
Desde 2013, o Desenrola e Não Me Enrola atua nas periferias produzindo jornalismo periférico de soluções, feito pela nossa equipe composta em sua maioria por mulheres e homens negros.
Desconstruímos olhares, narrativas, preconceitos. Informamos e enxergamos além dos fatos mostrados pela mídia tradicional.

Desmistificamos o óbvio: periferia não é tudo igual! Corpos negros, pobres e periféricos não são apenas estatísticas.
Desfazemos narrativas e imaginários que não representam os territórios e sujeitos periféricos.

Destacamos pessoas e ações de periferias e favelas que não tem espaço na mídia tradicional para expor a sua história, seu ponto de vista e conhecimento. Além disso, reconhecemos e abrimos espaço para intelectuais da quebrada.
#PegaVisão: Respeitamos as vivências e histórias de cada indivíduo para não reforçar estereótipos sobre o que é o cotidiano nesses territórios.


O jornalismo precisa de vozes diversas e periféricas!
Enquanto a democratização da mídia não avança no Brasil, produzir conteúdo é sempre um perrengue que não nos permite manter e ampliar nossas ações.
Nosso trabalho é importante para combater as desigualdades sociais que afetam as periferias e favelas, fazendo com que os moradores reconheçam e reivindiquem seus direitos.
Além de viabilizar e fortalecer a produção do jornalismo que provoca esse debate sobre o direito à vida nas periferias, o seu apoio também contribui para manter a periodicidade de produção de conteúdo e a estrutura de redação, para contar histórias em diferentes territórios.



