“Se as gigantes da tecnologia fossem a Uber, nós, jornalistas, seríamos os motoristas.” Essa reflexão forte de Ronaldo Matos, nosso Diretor Executivo no Desenrola, resume um dilema que afeta a todos nós: quem realmente decide o que chega até a sua tela hoje?
Nos últimos anos, assistimos ao crescimento dos desertos de notícias, do analfabetismo midiático e da desinformação. Tudo isso enquanto ficamos reféns de algoritmos e plataformas que colocam os próprios lucros e interesses acima das reais necessidades das pessoas.
Mas nós não nos conformamos com esse papel.
Por isso, demos um passo histórico ao lançar o “Fellowship de Mudanças Exponenciais no Jornalismo”.
Organizações parceiras da Bahia, como o Conquista Repórter, de Pernambuco, como o Sargento Perifa, e do Pará, como o Tapajós de Fato, já estão juntas nessa jornada para testar um novo modelo de produção, distribuição de notícias e impacto real..
Uma tecnologia 100% nossa e focada no território
Em uma correalização com a Periferia em Movimento e o Território da Notícia, essa nova infraestrutura digital vai muito além das métricas tradicionais de cliques e curtidas.

Unindo escuta ativa com Agentes de Integridade da Informação, mapas de calor de demandas locais e até Inteligência Artificial generativa, a plataforma foi feita para transformar relatos territoriais em pautas que defendem direitos reais.
Como pontua nossa Diretora de Articulação Política, Thais Siqueira:
“A nossa metodologia foi desenhada para garantir que as pessoas não sejam só o público final, mas reconhecidas como donas de saberes e conhecimento.”
Quer entender como essa metodologia de inovação social funciona na prática, como ela combate as desigualdades informacionais no Brasil e o que as mídias parceiras estão construindo em cada região? Leia aqui!








