Boa noite, pessoal!
Recentemente, o selo Dom Mordaz foi selecionado para o FIQBH - Festival Internacional de Quadrinhos de Belo Horizonte. Com isso, a sequência do Vigilante deixou momentaneamente de ser a nossa prioridade, dando espaço para outros 4 títulos que se encontravam em fase de pós-produção: Diários de Quadrinista - Vol. 1, Qualquer Silva, Praia das Lamentações e a reimpressão do primeiro volume do Vigilante.
Esses títulos todos já estavam roteirizados e ilustrados, faltando projeto gráfico, letreiramento, revisão e as tratativas com gráficas. Hoje, dia 12/10, depois de muito esforço, estamos com essas obras praticamente finalizadas e prontos para voltar o foco no nosso mascarado de Porto Alegre.
Isso vai gerar atraso?
Provavelmente. Sempre fomos bastante honestos quanto a isso. Mas lembre-se: um gibi atrasado sempre sai melhor que um gibi feito com pressa.
Enquanto isso, conheçam nossa pré-venda em dose dupla:
Em Qualquer Silva, @tietbo explora as cicatrizes deixadas por uma relação abusiva à medida em que extrapola os limites da nona arte.
Já em Diário de Quadrinista - Vol. 1, @braianmalfattiart reflete sobre os desafios de viver de quadrinhos no Brasil, equilibrando produção artística com trabalhos freelance, relacionamentos e as típicas angústias da vida adulta.
A pré-venda vai até dia 15 de novembro, via Catarse, na modalidade flex.
Corre que ainda tem exemplares do lote promocional!
catarse.me/silvamordaz
E para quem pergunta de onde saímos?
Soltamos essa semana no Substack uma entrevista que concedemos a um veículo mineiro que nunca a publicou. Fizemos isso porque nos empenhamos nas respostas e pensamos "ok, as pessoas deveriam poder ler isso", mas ninguém tem lido mesmo assim. Para convencê-los, deixo abaixo algumas das melhores frases.
Aí então a gente tinha dois caminhos: começar a vender curso ou virar editora. Obviamente escolhemos o que dá menos retorno.
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Quais são hoje os principais desafios de produzir e publicar quadrinhos de forma independente no Brasil?
Fora produzir e publicar quadrinhos de forma independente no Brasil?
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Tem eventos que, desconfio, o PIB consista em, no máximo, uns dois mil reais que ficam pingando de conta em conta e que, se tivermos muita sorte, levamos uma fatia para casa.
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E apesar de cronicamente frustrados com o capitalismo, nunca usamos isso como desculpa para entregar livros sem qualidade gráfica e editorial. Nosso protesto não é material, mas financeiro: a gente não diminui a qualidade, e sim os preços. Isso provavelmente explica a frustração que citei antes.
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