles: criação de roteiro, gravação do conteúdo, edição, administrar as redes, dentre outras coisas. Isso tudo é feito exclusivamente por mim e portanto leva muito tempo e dedicação. Apoiando esse projeto vocês me ajudarão a dar a atenção necessária que ele pede e eu poderei criar mais conteúdo, além de contratar profissionais para me auxiliarem na parte técnica, o que acaba gerando “moedas de ouro” para outros artistas independentes também.
